Capa > Jornal da Imprensa > Em Pauta

Voltar Imprima esta notícia Envie esta notícia por email

Franklin Martins desafia Mainardi

Da Redação

Em resposta à coluna de Diogo Mainardi publicada na última edição da revista Veja, em 16/04, o comentarista político da Rede Globo Franklin Martins redigiu e enviou à semanal da Editora Abril e também ao Comunique-se a resposta que publicamos aqui.

Em seu último texto, Mainardi apontou conexões entre parentes de profissionais da imprensa e o poder público para exemplificar o que chamou de frouxidão moral da sociedade brasileira. Além de Martins, Helena Chagas, de O Globo, Eliane Cantanhêde, da Folha de S. Paulo, e Luís Costa Pinto, da Idéias, Fatos e Texto Ltda, também foram atacados pelo colunista. As duas jornalistas preferiram não responder às alegações de Mainardi. Costa Pinto, por outro lado, enviou uma resposta ao Comunique-se, publicada nesta segunda-feira (17/04).

Abaixo, segue o texto de Franklin Martins.

Desafio a um difamador

O sr. Diogo Mainardi, em artigo intitulado “Jornalistas são brasileiros”, publicado na revista Veja de 16 de abril de 2006, acusou a mim e a outros profissionais de imprensa de sermos “moralmente frouxos” e de mantermos “relações promíscuas” com o poder político. No meu caso, saiu-se com a estapafúrdia história de que eu teria uma cota pessoal de nomeações no serviço público. Nessa cota, estariam meu irmão, Victor Martins, diretor da Agência Nacional de Petróleo (ANP), e minha mulher, Ivanisa.

Seguem-se alguns esclarecimentos. Devo-os não ao sr. Mainardi, mas a meus leitores, telespectadores e ouvintes, e também a meus colegas de profissão que, com razão, continuam a acreditar que o jornalismo só tem valor se for exercido com espírito público e ética:

1. Não tive, em qualquer momento ou em qualquer instância, nada a ver com a nomeação de meu irmão, profissional conceituado na área de petróleo, para a diretoria da ANP. Jamais intercedi junto a quem quer que fosse no Poder Executivo para sua indicação. Jamais pedi a qualquer membro do Senado, a quem cabe constitucionalmente aprovar ou recusar as diretorias das agências reguladoras, que olhasse com simpatia seu nome. Não movi uma palha nesse episódio. Meu irmão tem a vida profissional dele e eu, a minha.

O sr. Mainardi não é obrigado a acreditar no que digo. Mas, se não fosse um difamador travestido de jornalista, teria se esforçado para apoiar suas acusações em fatos que revelassem uma conduta inadequada da minha parte, e não apelado para trechos de discursos desse ou daquele parlamentar com referências à minha pessoa que não significam absolutamente nada. Sobre o que falam deputados e senadores nem eu nem o sr. Mainardi temos a menor responsabilidade. Qualquer pessoa medianamente informada sabe disso. Somos eu e ele responsáveis apenas pelos nossos atos.

Por isso, lanço-lhe um desafio. Se qualquer um dos 81 senadores ou senadoras – um só, não é necessário mais do que um – vier a público e afirmar que o procurei pedindo apoio para o nome de meu irmão, me sentirei sem condições de seguir em meu trabalho como comentarista político. Pendurarei as chuteiras e irei fazer outra coisa na vida. Em contrapartida, se nenhum senador ou senadora confirmar a invencionice do sr. Mainardi, ele deverá admitir publicamente que foi leviano e, a partir daí, poupar os leitores da “Veja” da coluna que assina na revista.

Tudo ou nada, bola ou búrica. O sr. Mainardi topa o desafio ?

Se topa, proponho que escolha uma pessoa de sua confiança, enquanto eu pedirei à Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) que designe um profissional acima de qualquer suspeita, para que ambos conversem imediatamente com todos os senadores e senadoras e ponham essa história em pratos limpos.

Se não topa o desafio, o sr. Mainardi estará apenas confessando que não tem compromisso com a verdade e deixando claro que não passa de um difamador. 

Sei os riscos que estou correndo. Entre os 81 senadores, há vários que, em um ou outro momento, já foram frontalmente criticados por mim. Outros devem ter discordado inúmeras vezes de minhas opiniões e avaliações. É provável que haja, inclusive, quem, em algum episódio, tenha se sentido injustiçado por alguma palavra minha. Mesmo assim duvido que apareça um só senador, governista ou oposicionista, do Norte ou do Sul, veterano ou novato, que confirme a afirmação insultuosa do sr. Mainardi de que fiz tráfico de influência para nomear um irmão para a ANP. Duvido que apareça por uma razão muito simples: isso simplesmente nunca ocorreu.
 
2. Quanto à minha mulher, é funcionária pública há mais de 20 anos. E servidores públicos, sr. Mainardi, por incrível que lhe pareça, trabalham no serviço público. Não sei qual a razão de sua surpresa com o fato. Devo esclarecer que, embora seja profissional extremamente competente, com mestrado em planejamento social na London School of Economics, já tendo dirigido agências e programas nacionais na área, no momento minha mulher não exerce cargo comissionado e sequer tem função gratificada. Por que? Não sei. Coisas do serviço público ... 

Dados os esclarecimentos, sigo adiante.

Nem sempre concordo com o que escrevem Eliane Cantanhede, da “Folha de S. Paulo”, e Helena Chagas, de “O Globo”, também difamadas pelo sr. Mainardi no artigo mencionado. Mas isso não me impede de dizer que são duas tremendas profissionais, das melhores jornalistas deste país. Na nossa profissão, como em todas outras, há gente séria e gente que não presta, pessoas íntegras e pessoas sem caráter. Eliane e Helena estão na primeira categoria e me honra ter sido colocado na companhia delas. Para mim, desabonador seria o contrário.

Os ataques que sofremos Eliane, Helena e eu talvez sejam os mais graves, mas não são os primeiros que o sr. Mainardi lançou recentemente contra jornalistas. Nos últimos meses, semana sim, semana não, pelo menos duas dúzias deles, foram vítimas de investidas absolutamente desrespeitosas, carregadas de insinuações capciosas contra suas atividades e carreiras. Mas como ninguém deu pelota para os arreganhos do rapaz – nem os jornalistas, que simplesmente não o levam a sério, nem os leitores da “Veja”, que já se cansaram de ver um anão de jardim querendo passar-se por um gigante da crônica política –, o sr. Mainardi decidiu aumentar o calibre de seus ataques. E partiu para a difamação pura e simples.

Vivemos numa democracia, felizmente. Todos têm o direito a defender suas idéias, mesmo os doidivanas, e a tornar públicas suas posições, mesmo as equivocadas. Em compensação, todos estão obrigados a aceitar que elas sejam criticadas livremente. O sr. Mainardi, por exemplo, tem a prerrogativa de dizer as bobagens que lhe dão na telha, mas não pode ficar chateado se aparecer alguém em seguida dizendo que ele não passa de um bobo. Pode pedir a deposição do presidente Lula, mas não pode ficar amuado se alguém, por isso, chamá-lo de golpista. Pode dizer que o povo brasileiro é moralmente frouxo, mas não pode se magoar depois se alguém classificá-lo apenas como um tolo enfatuado. Ou seja, o sr. Mainardi pode falar o que quiser, mas não pode querer impedir que os outros falem.

Mais ainda: o sr. Mainardi é responsável pelo que fala e escreve. Enquanto permaneceu no terreno das bobagens e das opiniões disparatadas, tudo bem. Faz parte da democracia conviver com uma cota social de tolices e, além disso, presta atenção no bobo da corte quem quer. Mas quando o bufão passa a atacar a honra alheia, substituindo as bobagens pela calúnia e as opiniões disparatadas pela difamação, seria um erro deixá-lo prosseguir na sua torpe empreitada.

No Estado de Direito, existe um caminho para os que consideram que tiveram a honra atacada por um detrator: recorrer à Justiça. É o que farei nos próximos dias. No processo criminal, o sr. Mainardi terá todas as oportunidades de provar que usei minha condição de jornalista para traficar influência. Como é mais fácil um burro voar do que ele dar substância às suas invencionices a meu respeito, estou confiante de que se fará justiça e o difamador será condenado pelo seu crime.

Desde já, adianto que, se a Justiça fixar indenizações por danos morais, o dinheiro será doado à Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) e à Associação Brasileira de Imprensa. Não quero um centavo dessa causa. Não dou tanta importância a dinheiro como o sr. Mainardi, que já definiu seu próprio perfil: “Hoje em dia, só dou opinião sobre algo mediante pagamento antecipado. Quando me mandam um e-mail, não respondo, porque me recuso a escrever de graça. Quando minha mulher pede uma opinião sobre uma roupa, fico quieto, à espera de uma moedinha”. 

Prefiro ficar com Cláudio Abramo: “O jornalismo é o exercício diário da inteligência e a prática cotidiana do caráter”. Mas, para tanto, o sr. Mainardi está incapacitado. Não porque lhe seja escassa a inteligência; simplesmente falta-lhe caráter. A história da moedinha diz tudo.

Da minha parte, seguirei fazendo o único jornalismo que sei fazer, o que busca dar informações ao leitor, ao telespectador, ao ouvinte, com inteligência e respeito, para que ele forme sua própria opinião sobre os fatos. Não quero fazer a cabeça de ninguém. Não creio que essa seja a missão da imprensa, ainda que alguns jornalistas e alguns órgãos de comunicação, de vez em quando, queiram ir além das suas chinelas. Existimos para informar à sociedade, e não para puxá-la pelo nariz para onde quer que seja.

E desse jornalismo não vou me afastar, apesar das mentiras, da gritaria e das difamações do colunista da “Veja”.

O macartismo não me intimida. O sr. Mainardi, muito menos.


Leia também:
Mainardi critica jornalistas e acusa imprensa de frouxidão ética





18/4/2006
 
Thércio Pereira de Lira Rocha [07/05/2006 - 07:53]
(Estudante)


primeiro gostaria de parabenizar Franklin pela sua resposta sempre a altura como deve ser todo jornalista que busca sempre a verdade dentro de sua ética. segundo não direi nada contra esta imitação de jornalista ou colunita q jornalista ele não tem nada, e tem sim simplismente inveja de pessoas como Franklin com sua invejavem intelectualidade jornalistíca, e tb gostaria de ressalvar a douta revista "VEJA" que por sei lá poucas dáguas da credibilidade a tais sujeitos como este que se diz jornalista. aqui fica meu deprezo a tais pessoas e meus parabens a um verdadeiro defensor dos jornalistas.
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Leandro Manço [02/05/2006 - 21:21]
(Repórter-RÁDIO BANDEIRANTES 840 AM - SP)


E lembrar que Diogo Mainardi e seu "mestre" Olavo de Carvalho participaram, anos atrás, de discussões neste mesmo Comunique-se.....(pelo menos, alguém assinava com estes nomes).
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Leandro Manço [02/05/2006 - 20:59]
(Repórter-RÁDIO BANDEIRANTES 840 AM - SP)


Perfil de Frnklin Martins no seguinte link:

http://franklinmartins.globo.com/franklinmartins/frenteeperfil.html
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Vera Lucia Felix [26/04/2006 - 15:09]
(Profissional Contratado)


Para Adilson Luís Jorge: É? Então eu também quero ser "Bobo da Côrte!" rsrs
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Adilson Luís Jorge [24/04/2006 - 19:48]
(Estudante)


correção: não beboche e sim DEBOCHE.

Abraços a todos
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Adilson Luís Jorge [24/04/2006 - 19:47]
(Estudante)


Mainardi é "bobo da corte", como disse o Martins. Um pseudo-tudo que quer atenção dos jornalistas, afinal sua coluna virou beboche e piada no meio. A Veja é outra que precisa rever muita coisa, nisso os colunistas.

Estou com Franklin Martins!
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Delmar Marques [24/04/2006 - 19:29]
(Diretor-DM Textual Editoração Eletrônica - SP)


Aqui não há amigos do Franklin, há inimigos do Mainardi. Que já critiquei em outras ocasiões, mas nesta está cheio de razão. Razão que não querem lhe dar aqueles que ignoram o óbvio, que foram os senadores que divulgaram o cumpadrismo com o colunista da Globo. que prestaram a "homenagem" que Franklin aceitou calado, orgulhoso de ter levado o mérito da promoção do irmão. Depois veio alegar que não há provas de que pediu. Mas tb não provou ter recusado. E o resto é papo furado, puro exercício da "vontade" de uns e outros de ver o Mainardi mal na foto. Quem ficou mal foi o jornalismo brasileiro. Mas com isso ninguém está preocupado, muito menos os que mamam nas tetas do governo trabalhando como assessores de imprensa, tirando vagas dos RPs, e ainda se considerando jornalistas.
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Ivan Ruela [24/04/2006 - 17:19]
( Outros-Rebia - Rede Brasileira de Informação Ambiental - RJ - Niterói)


Bom, sobre essa porcaria de pseudo-colunista, lembro Jabor, numa palestra em BH:" Eu queria ser pelo menos a metade do que o Mainardi pensa que é..."
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Luiz Sérgio Lindenberg Nacinovic [24/04/2006 - 16:22]
(Freelancer)


sia não. Sua fica melhor, né?
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Luiz Sérgio Lindenberg Nacinovic [24/04/2006 - 16:21]
(Freelancer)


A arte da polêmica coniste em mantê-la em um plano discutível e acessível a todos que queiram participar dela. Quando os polemistas passam para ataques pessoais, eles impedem o processo de repercussão, já que a polarização da coisa é imediata. E é isso que o Mainardi vêm fazendo, duma forma verticalizada, já que a garantia de que ataques pessoais serão validados é dada pela empresa que o mantém no quadro e publica sia diatribe. Se alguém lembrar da figura do Almirante Pena Boto, O Mainardi o encarna , sendo seus textos uma psicografada hi-tech de Gustavo Corção. Ninguém merece aquilo, né mezz? Essa história de Mainardi versus planeta lembra muito a polêmica entre Silvio Romero e José Veríssimo. Ou mesmo Lima Barreto chamando disfarçadamente Olavo Bilac de gay e este retrucando, dizendo que o cronista não passava de um demente "onanista". Para quem não sabe, ser chamado de masturbador era uma ofensa gravíssima
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Talis Andrade [24/04/2006 - 11:42]

Considero José Dirceu e Roberto Jefferson vítimas. Se todo mundo faz, por que eles foram punidos?
Não existe meia=verdade, meia-justiça. Ou todos, ou nenhum.
O Brasil vive de comer boi de piranha. No Brasil tudo termina em farsa.
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Talis Andrade [24/04/2006 - 11:38]

Por que os deputados estão absolvendo os colegas que receberam do caixa de Marcos Valério? Vocês sabem porquê.
Por que os príncipes e os puxas ficaram contra a crítica do Mainardi? Vocês sabem porquê.
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Talis Andrade [24/04/2006 - 11:31]

Jornalistas invejosos atacaram os Anões do Orçamento (um deles contina manda-chuva), PC Farias, o Mensalão. Jornalistas rancorosos pediram a degola de Collor, a prisão de Lalau, de Maluf, o mandato de deputados. Jornais escreveram editoriais. Jornalista é bicho ruim. O Manairdi é um deles. Denunciou os empregos dos manos de Martins. Aposto que lá, na Veja, existem vários jornalistas com manos empregados por vários governos. E o Mainardi nem aí. Disse aposto que não sei os nomes dos coleguinhas, nem conheço a vida deles. Mas é a velha lei, um faz, é defendido, é logiado, porque praxe. O que é de uso...
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Talis Andrade [24/04/2006 - 11:09]

E as meninas nem responderam. Uma mora na casa ao lado da ex- sede do Ribeirão Preto. No luxo, na riqueza. Que o jornalismo brasileiro tem o piso, o único para 99% dos empregadinhos. Todos caladinhos. Felizes. SÃO JORNALISTAS, uma profissão nobre. Todo jornalista é um nobre, um vocacionado para a profissão, e para o bem; uma Joana d!Arc, um cavaleiro Baiard. As meninas não vão responder pros jornalistas. Uma foi, humildemente, depor na Polícia Federal. Falou lá. Não por culpa do Mainardi. Nâo cobriram o depoimento. Apenas que ela desmentiu o ministro que tanto adorava. Essas meninas não ensinaram numa universidade de Brasília que para obter um furo roubariam documentos?
Essas meninas jamais responderão para o Mainardi. Jamais.
Vocês sabem porquê.
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Andréa Fantoni [24/04/2006 - 11:04]
(Assessor de Imprensa-Sociedade Brasileira de Dermatologia - RJ)


As atitudes do Sr. Mainardi são de pessoas invejosas, rancorosas. Cria polêmicas para aparecer. Por que oferecem espaço para um bobo?


 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Talis Andrade [24/04/2006 - 10:54]

que entraram no bolo . Agora existem os exageros. Mas ninguém deve comentar. Não é ético, não é camarada. Não faz bem.
O bom é que existe jornalistas honestos que passam fome. Que ecxistem jornalistas competentes que estão desempregados. Porque o jornalista-assessor, idem juiz, delegado, fiscal, fessor, policial, valete de quarto, padre, pastor etc toma o emprego do profissional que vive exclusivamente da profissão.Ainda temos os estágios , os colaboradores, os frilas gratuitos. No jornalismo não confessional tem que ter a moedianha. Pastor, padre vivem do dízimo. Jornalista do jabá, do emprego ali, acolá.
Lula pediu para não falarem da família de Alckmin. Peço para não falarem na família de Martins.

 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Talis Andrade [24/04/2006 - 10:44]

Eu aconselho: bel em jornalismo faça um concurso público de assessor de imprensa nos três poderes, ou de fessor de universidade. Ganhe sua estabilidade nos cofres da Viúva. Sua estabilidade no emprego. E depois, por divertimento, gozo, bico, entre em uma redação. Redação não oferece nenhuma garantia; é hoje, não é amanhã. O faturamento pelas agências também é passageiro. Faça concurso. Jornalista que não deu o golpe de báu, não é amigo oculto da Caixa (não tirou prêmio de loteria), a mulher não costura pra fora, não nasceu em berço de ouro, nem é barnabé, está PASSANDO FOME, quando empregado nas redações. Os desempregados, os aposentados pela previdência de Fernando Henrique/ Lula estão vegetando, esperando a morte no inferno aqui na terra, penando nas filas do Sus, na vida de cão sem dono. Viva os empregos da família de Martins, as indeninzações por bravura dos esquerdistas (idem alguns direitistas), as pensões de heróis à Genoíno, Zé Dirceu, idem os direitistas que tb entraram no
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Talis Andrade [24/04/2006 - 10:28]

Sempre existiu o duplo do jornalista-barnabé. Não fosse assim muitos jornalistas passariam (teriam passado) fome. Hojemente, com o danado do concurso, a exigência do diploma , tiraram o filé. Foi quando apareceu o faturamento por fora, não contabilizado, secreto, da folha das agências de publicidade. Centenas (talvez milhares) de jornalistas escrevem para a danada dessa "folha". Por necessidade. Qualquer redação sabe disso. Qualquer jornalista sabe disso. Não sou contra. Porque o patrão sabe. Incrível. Existe dois tipos de jabás: o oficial, permitido. E o secreto, criminoso. Assim como foi comum, natural, todo jornalista ser barnabé. Para evitar tais absurdos temos que ter salários honestos. O reconhecimento da profissão. A definição de quem é jornalista. Criar o Estatuto do Jornalismo, com os comitês, a cláusula de consciência, o código de ética. Isso significa que as empresas precisam investir no salário dos empregados. O patrão não quer. E os príncipes tb não






 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Talis Andrade [24/04/2006 - 10:16]

A família do Martins foi nomeada. O irmã substitui o irmão na diretoria de uma empresa de petro na província. O irmão era (continua?) dono de uma empresa de vender petro no Rio. E o pedro-botelho é o Mainardi. Tem mais: a maioria dos jornalistas brasileiros - por conta do piso, e do único - possui cabides pessoal e familiares nos des-governos da vida. No passado era assim: os advogados colunistas da política (99% deles) eram procura=dores dos institutos. Falo das grandes estrelas. Das vestais. Dos grandes nomes. Estrelas citadas cá em baixo nos comentários. Querem que o jornalismo continue como bico. Mas essa gente toda fatura na verba dos gabinetes dos vereadores, deputados estaduais, federais, senadores. Está nas folhas de agências de publicidade porque assim mandaram ministros, governadores, secretários de estado, prefeitos, secretários municipais. Antigamente era para o gozo dos jornalistas políticos. Depois de Delfim entraram os jornalistas econômicos.
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
José de Souza Castro [24/04/2006 - 09:18]
(Freelancer)


E a veja continua no olimpo. Não deu a menor bola, nas cartas dos leitores, para Franklin Martins...
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Nicolau Frederico de Souza [22/04/2006 - 19:07]
(Profissional Contratado)


Considero uma grande injustiça e uma atitude deselegante do colunista (?) Mainardi para com o colega Franklin Martins. Enquanto nada se sabe sobre o passado do primeiro, inclusive se, de fato, é jornalista profissional (!), conheço de "cor e salteado" o passado do colega Franklin Martins e de seus familiares, inclusive de seu pai. Está na hora de "chamar à responsabilidade" colunistas que estão surgindo na "grande imprensa" e desacatando e ofendendo nossos colegas. É preciso que tomemos uma atitude para dar um basta nessas ofensas. Primeiro foi contra o Dines, agora o Franklin, a Mírian, o Luiz e outros. Até que ponto chegamos, nós, que "batemos no peito" e dizemos: somos jornalistas!
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Delmar Marques [22/04/2006 - 18:09]
(Diretor-DM Textual Editoração Eletrônica - SP)


Nas facus picaretas ensinam a fazer matéria paga e encomendada como se fosse jornalismo, por isso os diplomados estranham o fato de Mainardi estar informando seus leitores, passando informações comprometedoras para a "catigoria". Se não o fossem não cobrariam por provas. Que provas? Nesse caso, os fatos falam por si. É por isso que diploma de jornalista está sendo utilizado para invadir o mercado dos RPs. Diplomados não sabem mais o que é jornalismo, acham que assessoria de imprensa é coisa de jornalista. Acham que esconder a verdade é ser "isento", confundem totalmente material publicitária com jornalístico. E ficam escrevendo aqui as maiores asneiras, passando atestado de ignorância. A tese de Mainardi faz todo sentido. Foram os senadores que vincularam a nomeação do irmão como uma "homenagem" a ele. Mainardi não precisa provar nada, os senadores forneceram a prova. Franklin deveria ter rejeitado a "homenagem". Aceitou calado, orgulhoso. Agora reclama de quem noticiou. Tarde demais.
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Talis Andrade [22/04/2006 - 11:24]

O nojo desse debate é o desejo de muitos de que Mainardi seja proibido de escrever. Isso é macartismo. Coisa da didatura militar. De uma ditadura econômica. No Brasil, quem decide a permanência de um jornalista na redação é o patrão. A Veja é uma revista binacional. Possui interesses que enforcariam Tiradentes mil vezes. E que esquartejam o povo brasileiro. O padrão de mensagem da Veja é o mesmo da Globo. Mainardi é a cara da Veja. Martins a cara da Globo. No Brasil, existissem os comitês de redação, os empregados (que não exercem cargo de chefia) decidiriam quem entra e quem sai. Mainardi deu resposta ao desafio do ridículo debate. O dever do jornalista é informar. Não esconder a notícia. Ou contar mentiras, ou meias-verdades. Fato é fato. Foram nomeados os irmãos? Sim. Martins pediu por eles? Acredito que não. Isso interfere no jornalismo de Martins? Os leitores, os teleaditos dele sabem a resposta. Ele tem o apoio dos colegas do primeiro andar? Sim. E da cozinha da redação?
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Thomaz Magalhães [22/04/2006 - 01:27]
(Freelancer)


O fato é que essa contenda agora retocada pelo Mainardi está deselegante. Não esclarece nada e só faz espuma envolvendo a família do Franklin Martins. Ao sugerir-lhe menos adjetivos e mais fatos Mainardi podia, então, trazer uns melhorzinhos, mais densos.
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Talis Andrade [21/04/2006 - 21:18]

Thomaz, herança de família. O irmão foi diretor da mesma estatal. A irmã assume o lugar. Tudo em casa. Depois essa gente mete o pau no nepotismo. Dos outros.
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Marcelo Moreira* [21/04/2006 - 20:32]
(Editor-BLOG ADVOGADO DE DEFESA - PORTAL ESTADÃO.COM.BR - SP)


A tese de Mainardi continua estapafúrdia, e cada vez mais. Se o irmão de Martins matar alguém, ele se torna no mínimo cúmplice de assassinato, ou seja, criminoso. Mesmo que a família inteira esteja trabalhando na ANP ou no governo capixaba, ainda assim Mainardi precisa provar que Franklin Martins se beneficia do governo, influencia decisões, indica parentes e coisa parecida. Até agora não fez isso, ficou só na periferia. Mau jornalismo pratica esse cidadão.
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Rafael Sânzio [21/04/2006 - 20:09]
(Coordenador / Chefe de Produção-HOJE EM DIA - MG)


A prudência recomenda que nunca se ponha a mão no fogo por ninguém. Mas um dos princípios do jornalismo, da justiça e até mesmo da ética e honestidade é que, quem acusa, tem que provar.

 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Gabriela Dutra [21/04/2006 - 16:46]
(Freelancer)


É por isto que defendo piamente o diploma para jornalistas. Tenhpo certeza que se Diogo Mainardi tivesse o curso superior na área em que atua não diria tantas coisas sem apresentar fundamentos. Apesar de muitos dizerem que o jornalismo se aprende na prática, acredito que a ética e a conduta vêm, primeiramente, da natureza de cada ser humano; e de maneira mais categórica a ética e a conduta de um jornalista depende profundamente de seu conhecimento, de sua formação, das discussões acadêmicas e dos laboratórios nas universidades. Afinal, somente nas universidades é que estamos sempre amparados pelo caminho correto, justo e objetivo. É lá que aprendemos a ser isentos e temos exemplos coerentes com os princípios e práticas jornalistas de mestres e doutores. Sinto muito, mas Mainardi não tem moral alguma para falar de nossa profissão.
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Thomaz Magalhães [21/04/2006 - 15:24]
(Freelancer)


"O Globo noticiou que o irmão de Franklin Martins foi indicado à ANP pelo governador Paulo Hartung, de quem ele seria "afilhado político". Paulo Hartung tem outro "afilhado político" na mesma família. Trata-se da irmã de Franklin Martins, Maria Paula. Ela foi licenciada pela ministra Dilma Rousseff para assumir a diretoria-geral da Aspe, a estatal capixaba que regula o setor do gás. A Aspe é ligada à ANP. Ou seja, o irmão de Franklin Martins trata com a irmã de Franklin Martins. É muito "profissional conceituado" para uma família só.

Em 1997, os diretores de O Globo, seguindo as normas internas do jornal, afastaram Franklin Martins da sucursal de Brasília porque descobriram que sua mulher, a psicanalista Ivanisa Teitelroit, arranjara um emprego no gabinete do líder tucano José Anibal. Quase uma década depois, Franklin Martins ainda não conseguiu entender o que há de errado nisso." -----a íntegra da coluna já está na blogosfera.
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Thomaz Magalhães [21/04/2006 - 15:09]
(Freelancer)


Tem mais, na coluna de Mainardi na Veja que começou a circular adiantadamente, pelo feriado. Volta ao caso Franklin.
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Thomaz Magalhães [21/04/2006 - 15:09]
(Freelancer)


Tem mais, na coluna de Mainardi na Veja que começou a circular adiantadamente, pelo feriado. Volta ao caso Franklin.
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Marcelo Moreira* [21/04/2006 - 14:27]
(Editor-BLOG ADVOGADO DE DEFESA - PORTAL ESTADÃO.COM.BR - SP)


Há gente aqui partindo do pressuposto de que Martins é mesmo picareta e que Mainardi está certo em ficar difamando todo mundo, sem qualquer indício. A vítima está sendo alçada à condição de culpada graças a ilações de um mentecapto. Sabemos que o colunista é um provocador irrelevante e pífio, mas é o mais lido em Veja. Por isso essa contenda ganhou repercussão aqui. Os jornalistas atacados precisam processar Mainardi para garantir um mínimo de responsabilidade jornalística nas páginas de Veja. Quem acusa tem de provar.
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Gabriel Pansardi Ruiz [21/04/2006 - 12:02]
(Estudante)


Bom, não é segredo pra ninguém que o queridissimo Diogo Mainardi, escreve textos sem fundamento algum. Eu argumento: para quem acopmpanha alguns textos do "doutor" em jornalismo, as colunas não apresentam uma fonte sequer. Ele é o dono da verdade. Não aprendemos que quanto mais fontes melhor, mais veracidade teremos? Mainardi faz parte do time da Veja que acusa sem fundamento. Procure ver aqui mesmo no Comuniquese quantas são as matérias e reportagens que a Veja publica e que são "detonadas" por não ter sequeer um fundamento. Mainardi escreve muito bem, mas tira as coisas da cabeça, não há o "entre aspas" na maioria de suas colunas na Veja.
Acho justíssimo o desafio. E vai ficar feio se o queridíssimo não aceitar.
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Talis Andrade [21/04/2006 - 09:20]

Pelo visto, jornalista picareta só existe nas pequenas empresas. Notadamente se trabalha em um pequeno jornal de uma cidade interiorana. Nas grandes empresas não existe jornalista picareta. Todos os altos executivos da notícia são cidadãos livres de qualquer suspeita. Esta a nova ética. O novo mandamento. Eu digo que o colunismo político e o colunismo econômico viraram coluna social. Por quê? Os mesmos personagens brilham nos três espaços. É tudo uma coisa só. Jornalismo oblato. De anjos.
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Thomaz Magalhães [21/04/2006 - 03:49]
(Freelancer)


Chuteiras Imortais - Olavo de Carvalho no JB de quinta-20 --- "O caso do sr. Martins, em si mesmo, não significa nada, e sua desavença com o sr. Mainardi é tão decisiva para o futuro da humanidade quanto uma trombada de velocípedes num playground. O que torna o sr. Martins interessante é a tipicidade da sua forma mentis, cujos similares, hoje, superlotam as universidades, as redações, a burocracia filantrópica e a rede internacional de ONGs ativistas."
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Pablo Villaça [20/04/2006 - 22:34]
(Diretor-CINEMA EM CENA - MG)


Mainardi é um idiota que encontrou um palanque em uma revista tendenciosa que, como ele, há muito tempo aposta no sensacionalismo e na inverdade para se promover. Mas, como todo idiota, o colunista passou a acreditar na própria importância e finalmente deu aquele passo que separa o direito à opinião da alegação caluniosa.

A resposta de Franklin Martins, jornalista brilhante e cidadão com história pessoal invejável, não foi apenas incisiva, convincente e elegante; foi, também, irrefutável. Finalmente tenho esperanças de ver Mainardi relegado ao anonimato que sua estupidez merece.
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Pablo Villaça [20/04/2006 - 22:18]
(Diretor-CINEMA EM CENA - MG)


Mainardi é um idiota que encontrou um palanque em uma revista tendenciosa que, como ele, há muito tempo aposta no sensacionalismo e na inverdade para se promover. Mas, como todo idiota, o colunista passou a acreditar na própria importância e finalmente deu aquele passo que separa o direito à opinião da alegação caluniosa.

A resposta de Franklin Martins, jornalista brilhante e cidadão com história pessoal invejável, não foi apenas incisiva, convincente e elegante; foi, também, irrefutável. Finalmente tenho esperanças de ver Mainardi relegado ao anonimato que sua estupidez merece.
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Talis Andrade [20/04/2006 - 20:26]

Não leio Manardi. Raramente. Não tenho dinheiro para comprar a revista. Teve um tempo que recebia Veja de cortesia. Aliás, apenas vejo o que a internete oferece. De graça. Um jornalista deve ler tudo. Por obrigação. Não concordo com 99 por cento do que ele afirma. Mas dizer que não sabe escrever é cretinice.
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Ananda Rope [20/04/2006 - 18:30]
(Repórter-CORREIO BRAZILIENSE - DF)


Direito de resposta é isso aí.. Agora um esclarecimento da parte do Mainardi acredito ser difícil, já que não caberia a ninguém pagar para ler mais um tanto de coisa baseada em coisa alguma, né?
Não gosto, não leio e se houvesse opção, compraria uma Veja sem sua coluna. Aquele espaço estaria melhor preenchido com propaganda de tratamento de ereção do que com as idéias de Mainardi.
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Talis Andrade [20/04/2006 - 17:26]

Concordo: Mainardi é filho de príncipe, e príncipe. Aqui ficou estabelecido que se defende as pessoas pela ideologia, ou pelo partido político. Quem é governista é honesto, quem é oposionista é honesto. Ou ainda, que é de esquerda é honesto, quem é de direita é honesto. Não pertenço a nenhum pastoril. Quem é desonesto é desonesto. Não tem defesa. Principalmente quem é jornalista. Vive de denunciar os desonestos da política (executivo e legislativo) e, raramente, os da justiça. O Mainardi (aqui não me interessa se ele é racista, direitista, inimigo mortal dos petistas) deu nomes. E assinou. O pessoal que eu mais defendo são os sem terra, os sem teto, e Mainardi, por ser príncipe, é contra essa "gentalha". E daí? O que me importa, agora, é que um príncipe (que conhece os vícios da corte) desnuda outros príncipes, tira as cuecas de dólares dos santos e vestais.
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Talis Andrade [20/04/2006 - 16:56]

>>> lavar as redações dos profissionais sem ética, que recebem do caixa 2, faturam por fora. Denunciá-los. E parar com as demissões sem justa causa, as horas extras não pagas, os colaboradores gratuitos. Acabar com o salário fixo, com a farsa do primeiro emprego (primeiro porque, se for de sorte, de muita sorte, haverá o segundo, o terceiro, o quarto. A vida de jornalista não pode continuar nesse entra e sai de puta, que redação virou motel de alta rotatividade) . Hoje, nas redações, os profissionais honestos (e são muitos) convivem com gente de toda espécie. Puxa do patrão, puxa de político, puxa de inspetor de quarteirão. A redação para os jornalistas, já!!! Este deve ser o nosso ideal, e não me considero utópico. Quero voce nas trincheiras do sonho.
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Gilberto Medeiros Vieira [20/04/2006 - 16:42]
(Freelancer)


Mainardi é um babaca que não sabe escrever.
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Talis Andrade [20/04/2006 - 16:41]

3) Marcelo, dedurismo é uma ACUSAÇÃO secreta, uma carta anônima, um informação em off. As páginas mais famosas do jornalismo foram escritas de denúncias. O Mainardi não foi lá, no andar de cima, contar para o patrão q o jornalista tal faturava por fora. Ele escreveu. O Mainardi não foi lá, na justiça do trabalho, depor contra um colega. O Mainardi não demitiu nenhum coleguinha, e depois colocou a culpa no RH. Mainardi escreveu numa revista lida por um milhão de pessoas. E assinou. Não foi conversar com nenhum ministro sobre o jardineiro me contou que... Não! Nem chamou ninguém para um desafio impossível de acontecer, pois depende da avacalhação dos senadores. Considero importante uma campanha de mãos limpas. Pela ética em todas as profissões. E os jornalistas devem dar o exemplo. Lavando, como você faz (assim espero), as escadarias da Igreja do Bonfim. Estou meio enferrujado por causa da idade (de cara sempre fui, que tenho sardas), mas topo cultuar Obatalá. Vamos >>>
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Talis Andrade [20/04/2006 - 16:20]

o famoso grito: - rá, ré, ri, ró, rua!... Hojemente, o bacharel em jornalismo deixa de ser foca quando recebe o pé na bunda.
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Talis Andrade [20/04/2006 - 16:17]

Marcelo: "Elogiar os estudantes franceses que protestaram contra a perda de privilégios é sonhar com um mmundo idílico sonhado pela esquerdalha e que desmoronou". Meu caro, os estudantes de Paris, em 68, lutaram por uma reforma universitária. "O proibido proibir" deles revoltou um ex-soldado da juventude de Hitler, que se converteu ao catolicismo e, hoje, comemora o primeiro ano de papado. Lembro Benedito XVI. Os estudantes não lutaram contra a perda de um privilégio, mas por um direito, a estabilidade no emprego. Levantaram as barricadas nas universidades, tomaram as ruas de assalto, e VENCERAM! Enferrujados são os estudantes brasileiros. São mexem os esqueletos nos embalos de sábado à noite. Ficam deitados em berço esplêndido, deixando as coisas acontecerem. São pisa na fulô. Não são de nada. São de mendigar o primeiro emprego. Quando estagiários, são demitidos quando recebem o canudo. Os bacharelandos do primeiro emprego não possuem nenhuma garantia, qualquer hora podem levar
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Jonas S. Marcondes [20/04/2006 - 15:23]

Não existe argumento enferrujado.
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Marcelo Moreira* [20/04/2006 - 15:09]
(Editor-BLOG ADVOGADO DE DEFESA - PORTAL ESTADÃO.COM.BR - SP)


A indignação do Talis é compreensível, embora seus argumentos sejam enferrujados, na minha opinião. Enquanto ele louva o março de 68, mundo caminha e caminha rápido para a modernidade. Elogiar os estudantes franceses que protestaram contra a perda de privilégios é sonhar com ummmundo idílico sonhado pela esquerdalha e que desmoronou bem antes do Muro de Berlim diante do mais puro pragmatismo político-econômico. Assim sendo, soa muito anacrônico que Talis comemore a deduragem barata e sem fundamento do "filhinho de papai" que fracassou em todas as atividades em que se meteu. Ele sim é o filho do príncipe, "categoria" tão combatida pelo próprio Talis.
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Talis Andrade [20/04/2006 - 15:04]

No Brasil, todo mundo tem uma empresa para vender serviços para os três poderes (notadamente familiares de políticos, jornalistas). O dono sempre um fantasma. O país virou um imenso laranjal.
Mainardi, o elitista, o conservador, o príncipe, comanda a batalha de Itararé no andar de cima.
No Brasil dos 400 vestidos, quero ver essa gente nua. Não deu outra, o melhor jornal brasileiro, dos últimos anos, tinha o correto nome de "Caras & Bundas".
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Talis Andrade [20/04/2006 - 14:49]

Espero que Mainardi continuE desnudando essa gente, que pousa de cavaleiro sem medo e sem mácula, ou de imaculada virgem. FARSANTES.
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Talis Andrade [20/04/2006 - 14:46]

A estudantada pisa na fulô precisa ler sobre os movimentos estudantis na Europa. Que o primeiro emprego transformou-se numa abominável farsa. Por trás de um estagiário sempre tem outro. Falo dos pobres. Os filhos dos príncipes têm emprego garantido. Seja como jornalista, seja nos três poderes, seja numa ex-estatal, na quota do suborno, do mota etc. Ou então ser bontinho, ser bonitinha...
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Talis Andrade [20/04/2006 - 14:40]

Espero que Mainardi continuem apontando os nomes dos safados da Imprensa. Não de todos. Porque seria preciso um catálogo de telefone. O patrão não escreve. Ordena. Quem escreve são os príncipes. Fazem um jornalismo vendido. Sem brasilidade. Sem povo. Contra os sem teto, os sem terra, os sem nada. Defendem o salário mínimo de 300 melecas. E o piso de 600 . Basta ler o Globo online de hoje. Lá a defesa da fome. Da miséria. Os estudantes, (TALVEZ!) futuros jornalistas, precisam seguir o exemplo dos coleguinhas da França. Exigir estabilidade no emprego, sem essa de estágio gratuito, e primeiro emprego com salário abaixo do humilhante piso e, pra completar, TEMPORÁRIO. Querem POLITICALHAR o debate, mas o príncipe Mainardi apontou nomes de sabidos que, como Marcos Valério, faturavam dos governos tucanos e petistas. Essa gente não tem moral para atacar Marcos Valério, pego como boi de piranha.
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Leonardo José Ripamonti [20/04/2006 - 14:14]
(Repórter-REVISTA DO CINEMA BRASILEIRO - RJ (INDEPENDENTE))


Que vergonha em Mainardi !!! Só assim para chamar a atenção mesmo!!! Esse sim merecia entrar na geladeira. Ser tratado com despreso, não só pelos colégas, mais pelo mercado!!!!!
Maissdabem que fico feliz por existir jornalistas como você. É mesmo, por incrivel que possa parecer. Principalmente para que sirva de lição, não só para mim, como estudante de jornalismo, mais para todos que querem ingressar nesta difícil carreira, como um exemplo a não ser seguido. Obrigado Mainardi por servir de PÉSSIMO exemplo para esta carreira.
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Talis Andrade [20/04/2006 - 12:20]

os Pimenta que praticam assédio moral, assédio sexual, os cortesãos, que vivem de viagens internacionais, festanças, e são inimigos declarados do povo, da gentalha, os sem terra, os sem teto, e faturam , e faturam , direta e indiretamente, como fazia Marcos Valério. Para servir essa gente, temos um bando de babas, puxas, a froxidão física, a froxidão moral, serviçais, escravos. Pô, esses caras a serviços das elites, participantes da comelança geral, chegam nos carrões de luxo, alguns cercados de seguranças, não dão bom dia para ninguém, demitem sem dó, sem piedade nos passaralhos, tudo porque o trabalhador não tem nenhum direito. Eles puxam o saco do dono, do poder, mendigam empregos e serviços para as empresas familiares, e querem da redação o mesmo comportamento de lambe -lambe. E quando um ataca o outro, eu considero briga entre quadrilhas.
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Talis Andrade [20/04/2006 - 12:05]

1 >>> Existem dois Brasis. Um real, do brasileiro desempregado, do aposentado que recebe uma pensão abaixo do salário mínimo, do trabalhador que ganha o mínimo do mínimo (os 350 reais do ministro líder dos trabalhadores Luiz Marinho) , do jornalista que recebe o pisoteado piso, e eternamente fixo, quando não leva um pé na bunda, e fica batendo calçada, procurando emprego, procurando emprego. Um imaginário, noticiado pelos Mainardi, pelos Martins, que vivem a vida mansa de príncipes da imprensa. O Brasil paraíso dos executivos das estatais privatizadas, dos especuladores, dos doleiros, dos safados de todos os tipos, inclusive jornalistas empresários (os gatos, que vendem bóias-frias para os serviços de imprensa do judiciário, do legislativo, do executivo), dos colunistas medalhões, que trabalham sem receber moedinhas, mas usam as colunas como escadas para empregos para os parentes e outras facilidades, e os jornalistas do andar de cima, >>>
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Eduardo Augusto Schiavoni [20/04/2006 - 09:45]

A coluna de Mainard, em que pese o estilo, prestou um grande serviço aos leitores da grande imprensa. Por exemplo, sabendo das relações entre o marido de Eliane Catanhedê com o PSDB - foto ignorado pela grande massa - acredito que a forma de perceber o texto será modificada.
Como o leitor de Época deveria saber, também, que o "furo" furado da conta do caseiro Nildo foi "passado" pelo assessor de Palocci, que tem laços de parentesco com um dos repórteres da revista.
O exemplo é apenas um entre muitos, e retrata uma absoluta falta de informação, por parte das empresas, ao leitor. O jornalista, que lida com as diversas nuances do poder, deve ter suas ligações - pessoais, inclusive - explicitadas.
Pode parecer simples, mas quando leio uma matéria da Folha que fala sobre o UOL, preparo-me para interpretar o texto de forma diferente dos demais, pois sei que são do mesmo grupo e que pode (pode, uma possibilidade) haver outros interesses por trás da informação.

 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Eduardo Augusto Schiavoni [20/04/2006 - 09:42]

A coluna de Mainard, em que pese o estilo, prestou um grande serviço aos leitores da grande imprensa. Por exemplo, sabendo das relações entre o marido de Eliane Catanhedê com o PSDB - foto ignorado pela grande massa - acredito que a forma de perceber o texto será modificada.
Como o leitor de Época deveria saber, também, que o "furo" furado da conta do caseiro Nildo foi "passado" pelo assessor de Palocci, que tem laços de parentesco com um dos repórteres da revista.
O exemplo é apenas um entre muitos, e retrata uma absoluta falta de informação, por parte das empresas, ao leitor. O jornalista, que lida com as diversas nuances do poder, deve ter suas ligações - pessoais, inclusive - explicitadas.
Pode parecer simples, mas quando leio uma matéria da Folha que fala sobre o UOL, preparo-me para interpretar o texto de forma diferente dos demais, pois sei que são do mesmo grupo e que pode (pode, uma possibilidade) haver outros interesses por trás da informação.

 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Telma Tiemi Ito [20/04/2006 - 00:43]
(Freelancer)


Mainardi mexeu com o que há de mais precioso no mundo jornalístico: a vaidade.
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Roald Amúndsen Osorio dos Santos [19/04/2006 - 22:40]

Nossa! O texto do Mainardi rendeu uma participação recorde no Comunique-se. Eu lí o texto na Veja e gostei do que o Diogo falou, ele conta detalhes da vida de jornalistas conhecidos que eu não sabia. Que esses jornalistas tem ligações com o governo isso é fato, agora se essas ligações influenciam no que eles escrevem ou expressam é outra coisa. E acho também que o Franklin não deveria ter escrito uma bíblia como resposta ao Diogo, o que o Mainardi falou é real e em nada vai mudar a carreira desses jornalistas, o silêncio é o melhor a fazer, eu gosto da coluna do Diogo Mainardi e acho que ele escreve textos informativos e interessantes. (Roald Amúndsen - jornalista da imagem)
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Léo Bueno [19/04/2006 - 21:40]
(Freelancer)


Claro que, o cara sendo empresário, o negócio dele não é jornalismo. É outra coisa.
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Léo Bueno [19/04/2006 - 21:39]
(Freelancer)


Legal: agora tem gente que acha que o Franklin Martins tem obrigação de ofender o governo. Jornalismo...
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Sérgio Carneiro Campelo [19/04/2006 - 21:39]
(Estudante)


É isso que o Mainardi quer. Polemizar. Vocês estão dando esse gostinho prá ele.
Mainardi não é jornalista. Não se porta como. Quem abriga em seu quadro um cidadão como esse, também tem culpa. Deve. Os jornalistas citados em seu artigo devem fazer como as duas colegas. Ignorá-lo. Não vale apena, Martins e Costa Pinto, gastar letras do nosso alfabeto com esse cidadão.
O que intriga, e me deixa muito preocupado, é esse cidadão ser um dos assuntos mais comentados da Veja toda semana. Parodiando, "Me diga a revista que tu lê, que eu te direi quem tu és".
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
J Farina [19/04/2006 - 19:21]
(Empresário)


E Franklin Martins não entendeu nada! Entrou direitnho na do Diogo Mainardi. Suavemente, mordeu a isca. Agora é tarde. Incrível isso! Não valeu de nada a dita experiência. Parabéns Mainardi! Você fez de novo!
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
J Farina [19/04/2006 - 19:15]
(Empresário)


Quem ouve com atenção os 'comentários' do sr Martins, há muito percebe sua inclinação para não ofender o governo, seja qual for o partido que está no poder. Lembrem-se...ele trabalha na Globo...há muito tempo. Este texto que ele se deu ao trabalho de escrever, mostra o quanto ele respeita o sr Mainardi, apesar de tentar enfatizar o contrário. Quanto a este, Mainardi, faz o que sabe fazer. Gozado esses caras, jornalistas! Quando criticam, tudo bem, somos da paz...mas quando são criticados reagem da mesma forma que o Lula (bufão, bobo da corte, golpista, tolo enfatuado...são alguns dos elogios do Martins ao Mainardi). Cuidado Franklin, pois o burro pode voar...
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Talis Andrade [19/04/2006 - 18:45]

O estilista aumentou um zero. Esta campanha vai terminar nos programas zero vestido contra fome zero.
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Fábio José de Mello [19/04/2006 - 18:42]
(Profissional Contratado)


Tem colunismo demais e jornalismo de menos.
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Talis Andrade [19/04/2006 - 18:41]

Palocci tem um irmão na Petrobras (ex-Petrobrás). Como foi a votação lá no Senado?
Teve alguém homenageado? Para presidente, o Fernando Henrique nomeou o genro.
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Alfredo Sternheim [19/04/2006 - 18:39]
(Freelancer)


Olhem a atenção dada ao caso dos vestidos. O estilista hoje na Folha, segundo seu advogado, diz que não é chegado a números e não sabe precisar se foram 400 ou 40 vestidos. mas se fez tempestade em cópo d'água por que? Porque existe uma corrente que ainda quer impor Serra como candidato a presidente (essa ilação é minha). Em um comentário ds jornalista citada por Mainardi (que é casada com marketeio de tucanos) há a insinuação que a escolha de Alckmin teria sido um erro. Gente..."A mulher de Cesar não basta ser honesta, tem que parecer honesta/"Essa frase tantas vezes aplicada pela imprensa em comentários sobre políticos também tem que ser considerada pelos jornalistas. Esqueçam o desafio de Martins e a raiva (justa) contra o estilo grosseiro e arrogante de Veja/Mainardi e atenham-se as questões levantadas. Não é fazer denuncismo, mas pedir mais transparência e mais análise dos limites da ética no jornalismo e em especial no jornalismo opinativo que está virando praga (economia?).
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Talis Andrade [19/04/2006 - 18:36]

Martins mostra a invasão dos sem terra, e Mainardi comenta. O discurso é o mesmo.
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Talis Andrade [19/04/2006 - 18:18]

"Franklin Martins desafia Mainardi". Impossível acontecer o circo proposto. Mas seria interessante ver os pais da Pátria reunidos. - Vosmicê votou no meu irmão ou neu, meu caro senador?
Isso exibido na inauguração da tv digital.
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
José de Souza Castro [19/04/2006 - 17:33]
(Freelancer)


Quarenta vestidos e, agora, 40 acusados pelo Ministério Público. Será que algum suspeito ficou fora da denúncia, só para não atrapalhar o número mágico 40? Está parecendo história das mil e uma noites...
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Alfredo Sternheim [19/04/2006 - 17:32]
(Freelancer)


Tem toda a razão MArcelo Martins com o denuncismo; realmente é um terreno perigoso que pode gerar injustiças e estigmas. Citei o caso de Lu Alckmin. E concordo em termos que, desse jeito, fica difícil o jornalista ter família, não pode ser casado com uma funcionária do Congresso federal, por exemplo. Mas se esse jornalista que escreve sobre política e autoridades, condena partidos e governantes, e ao mesmo tempo tem laços familiares com marqueteiros de um partido ou de um político em cena, a isenção fica difícil. É aquela história em que um juiz se diz impedido em um processo por ter afinidade com alguém envolvido no caso. O jornalista também tem que deixar de escrever sobre certos temas, tem que se considerar impedido. Em certas épocas que fui crítico e cineasta, não escrevi críticas sobre determinados filmes porque eram de meus produtores.Por isso, os casos insinuados pela Veja têm que ser esclarecidos, independente do autor. Jornalista tem que estar acima de qualquer suspeita.
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Daniel Lopes [19/04/2006 - 16:49]
(Estudante)


O nobre Franklin Martins deve ter muito tempo sobrando, para desperdiçá-lo assim escrevendo sobre bobões. Vai ver é porque está de férias, e encontrar erros nos textos de Diogo virou brincadeira divertida - embora menos desafiadora que um bom jogo de damas.
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Marcelo Moreira* [19/04/2006 - 16:45]
(Editor-BLOG ADVOGADO DE DEFESA - PORTAL ESTADÃO.COM.BR - SP)


Acho que precisamos tomar um cuidado maior com essa história de denuncismo, mesmo que irrelevante, senão cairemos no tal macartismo citado por Martins. Não é porque meu irmão é ladrão que eu também serei. Que acusa tem de provar e os acusados só tem de se manifestar depois do surgimento de indícios que relmente incriminem. Mainardi não os levantou, só insinuou - até agora de forma leviana - suposto tráfico de influência de jornalistas que têm parentes ou cônjuges em cargos públicos. Isso por si só não prejudica o trabalho de nenhum jornalista. Daqui a pouco teremos de restringir as opções para nós no campo amoroso: não poderemos casar com políticos, com empresários, com advogados, com juízes, ciom promotores, com esportistas, porque sempre haverá a suspeita de "promiscuidade". Mainardi tme de provar as ilações que levantou.
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Alfredo Sternheim [19/04/2006 - 16:22]
(Freelancer)


Realmente, quem acusa tem que provar como diz o jornalista do Jornal da Tarde. Mas quando se trata de figuras do governo Lula, essa premissa não é considerada. Quando o caseiro apenas disse que viu Palocci na casa suspeita, ninguém exigiu provas concretas. Mesmo Alckmin: quando o estilista falou em 400 vestidos da dona Lu, ninguém exigiu provas dele. Só publicaram de forma estigmatizante (contra ela), a retórica dos 400 vestidos que agora são cerca de 40. Quando jornalismo é vidraça, os jornalistas lembram dessa premissa. Delmar e Thomaz levantaram aspectos importantes das denúncias do venenoso e predatório Mainardi. Mas a ira está falando mais alto aqui. Pena. No desafio de Martins desviou-se o foco. Pergunto: as ligações trabalhistas de um familiar de um comentarista político pode ser comprometedora, eticamente, ao trabalho do jornalista?Caso das jornalistas citadas que ainda não se manifestaram. Ser casada com marqueteiro de um político não torna suspeito o elogio à esse político?
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Fabio Leon Moreira [19/04/2006 - 16:17]
(Freelancer)


Tenho lá as minhas críticas em relação ao modo de fazer jornalismo do senhor Diogo Mainardi. Mas se ele teve o cacife de levantar essas informações que supostamente "comprovam" a tal promiscuidade entre coleguinhas da imprensa e o poder público, seria bom que cada um dos acusados pelo colunista corressem imediatamente para os seus computadores e redigissem os seus direitos de resposta. Franklin Martins é um dos mais renomados cronistas políticos do país, mas apenas se defendeu. Não provou nada. Foi como se tivessem visto ele almoçando um prato de pizza no Capricciosa e ele, corrigindo, disesse: Não. Eu estava comendo lasanha no Fiorella.
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Marcelo Moreira* [19/04/2006 - 16:06]
(Editor-BLOG ADVOGADO DE DEFESA - PORTAL ESTADÃO.COM.BR - SP)


Quem acusa tem de provar. Os jornalistas citados pelo pseudocolunista não têm de dar explicações, o acusador que se encarrgue disso. É uma pena que estejamos discutindo mais uma insanidade de um articulista irrelevante.
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Vinícius Garcia Ruiz [19/04/2006 - 15:51]
(Repórter-SALSEIRO - SP)


Mainardi é um ser comercial, assim como Veja. Tem gente que faz de tudo pra aparecer, tira a roupa na TV...tem gente igual Mainardi que escreve bobagem na revista mais lida do Brasil( mas não a melhor).
Franklin deu uma resposta bem superior ao texto de Diogo Mainardi.
O que nos resta é esperar. Então D.M., vai aceitar o desafio?
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Consuelo Sanchez [19/04/2006 - 15:45]
(Profissional Contratado)


Valeu, Franklin Martins.
Vc lavou a alma de muita gente que já leu a coluna dessa pessoa e se indignou com a sua leviandade. Talvez o caso dessa pessoa seja inveja do sucesso profissional dos outros. Infelizmente, ele jamais terá um nome e a credibilidade dos quais possa se orgulhar, enquanto vc...
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Delmar Marques [19/04/2006 - 15:39]
(Diretor-DM Textual Editoração Eletrônica - SP)


Como Mainardi poderá ser processado se foi o senador Luiz Otávio, do PMDB, que comentou que "os 42 votos favoráveis a Victor Martins são uma homenagem nossa ao jornalista Franklin Martins"? Como ele sabia disso? Como Luiz Otávio tinha certeza da posição de 42 senadores? Não de um ou dez, mas de todos os 42 que votaram pela promoção do irmão de Franklin. Como o senador Mercadante em seguida relacionou o resultado da votação a família do votado, confirmando que no seu caso a informação de Luiz Otávio estava correta. Mas Luiz Otavio sabia da intenção não só do Mercadante, mas de todos os senadores que aprovaram por unanimidade a promoção do irmão de Franklin. Se Martins alega que não pediu pelo irmão, como todos os votantes o relacionaram ao irmão? Se não foi Franklin, um "fantasma" deve ter soprado o pedido no ouvido de cada um dos votantes. Ou Luiz Otávio não teria tanta certeza da união de pensamento de todos na hora de votar, na intenção por trás da decisão de cada um. Simples, não?
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Talis Andrade [19/04/2006 - 15:38]

Lá na terra da Portugal Telecom, uma das acionistas da Folha de São Paulo, é assim:
P. O jornalista com um contrato de trabalho por tempo indeterminado pode ser despedido sumariamente pela entidade patronal ?

R. Não, salvo quando o jornalista se encontre no período experimental. O contrato de trabalho por tempo indeterminado, findo o período experimental, só pode cessar validamente por iniciativa da entidade patronal desde que esta invoque uma justa causa que pode ser um comportamento culposo do trabalhador, lesivo dos deveres legalmente estabelecidos, ou uma causa objectiva.
(publicado no site dos Jornalistas de Portugal)
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Talis Andrade [19/04/2006 - 15:33]

Ainda a moedinha. O jornalista brasileiro precisa lutar pelo direito do autor. Não confundir com direitos autorais
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Antônio Carlos da Costa Pacheco [19/04/2006 - 15:30]
(Freelancer)


Pensando bem, há tempos não visitava este inteligente site (ou sítio, como querem os portugueses...) e não me dei conta de como os colegas estão maltratando a última flor do Lácio.
Diabos, ninguém mais sabe escrever sem errar? Dêem uma olhada nas opiniões deste caso Mainardi x Martins. Que horror, quanta gente se dizendo jornalista sem o domínio mínimo da ferramenta mínima exigida, a língua na qual se está escrevendo.
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Silma Cortes da Costa Battezzati [19/04/2006 - 15:27]

Eu leio semanalmente a coluna do Diogo Mainardi, e entendo que é o único a ter coragem de dizer a verdade sobre as falcatruas que acontecem nos bastidores do cenário politico brasileiro.

Continue seu trabalho Diogo, ele é de fundamental importância para os brasileiros, como eu, indignados com tanta corrupção no poder.

Silma Battezzati.
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Talis Andrade [19/04/2006 - 15:20]

Mainardi não é bobo. Nem Martins. Bobo é quem recebe o salário da fome, e ainda agradece. Bobo é quem fica contente com o salário piso pago no Brasil. Bobo é quem aceita o salário fixo. Que comprova que será, eternamente, o mesmo merda de sempre.
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Antônio Carlos da Costa Pacheco [19/04/2006 - 15:19]
(Freelancer)


Sou um aficcionado. Sou até suspeito, por causa disso. Gosto demais das coisas que Diogo Mainardi escreve, portanto, em tributo pago à sua coragem por dizer as coisas que os outros jornalistas brasileiros não estão tendo coragem de dizer, fico com uma pulga atrás da orelha neste caso dos parentes de jornalistas que dispõem de cargos sem concurso na administração pública. Acredito que estes jornalistas deveriam fazer seus lobbies para empregar os parentes na iniciativa privada, onde ninguém é de ninguém. Mas sempre escolhem o poder público, onde, normalmente, não é preciso trabalhar e o único trabalho é, na verdade, acompanhar o extrato bancário e ver a bolada chegar todo mês. Fico com Mainardi. Ponto final.
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Talis Andrade [19/04/2006 - 15:11]

Temos que lutar contra essa divisão do Brasil em castas. Uns jornalistas moram em palacetes. Com todo mordomia. Outros passam fome. Não sou contra o luxo de ninguém. Sou contra o piso. O salário fixo. Essa grande distância entre o andar de cima e a redação; a discriminação, a separação existente nas redações brasileiras.
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Charles Magno Medeiros [19/04/2006 - 15:10]
(Diretor-Lide Assessoria & Comunicação - SP)


Sou solidário a Franklin Martins, um dos profissionais mais íntegros, corretos e lúcidos desse País.
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Nícolas Godoy [19/04/2006 - 14:58]

Diria que é pretensão a parte essa tentativa mal sucedida de obliterar tanto Franklin quanto os incidentais envolvidos na trama. A retórica é interessante. Entre muitos ataques e defesas, esse fato trará risos a boca dos leitores. Mainardi.. te prepara..
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Talis Andrade [19/04/2006 - 14:48]

Que o Mainardi faça suas denúncias. Estamos em uma democracia. Nada de censura. Mentiu, caluniou, que pague na justiça pelos crimes. No mais, não gosto do Mainardi, porque ele tem vergonha de ser brasileiro (e quem não busca outras nacionalidades neste Brasil?) . Ele não aceita o que considero de melhor no Brasil: somos um povo mestiço, pela graça de Deus!!!
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Talis Andrade [19/04/2006 - 14:41]

3 >>> Completa Martins: "Prefiro ficar com Cláudio Abramo: `O jornalismo é o exercício diário da inteligência e a prática cotidiana do caráter´. Mas, para tanto, o sr. Mainardi está incapacitado. Não porque lhe seja escassa a inteligência; simplesmente falta-lhe caráter. A história da moedinha diz tudo".
Que Martins QUIS dizer contra o "inteligente " Mainardi? Martins chama Mainardi de "inteligente" e "bobo". Um bobo que gosta de "moedinha". Existe bobo inteligente?


 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Gercyley Batista de Sousa [19/04/2006 - 14:36]
(Profissional Contratado)


Li a matéria do Mainardi e li também a carta de Martins. fazendo uma avaliação da situação acredito que Martins está correto em desejar que Mainardi prove, com contundência, os fatos que publicou na coluna, é um direito. Lógico, que dentro do raciocínio de Voltaire, defendo a tese de que Mainardi tem o direito de se expressar sobre tudo que deseja, desde que não ultrapasse o limite ético do jornalísmo.
Mas, fico em dúvida sobre o desenrolar desta questão pois, Mainardi é um colunista polêmico, pago para ser ácido como limão em suas críticas, a ele cabe a prerrogativa de adornar a situação ao seu favor, com mais críticas e outras saídas ardilosas, temo por Martins, que vai se envolver em delongas com um crítico que está mais interessado em popularidade com os leitores de "VEJA" do que com a razão dos fatos. De todo caso. Sorte para o Martins e juízo para Mainardi.
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Talis Andrade [19/04/2006 - 14:34]

2 >>> temos que expulsar das redações todos que trabalham de graça: os chamados colaboradores, ex-ministros, ex-presidentes de bancos, cientistas políticos etc. Idem acabar com o estágio gratuito. E com o primeiro emprego com salário abaixo do pisoteado piso.
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Talis Andrade [19/04/2006 - 14:30]

Eu queria saber qual a diferença entre a Globo e a Veja?
Aqui foi discutido receber dinheiro para escrever. Quem trabalha de graça rouba o emprego de quem precisa do salário, do dinheiro para comprar o pão nosso de cada dia. Jornalismo não é bico. O que define um jornalista? Justamente a condição de viver da profissão. "Profissão de Jornalista. Decreto N. 82.284, de 13 de março de 1979. Art. 2. A profissão de jornalista compreende, PRIVATIVAMENTE, o exercício habitual e REMUNERADO".
Acusa Martins: "Não dou tanta importância a dinheiro como o sr. Mainardi, que já definiu seu próprio perfil: `Hoje em dia, só dou opinião sobre algo mediante pagamento antecipado. Quando me mandam um e-mail, não respondo, porque me recuso a escrever de graça. Quando minha mulher pede uma opinião sobre uma roupa, fico quieto, à espera de uma moedinha”.
O Mainardi faz jogo com as palavras. Existe a acusação de que algum dia recebeu jabá, mota? De que praticou o nepotismo?
Temos que expulsar das >>>
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Franklin Valverde [19/04/2006 - 14:18]
(Editor-Chefe / Coordenador de Conteúdo-K - JORNAL DE CRÍTICA - SP)


Caro Franklin, solidarizo-me concordando com o seu texto e a sua atitude. Já é hora de dar uma resposta a altura para as boçalidades dos DM. Siga com o processo, faça com que esse sujeito responda na Justiça pelos seus atos.
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Talis Andrade [19/04/2006 - 14:14]

Os países capitalistas e globalizados, que criaram os comitês de redação, veredaram pelo comunismo (por exemplo, Portugal pós Salasar). A França, outro país comunista, membro do G-8: garante estabilidade no emprego para o trabalhador.
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Thomaz Magalhães [19/04/2006 - 14:06]
(Freelancer)


Jorge Henrique, como não sou dado a juntamentos acho desnecessário "provar" que não fui desse aí que você escolheu para me "divulgar". Em todo caso, obrigado pela atenção.
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Léo Bueno [19/04/2006 - 13:54]
(Freelancer)


OK, Thomaz, então fui em que me enganei e você não está defendendo Mainardi contra o "ex-terrorista" e "gauche" (as expressões não são minhas) Martins. Sorry for that.
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Léo Bueno [19/04/2006 - 13:52]
(Freelancer)


E a Justiça devia se entender melhor com esse conceito, também. Vejamos em que pé as coisas estão: Mainardi acusou. Será processado e vai ter de provar o que acusou. Mas vai dizer que foi um senador, ou quem o valha, que lhe disse. Foi a 'fonte'. A Justiça vai cobrar o nome dela. Ele pode alegar sigilo de fonte (embora tenha justificado recentemente uma quebra desse sigilo, em "Chega de Ética, Nassif"). A Justiça não pode obrigá-lo. Ele pode pedir Exceção da Verdade. E ser absolvido. O que ele disse pode ser mentira. Ele terá acusado sem provas, sem a obrigação de provar, e a Justiça o deixará impune. O difamado sai dessa difamado. O "inocente até prova em contrário" vira "culpado por causa de falta de prova em contrário". O contrário, mesmo, do que devia ser.
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Thomaz Magalhães [19/04/2006 - 13:48]
(Freelancer)


Léo Bueno, ponto de vista não tem dono. E não defendo Mainardi ou Franklin, comento o que está no texto deles.
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Léo Bueno [19/04/2006 - 13:47]
(Freelancer)


Ninguém é obrigado a responder a nenhum ataque. "O ônus da prova cabe ao acusador" e "todo mundo é inocente até prova em contrário" continuam, ou deviam continuar, sendo regras básicas para a convivência em sociedade. São coisas que já estão no papel há mais de 200 anos. Entretanto, o que mais se vê no jornalismo, e em jornalistas, é a tal história: "você tem prova de que não fez isto?"; "você tem provas de que o seu irmão não conseguiu emprego público graças ao seu trabalho de jornalista?"; "você tem provas de que não é um jornalista de fama graças ao seu irmão congressista?". Justamente o contrário. Por esse parâmetro, eu posso acusar qualquer um aqui de ser assassino e ele é que vai ter de provar que não é.
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Thomaz Magalhães [19/04/2006 - 13:46]
(Freelancer)


Bobagem essa coisa de comitê de redação, o jornalismo se processa no campo da atividade privada. O que pode um soviete contra um dono que resolve, se for o caso, fechar a empresa? encampa-la? Que pode um soviet se o Mino Carta resolver transformar sua revista em uma Caras Capital? Ou apoiar o Geraldo? Vende-la para a Abril ou para a Monsanto?
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Léo Bueno [19/04/2006 - 13:41]
(Freelancer)


Concordo com o Fábio: o Thomaz, por seus comentários, é pessoa honrada e digna. Se, no entanto, se alinha a um (supostamente, supostamente) difamador e caluniador continuado, corre o risco de jogar por terra até a defesa de seus pontos de vista. Não precisa disto.
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Tânia dos Santos Martins de Miranda [19/04/2006 - 13:40]
(Editor-Chefe / Coordenador de Conteúdo-DESTAQUE RJ - RJ)


O respeito pelo trabalho do colega comeca onde "queremos" que comece o nosso...
O Franklin está correto, sentiu-se ofendido e deve dizer o que pensa e sente.
Gostei do desafio, dessa forma nossos parlamentares poderão trabalhar um pouco mais em pró de causas justas, embora, me preocupa os custos dessa participação dos Senadores, etc..., é capaz que peçam extras para essa ação...

Mainardi seja corajoso, aceite o desafio! Franklin, siga em frente! estou contigo.


 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Thomaz Magalhães [19/04/2006 - 13:34]
(Freelancer)


Olhando o caminhar dos comentários vamos observando que o rumo muda. Se afasta da raiva espumante que se tem do Mainardi, temos aí abaixo pérolas como precisamos cala-lo..., cassar-lhe o registro..., e também do beija mão do Franklin Martins. São da Veja e da Globo, não é? Pois é. Resta, como reflexão, que o jornalismo não acontece, não se realiza nas redações nem entre papo de jornalista, mas nos receptores da informação, ditos leitores, ouvintes e telespectadores. A Veja e a Globo, e não Franklin e Mainardi, estão vendo a coisa sob esse prisma. E acredito que estejam adorando a promoção.
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Delmar Marques [19/04/2006 - 13:34]
(Diretor-DM Textual Editoração Eletrônica - SP)


Se eles não temessem tanto os comitês de redação já os teríamos no Brasil. Patrão pode demitir, se pressionado pelo governo, qq jornalismo que incomode, até o Boris, mas qtos comitês de redação poderá demitir sem perder a credibilidade? É claro que os comitês só funcionam se a redação estiver unida em torno dele. É claro que com a frouxidão moral da "catigoria" não será fácil conseguir comitês eticamente fortes. Mas é bem mais fácil, politicamente, lutar por um comitê do que por demitidos individualmente.
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Luiz Sérgio Lindenberg Nacinovic [19/04/2006 - 13:22]
(Freelancer)


A existência ou não de comitês de redação não muda em nada o panorama. Primeiro, porque os comitês de redação agiriam apenas no cerceio e na coerção ao profissional, não ao empresário. Se o comitê se pronunciasse contra o empresário, receberia bilhete azul, passaria no caixa e estamos conversados. Isso aqui é Brasil, com ranço colonial e escravocrata no trato. A patuléia que se dane.
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Camilo Nóbrega Toscano [19/04/2006 - 12:51]

Ora, ora! Não é que o velho ditado se confirma: no dos outros é refresco! Há tempos que Diego Mainardi vem exercendo sua verborragia no mesmo tom, estilo e adjetivos. Não vi (li) nenhuma palavra contestando tais procedimentos, dos mais abjetos. Afinal, cão que ladra não morde...Até que esse cão se volta contra a gente, não é mesmo, Franklin Martins? Não gosto de Mainardi, de seu estilo, das palavras que usa, do tom que se vale. Mas é patético ver o jornalista da Globo se valer da máxima "estamos em uma democracia, todos têm direito de se expressar". Ora, ora, todos têm mesmo o direito de se expressar? Nossos veículos de comunicação estão livres da influência do poder econômico? Fenaj? Ética no jornalismo? Falem-me verdades!!!
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Talis Andrade [19/04/2006 - 12:15]

Esta gente se acha tão importante ( o famoso rei na barriga) que acredita no poder de convocar o Senado para armar o circo do ordário. Todos os senadores como jurados. Será o BBBrazil de Mainardi e Martins. Vaidade das vaidades. Será que os senadores são pagos para servir os caprichos, apartar as briguinhas dos príncipes da imprensa?
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Celia Campos [19/04/2006 - 12:02]
(Freelancer)


é muito interessante... a globo vive pegando carona nos denuncismos da revista veja... muitas vezes pautam suas notícias, utilizando a referida revista como fonte incontestável... um axioma.

afinal, a publicação reflete verdades ou mentiras ?

deram tanta corda que só podiam acabar enforcados...

imprencindível darmos um passo ético...
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade Responder este comentário
 
 
Talis Andrade [19/04/2006 - 12:01]

Injusto atacar, tardiamente, o pai do Mainardi. Mainardi não fez a fortuna do pai. Nem é responsável pelos atos do pai. Que protegeu um jornalista assassino. Que, no principal jornalão do país, praticava assédio sexual. Por exercer o cargo de editor chefe. Terminou tirando a editoria da amante. Depois demitiu. E, finalmente, o despacho final. O assassino está solto. O diretor responsável do Estadão fazia jornalismo ético?
Aliás, o Martins fez uma denúncia grave. Que precisa ser investigada pela polícia. Mainardi pai presenteou a arma do crime. E por falar em assédio sexual. Uma jornalista da Globo ficou grávida de Fernando Henrique. Ele senador. Ela repórter setorista no Senado. Fernando Henrique candidata-se a presidente, e mandam a moça parir no exílio. Isso para evitar o ataque dos petistas. Os jornalistas éticos que chefiavam a jornalista ficaram calados. Como silenciosos permanecem os que trabalham no Estadão. Isso acontece porque no Brasil não existe comitês de redação.
 
 
  Este comentário  merece destaque Este comentário não merece destaque Este comentário foge às normas de uso da comunidade