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Com crise da imprensa, profissionais questionam futuro do jornalismo
André Rosa, de São Paulo
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Entusiasta dos modelos de colaboração na Internet, o jornalista e diretor da The Information Company nos EUA Pedro Augusto Costa publicou, no site InvestNews, um artigo sobre a sustentabilidade financeira da Wikipedia. Antes, tratou de convidar usuários do site Wikimedia no Brasil, para corrigir e ajustar o texto.
Cerca de 30 colaboradores o ajudaram a aprimorar o conteúdo do artigo - que, em um dos trechos, afirma: a Wikipedia, reunindo conhecimento de forma prática e ágil, está tomando o lugar dos jornais. "Todo mundo gera conteúdo e compete com você, e essa mudança está vindo de uma forma muito rápida", complementa Costa, profissional acostumado a "separar o joio do trigo" há 30 anos.
Nesse cenário onde artigos sobre ciência, economia ou tecnologia podem ficar melhores se escritos a várias mãos, em uma conversa onde leitores e espectadores participam da produção editorial, qual o papel de quem está acostumado a filtrar o que interessa? "E pra que esse profissional?", devolve Costa, questionando a necessidade do jornalista.
"Se todo mundo está convidado a ser jornalista, as pessoas ainda vão precisar de alguém que escolha suas notÃcias? Será que existirão repórteres daqui a cinco, seis anos? O jornalismo é uma atividade muito bonita para ficar apenas nas mãos dos jornalistas", provoca.
Outras vozes O debate sobre o futuro do jornalismo aumentou nas últimas semanas, coincidindo com as notÃcias sobre a crise nos jornais impressos, sobretudo nos EUA. Discurso similar ao de Pedro Costa, sobre a falta de otimismo da imprensa norte-americana, tem o colunista de O Estado de S. Paulo Pedro Doria.
Seu ponto de vista, que rendeu 140 manifestações em seu blog, Doria lembra que os números indicam aumento na circulação de jornais, mas por uma conjuntura econômica. Isso quer dizer, em suas palavras, que "os grandes grupos de mÃdia brasileiros têm mais tempo do que os norte-americanos para enfrentar as mudanças que já estão acontecendo".
Pedro Costa lembra que, diante desse impacto, a imprensa ainda não encontrou um modelo viável para pagar seus custos. "A mÃdia sabia que isso aconteceria e não fez nada para mudar, não se preparou para este futuro. E ainda é impossÃvel dizer qual a alternativa para isso", conclui. Para Doria, três modelos estão sendo analisados: a publicidade, a existência de fundações mantenedoras e doações do público.
Autor do blog de sugestivo nome "O Jornalismo Morreu!", o professor do curso de Comunicação do Centro Universitário Una Jorge Rocha convidou jornalistas para analisar este panorama. Ao final, uma pergunta permanece sem resposta: "então, a partir daqui, para onde é que nós vamos?".
Entre tantas incertezas, a constatação de Pedro Costa é: "precisamos nos adaptar". |
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27/3/2009
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Flávio Eustáquio Bertelli
[30/03/2009 - 17:51]
(Freelancer)
pressa!!! Daà meu comentário sobre a infantilidade, já que ser apressado enquanto se é criança é até desejável, mas ao 'adulterar-se', não. É como se confundir o tempo com a idade: um tem relação com o outro, mas são epistemológicamente bem diferentes. Pessoas com 30 anos de jornalismo opinarem açodadamente sobre o fim do jornalismo, a ser substituÃdo por ferramentas da tecnologia da informação, me assustam, sinceramente. Não seria o contrário? A substituição da técnica, apenas técnica/ferramenta, não vai sanar o problema da falta de reflexão que vem assolando a imprensa, o jornalismo e as mÃdias. Wikipédias, RSS, blogs, tudo isso é benvindo, mas se continuarmos a ter jornalistas que reputam ser a ética um simples comportamento moral, sentiremos falta, como estamos sentindo, dos que nos ensinaram o verdadeiro jornalismo, comprometido com a verdade e com o cotejo entre opinões, sejam polÃticas, sejam costumes, seja lá o que for.
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Flávio Eustáquio Bertelli
[30/03/2009 - 17:39]
(Freelancer)
A mim sempre impressiona como as pessoas das várias áreas da comunicação adotam um comportamento perto do infantil - o pior é que seria regressivo - quando se vêm à s voltas com dilemas desse tipo. As chamadas novas tecnologias, entre as quais se destaca a internet e seu fantástico potencial de proporcionar mudanças radicais, têm ocasionado angústia em todos os setores do conhecimento. A medicina, as engenharias, as ciências humanas, até mesmo a psicanálise, têm sido desafiadas em seus paradigmas, cujo principal é a mudança da velocidade da informação. Um mÃnimo conhecimento da teoria da informação mostra que há uma nÃtida diferença entre um dado e uma informação. Enquanto o primeiro lida na esfera primária, a segunda usa os dados e os transforma em algo secundário. O jornalismo - mellhor, os jornalistas - têm se esquecido disso, ou não querem/conseguem REFLETIR sobre suas próprias angústias, atropelados exatamente por aquilo que mais lhe deveriam ser caros: (continua)
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Diego Marcel Vieira
[30/03/2009 - 15:40]
(Estudante)
Se o impresso vai acabar eu não sei. Até acredito que vá sofrer mudanças drásticas.
Mas, o que tem isso com o jornalismo acabar?
Quem vai atrás de fatos? O leitor vai fazer a informação? O leitor vai acompanhar a Satiagraha e trazer informações para o público?
Vou para de falar leitor e começar a usar cidadão.
O cidadão vai acompanhar sessões do senado?
O cidadão não tem como angariar informação, tem outros afazeres. Essa tarefa é nossa.
O jornalista tem que convergir. Se você lê Creative Commons e nada lhe vem a cabeça, pode estar se tornando um profissional do passado.
Vamos ter que mudar, como todas as profissões, evoluir.
Acabar?
Eu não acredito.
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Luiz Henrique Brandão
[30/03/2009 - 13:52]
(Estudante)
Não faz sentido usar o Wikipedia como bode expiatório pra falta de sustentabilidade da comunicação. Ora, a coisa não vai bem e não é de hoje. Há tempos, como já se sabe, impressos vem perdendo mercado, sim. A internet facilitou a vida de muita gente e, sem dúvida, levou parte do público dos impressos consigo. Aà vieram os portais onlines, com informação mais confiável e rápida, uma 'revolução' na comunicação. Agora dizer que Wikipedia vem tirando emprego de jornalistas não faz sentido. Fosse assim, a medicina tradicional ou a indústria farmacêutica estariam em crise graças a automedicação. Todos tem direito a informação. Não vejo problema em alguém usar o Wikipedia para divulgar alguma notÃcia. O problema é se essa notÃcia, partindo de qualquer um que não tenha formação em Jornalismo, superar a qualidade dos próprios jornalistas. É aà que a imprensa hoje em dia peca.
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Marcelo de Araújo Alves Dias
[30/03/2009 - 13:25]
(Repórter-EXTRA - RJ)
Gerar informação e conteúdo é uma coisa. Gerar notÃcia, outra completamente diferente. E para fazê-lo, é preciso credibilidade. Não será qualquer Zé Ruela que fará isso. Quem te garantirá que aquilo noticiado é fato?
Uma coisa é ler O Globo, a Folha, o Zero Hora, onde há profissionais gabaritados, reconhecidos e que realmente produzem noticiário. Outra, muitÃssimo diferente, é ler o blog do Fake4Ever, do Mosk@ ou algo do gênero. Quem são esses caras para me garantir que aquilo que consumo não é falso?
Aà podem devolver a pergunta para os veÃculos de comunicação. Isso é simplista demais, atribuir tudo a uma teoria da conspiração. Foi-se o tempo do o-povo-não-é-bobo-abaixo-a-rede-globo".
Enfim, o jornalismo é e será o espaço do jornalista, o espaço privilegiado para a produção de notÃcias. A Wikipedia é uma benfeitoria gigantesca como produtora de conteúdo, uma Barsa virtual. Mas cada um no seu espaço.
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Ana Lúcia Bertolani
[30/03/2009 - 13:22]
(Assessor de Imprensa-Interamerican - SP)
essa mesma discussão já existiu em outras crises, em outras revoluções, quando a internet chegou, quando os blogs chegaram. acho que nada desaparece, apenas se transforma. O que o jornalismo não pode, porém, é esperar o atropelamento de outras mÃdias mais modernas e populares como o rádio fez, levando um tempão para adequar-se. acredito que os gêneros não desaparecem, mas nos momentos de crise é necessário antever a mudança e antecipar-se a ela. a notÃcia sempre vai existir, a opinião, a análise, todas essas coisas que fazem a essência da profissão. O que não dá pra idealizar é que daqui a 5, 10, 100 anos a redação ainda será como foi na década de 50. isso é prestar homenagem ao obsoleto e ao ingênuo.
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VinÃcius Rêgo Pessoa
[30/03/2009 - 11:50]
(Profissional Contratado)
Erra quem diz que o pensamento do artigo está errado. E o artigo erra também quando informa que o jornalismo morreu. Contextualizando: é verdade que transformações nas profissões ocorrem, isso é natural. A confecção das matérias, o próprio jeito de fazer jornalismo vai mudar. Na sociedade do século XXI, poucas são as profissões e áreas que são tão impactadas pela 'pós - modernidade' quanto a imprensa. Só vamos ter de nos adaptar.
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Edson Pereira Filho
[30/03/2009 - 11:22]
(Freelancer)
Ah... O ser humano também é plural e não singular. Se o jornalismo está sintonizado ao dia-a-dia das pessoas, bem, salve a pluralidade.
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Edson Pereira Filho
[30/03/2009 - 11:14]
(Freelancer)
Rafael, se me permite, o caso do Jornal do Comércio é outro. Como acredito que jornalismo é plural, ou seja, um mosaico do dia-a-dia, ser segmentado num mundo globalizado é algo temeroso. Escrevo Economia e reconheço no Jornal do Comércio um veÃculo respeitável. Entretanto, por exemplo, imagine um leitor lendo só economia e negócio durante um ano. Pode ter certeza, depois de algum tempo, este leitor deixa jornais e jornais pelo canto, sem vontade de ler. É assim com publicações que só tratam de esporte, beleza ou qualquer outro assunto. Volto a dizer, jornalismo é plural. Embora goste do Jornal do Comércio. Bom seria se pudéssemos discutir um dia a idiotização do leitor com a cadernização nos jornais. Antigamente (parece papo de saudosista), os jornais eram um mosaico para o leitor, ao lado da coluna que falava de perfume aparecia o show da cantora famosa e mais abaixo o feminismo em discussão. O leitor se pluralizava e as pessoas, por este motivo, tinham capacidade de reflexão.
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Rafael Coelho Machado dos Santos
[30/03/2009 - 17:56]
(Editor-INFOGLOBO COMUNICAÇÃO - RJ)
Concordo com você, Edson. Entretanto, apesar da pluralidade existir, há algo que está embutido neste conceito, que é a segmentação. O leitor do JC não encontra nas páginas do jornal assuntos ligados à economia - fala-se de publicidade, negócios, oportunidades etc. Tudo, é claro, de acordo com o público-alvo do jornal. Acredito que falte, sim, hoje em dia, produtos mais contextualizados, que façam o leitor refletir e forma opinião. Mas de qualquer forma, todos essas formas de comunicar serão adaptadas. Por qual motivo as rádios, em sua maioria, estão com conteúdo em texto nos seus portais? É uma tendência. Não há o que se lamentar. A dica é se especilizar e tentar buscar um diferencial na área. Não é tão difÃcil quanto parece. ;-)
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Fred Henrique Rezende Ribeiro
[30/03/2009 - 11:02]
(Editor-Chefe / Coordenador de Conteúdo-BOCA DO POVO - MG - SETE LAGOAS)
É por causa de pensamentos como os do Pedro Augusto Costa que estamos neste dilema, questionando a necessidade do diploma e torcendo para que a cabeça do STF seja iluminada e nos dê alguma garantia. Comparar Wikipedia com jornalismo é no mÃnimo uma idiotice. Na verdade, desde que o jornalista faça a matéria da forma como tem que ser feita, ouvindo os vários ângulos, ela se torna feita a "várias mãos". Mas quem melhor para filtrar o que é ou não interessante? Na minha humilde opinião o jornalista. E concordo que jornalismo é para jornalista!
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Rafael Coelho Machado dos Santos
[30/03/2009 - 10:37]
(Editor-INFOGLOBO COMUNICAÇÃO - RJ)
Soube que no final de semana passada a redação do Jornal do Comércio foi, praticamente, dizimada. Os profissionais com melhores salários foram demitidos... E alguém ainda duvida que o jornal impresso vai "acabar"?
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Edson Pereira Filho
[30/03/2009 - 00:40]
(Freelancer)
Ih...Ih....O rádio ia acabar com o jornal impresso. A TV ia acabar com o rádio. A Internet ia acabar com a TV. Agora, se alguem pensa que o jornalismo ficará na mão da massa, do público ou da mutidão deve babar nas pontas dos pés quando ereto. Para quem acredita que o jornalista é um mero intermediador de informação, digo que baba nas pontas dos pés. Para quem acredita que jornalista é um agente cultural da notÃcia, crÃtico portanto, sendo capaz de discernir entre as facilidades de trânsito da dondoca da Dazlu para escapar dos homens e a banguça em que se transformou a Câmara e o Senado brasileiro, tudo bem. Imagine eu acreditar que informações sem o mÃnimo de técnica e discernimento sejam passÃveis de algum crédito. Leio, volta e meia, muitas asnices em sites, blogs, grupos de discussões etc e etc. Agora, como ando sem paciência, tem muito vagabundo querendo se meter onde não deve. Vai trabalhar e não enche o saco.
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Jaimar Chedid
[30/03/2009 - 10:28]
(Freelancer)
Concordo com Edson, e acrescento, a profissão de jornalista incomoda. Jornalismo é pra jornalista, assim como, medicina é pra médico, engenharia, para engenheiro. É tão óbvio. Qum quiser ser jornalista que estude pra isso e seja feliz.
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Marco Aurélio de Valois Correia
[29/03/2009 - 23:02]
(Freelancer)
Não antevejo a queda do Jornalismo, nem muito menos do Jornalista, como profissão. Também não acredito que jornais oficiais irão fechar por conta da Internet.
Sem modéstias, estou na intenet há pelo menos uns 20 anos e não vi nada de extraordinário que viesse a determinar o fechamento deste ou daquele jornal por conta deste "novo" meio de comunicação.
O que percebo é a falta mesmo de jornalistas criativos. Sim, de diretores de jornais capazes de fazerem a notÃcia virar efeito comum e coletivo.
Para os "engajados" aqui vai um pouco de lustre: Agora mesmo, a República Popular da China executou sumariamente cerca de 60 cidadãos com requintes de Idade Média. Algum jornal impresso publicou sobre talacontecimento?
Outra: O Papa Bento XVI fez uma importante visita a República dos Camarões. PaÃs africano dotado de hidroelétricas, aeroportos, com uma excelente infra-estrutura portuária e uma maioria cristã digna de nota. A propósito, a guerrilha foi banida deste paÃs desde 1970.
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Luiz Oscar Matzenbacher
[29/03/2009 - 11:06]
(Freelancer)
Sempre fui jornalista e creio que em algumas das décadas finais do século passado eu figurei na lista dos principais repórteres gaúchos, na Zero Hora e depois no Correio do Povo. De 1970 a 1980 fui registrado na DRT como jornalista-provisionado. Depois de formado em Jornalismo na UFRGS, tornei-me jornalista profissional, com registro na DRT-RS. Após, fiz pós-graduação em Estilo JornalÃstico na PUC-RS. Posso assegurar ao Senhor Pedro que não deixei de ser repórter depois de ter colado grau em Jornalismo e em Estilo JornalÃstico. Pelo contrário, cumpri a lei e ganhei qualidade no meu texto e nas minhas investigações jornalÃsticas que redundaram em belÃssimas reportagens, entre elas o livro: Antártida, Fantasia e Realidade no Continente Ameaçado (LP&M - 1986).
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Bernardo Luis de Moura Barbosa da Silva
[29/03/2009 - 05:57]
(Estudante)
Acho absolutamente ao contrário: a wikipedia morrerá e não o jornalismo. As pessoas pensam que todo mundo tem internet, todos tem acesso a informação e todos, finalmente, escrever uma parte da história. Jornalistas, uni-vos:nada de desãnimo. Teremos muita caminhada pela frente ainda...
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Adriano Antunes Moraes dos Santos
[28/03/2009 - 23:51]
(Estudante)
Sobre qualquer um poder ser jornalista, isso é ignorar toda a preparação que um jornalista tem, teorica e tecnicamente falando, para divulgar notÃcia apurada e digna de credibilidade. Se de médico e louco todo mundo tem um pouco, de jornalista também (principalmente os fofoqueiros). Nem por isso todos temos de ir para o hospÃcio, tampouco qualquer um é habilitado a diagnosticar doenças e medicar doentes. Portanto não me venha com esse papo de desmerecer esse diploma que estou suando para conseguir!
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Adriano Antunes Moraes dos Santos
[28/03/2009 - 23:45]
(Estudante)
Tenho ouvido muitas discussões sobre jornal impresso e advento do webjornal. É certo que as mÃdias novas não "matam" as antigas. Antes, elas coexistem e se adaptam. É o que deve ocorer com o jornal impresso. Está claro que o modo como ele é feito hoje não pode continuar. Penso ainda que o fim será a total digitalização do jornal diário. Hoje já dispomos de celulares-computadores com acesso à internet e o caramba. Isso torna cada vez mais a mÃdia digital portátil e prático. Daqui a pouco não precisaremos mais de comprar jornal no papel diariamente, receberemos as notÃcias pelos sites ou até mesmo pelos e-mails. Creio que não haverá possibilidade de se sustentar da receita com publicidade nesse meio. Creio que teremos de pagar assinaturas para ter acesso à s informações do jornal. Doação de leitores é bobagem. O papel que fique para confecção de livros. Esse sim, ainda não precisa se digitalizar totalmente. A facilidade destes é que não precisa ligar máquia ou ter bateria para lê-los.
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Thiago Benevides de Jesus Alves
[29/03/2009 - 21:20]
(Freelancer)
Mas e o prazer de folhear o jornal comprado na banca?
E tem outra questão a se considerar: a internet não parece ser levada tão a sério como se deveria, tanto que nem todo mundo consegue sobreviver de publicidade na internet
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Marcus Santana
[28/03/2009 - 21:49]
Eu acho que a internet é uma 'porta' para os produtores de conteúdos sem recursos para as impressões e custos com pessoal; porém achar que ela vai aglutinar todos os profissionais, sinceramente, acho complicado.
Pode até acontecer, mas o momento é de crise, como também alguns veÃcuslos vão surgir e outros ficarem ais fortes. Ainda que tenhamos um capitalismo falido. Devemos sim, ficar atentos as oportunidades que a rede nos dar para atuar, e não hiperbolizar a falência das midias tradicionais.
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PAULO CESAR MOZZONE
[28/03/2009 - 16:31]
(Freelancer)
Senhores,
Me permitam fazer uma ponderação quanto a INTERNET. Muito se fala de inclusão digital etc. Também sou um entusiasta do progresso e do acesso a informação, mas me preocupa a amostragem que é feita quando se mede o Brasil e os brasileiros pela Zona Sul do Rio e São Paulo e o paÃs não se resume a isso. De acordo com informações do Senador Cristovam Buarque 16 milhões de Brasileiros são INcapazes de reconhecer a bandeira brasileira, quanto mais serem internautas. Um abraço de um internauta
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Thiago Benevides de Jesus Alves
[29/03/2009 - 21:16]
(Freelancer)
Concordo com o Adriano na questão que ter acesso à internet não necessariamente é utilizar de forma proveitosa as ferramentas que ela possui
Entretanto o mundo não ficaria melhor sem ela. Ela é uma ferramenta a mais e que deve ser aproveitada por aqueles que querem e tem a oportunidade
aproveitando, já que eu não posso responder meu próprio comentário, eu estava comentando a wikipedia, que foi citada no texto do C-se. Quando eu falei sobre as grandes corporações estava exatamente me referindo aos sites dos Estadão.com, Folha on-line e outros que servem de referência quando necessitamos citar de onde vêm a informação.
Estava fazendo um paralelo com alguns comentários logo abaixo que creditaram o "fim dos tempos" à não-adaptação dos veÃculos de imprensa. Acho que eles continuarão existindo, e que a internet é apenas uma ferramenta a mais a ser usada não só por jornalistas mas pelo público em geral.
(O texto acima pode conter erros, mas estou sem vontade de reler o texto...)
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Adriano Antunes Moraes dos Santos
[28/03/2009 - 23:30]
(Estudante)
Paulo, concordo parcialmente com a sua opinião. Porém acho que a relação "reconhecer a bandeira do Brasil - ser internauta" é relativa. Sou da capital do RJ, mas pode apostar que conheço gente que antes dos jogos da Copa do Mundo canta "Oviru dus piranga mage prácida..." e tem orkut.
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Andréia Pereira da Silva*
[28/03/2009 - 15:31]
(Profissional Contratado)
"O jornalismo é uma atividade muito bonita para ficar apenas nas mãos dos jornalistas". A partir dessa frase, penso em outras ideias: o jornalismo é uma atividade muito bonita para que os jornalistas ganhem pouco, para que os profissionais não sejam valorizados como merecem! O jornalismo jamais poderá ser praticado por alguém que não seja de fato jornalista. Podem surgir donos de blogs ou quaisquer pessoas que transmitam uma informação, afinal todas as pessoas são capazes de enviar e receber informações. Isso é comunicação. Agora, ser jornalista??? Essa é uma profissão para poucas pessoas! Não sei se o jornalismo vai acabar, mas os jornalistas estão acabando. Cadê a informação objetiva, livre da corrupção e baseada no que prega o nosso Código de Ética? Não sei... Só sei que os jornalistas estão morrendo ou morrendo de vergonha da situação em que se encontram hoje.
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Luiz Sérgio Lindenberg Nacinovic
[28/03/2009 - 15:24]
(Freelancer)
Atenção!!!!!!- EU E O FÃBIO GOSTARÃAMOS QUE ALGUÉM ALTERASSE NOSSOS RESPECTIVOS PERFIS! Eles estão rrados e existe alguém que bloqueou nossa permissão de alterá-lo, colocando lá uma categoria profissional que não condiz com nossos status atuais. Seria possÃvel essa delicadeza?
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Wilian Marques Miron da Silva
[30/03/2009 - 10:58]
(Repórter-DCI - COMÉRCIO INDÚSTRIA & SERVIÇOS - SP)
Vou lançar uma campanha pela correção dos perfÃs no C-se. Há dias eu vejo esse colega reclamando em quase todos os espaços aqui na comunidade e ninguém toma providência. Agora apareceu mais um com problema semelhante. Será que niguém pode ajudá-los?
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Fábio José de Mello
[29/03/2009 - 19:10]
(Profissional Contratado)
Sei não, mas acho que podemos tirar o nosso pangaré da chuva.
Fábio José de Mello, profissional contratado. Menos para o C-se.
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Luiz Sérgio Lindenberg Nacinovic
[28/03/2009 - 15:08]
(Freelancer)
Crise por crise, o "C-se" está me causando uma daquelas. Quando é que alguma alma caridosa do site vai mudar o meu perfil para que eu volte a ser freelancer. Não sou crÃtico nem nunca fui comentarista do aliceramos.com. Sou freelancer e responsável pela Versão Beta Editora Digital Ltda. Esse vai ser o quarto post que eu coloco nessa baiúca e porra nenhuma acontece. Vou ter que apelar, como fiz na época do seu pedro? Tá ficando difÃcil!
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Thiago Benevides de Jesus Alves
[28/03/2009 - 14:50]
(Freelancer)
Eu sou um fã incondicional da internet, e acredito que a quantidade de informação e a liberdade de expressão que ela proporciona vieram sim para revolucionar o jornalismo.
Mas penso também ser este um dos problemas da internet: a informação quase anônima e sem veracidade comprovada. É pra isso que existem as grandes corporações midiáticas: para pôr a sua credibilidade em risco ao divulgar um fato.
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Adriano Antunes Moraes dos Santos
[28/03/2009 - 23:22]
(Estudante)
Tiago, esse não é um problema da internet, jornalisticamente falando. Temos sites de jornais, aos quias atribuÃmos a mesma credibilidade. o problema é onde são divulgadas as notÃcias, se num site de um jornal reconhecido ou se de um blog de um jornalista amador.
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Cláudio Neves
[28/03/2009 - 14:48]
(JORNALISTA NÃO LOCALIZADO-ALICERAMOS.COM - RJ)
Adaptação. Tanto os jornalistas quanto o negócio envolvendo jornalismo serão (e estão) sendo forçados a se adaptar. Apesar de sempre existir quem se presuma expert em comunicação, a realidade mostra que vários desses "entendidos" ficaram a margem dos acontecimentos e foram ultrapassados - apesar de toda a contrariedade em saber que seus mais acalentados conceitos e preconceitos também foram solenemente ignorados. Por isso concordo com quem diz que dificilmente o jornalismo chegará ao fim se houver a adaptação aos novos tempos.
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Daniel Meziat
[28/03/2009 - 12:47]
(Freelancer)
''Max Frenkel, antigo editor do NYT: Há um visÃvel esforço para lembrar que o jornalismo é uma arte narrativa que une o passado ao futuro, a causa à conseqüência, e que a função dos jornalistas é transformar a mera informação em conhecimento. Os fatos não informam: os repórteres e editores sim.''
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Jeferson de Andrade
[28/03/2009 - 12:08]
(Editor-FOLHA DO PADRE EUSTÃQUIO - MG)
Faço jornal de bairro há 11 anos. Ele é cada vez mais importante na comunidade. Ou seja, mesmo com internet, tv, rádio, o vizinho quer saber o que está acontecendo na sua rua. Será difÃcil o fim do jornalismo se houver adaptação aos novos tempos.
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Edson Pereira Filho
[28/03/2009 - 11:42]
(Freelancer)
As palavras no texto abaixo saram cortadas.
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Adriano Antunes Moraes dos Santos
[28/03/2009 - 23:10]
(Estudante)
not-se
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Edson Pereira Filho
[28/03/2009 - 11:41]
(Freelancer)
Ih...Ih....O rdio ia acabar com o jornal impresso. A TV ia acabar com o rdio. A Internet ia acabar com a TV. Agora, se algum pensa que o jornalismo ficar na mo da massa, do pblico ou d mutido deve babar nas pontas dos ps quando ereto. Para quem acredita que o jornalista um mero intermediador de informao, digo que baba nas pontas dos ps. Para quem acredita que jornalista um agente cultural da notcia, crtico portanto, sendo capaz de discernir entre as facilidades de trnsito da dondoca da Dazlu para escapar dos homens e a bangua em que se transformou a Cmara e o Senado brasileiro, tudo bem. Imagine eu acreditar que informaes sem o mnimo de tcnica e discernimento sejam passveis de algum crdito. Leio, volta e meia, muitas asnices em sites, blogs, grupos de discusses etc e etc. Agora, como ando sem pacincia, tem muito vagabundo querendo se meter onde no deve. Vai trabalhar e no enche o saco.
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Jorge Haas
[28/03/2009 - 11:14]
como diria a indefectÃvel rival de Clodovil... "relaxe e goze"
ainda, só para ficar claro dito de outra forma, cada vez mais, mais pessoas terão acesso à informação e de formas mais variadas e inovadoras.
as pessoas que gerarem informação de qualidade serão cada vez mais e mais necessárias.
as pessoas que souberem fluir e filtrar o imenso reservatório de dados disponÃveis "on-line!", filtrando a informação confiável, estas valerão ouro.
sinal dos tempos não confundir meninas adolescentes conversando em grupo via mail, blogs, orkut, celular, sobre rapazes enquanto fazem pesquisa para seu trabalho escolar na "Wiki" com uma jornalista investigando a distribuição de verba do orçamento da prefeitura.
ou como diria aquela indefectÃvel rival de Clodovil... "relaxe e goze"
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Flávio Alencar
[28/03/2009 - 11:09]
Discussão idiota é o que não falta. Se tudo está em crise, então, daqui a cinco anos não teremos mais economistas, médicos, advogados, padres, engenheiros....
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Roberto Porto
[28/03/2009 - 11:08]
(Colunista / Comentarista / CrÃtico-ESPN BRASIL ONLINE - SP)
Atenção, rapaziada: no texto principal da matéria, está escrtito 'textos melhores escritos'. Por favor: não comecem uma matéria com um erro. Os textos, a rigor, 'estão mais bem escritos', pois o verbo está no particÃpio passado. Um pouco mais de cuidado nos faria bem a todos.
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André Rosa de Oliveira
[28/03/2009 - 20:07]
Caro Roberto, na verdade está escrito "textos melhores SE escritos".
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Jorge Haas
[28/03/2009 - 10:59]
mais um professor teórico dos meandros da comunicação de massa se lançando em busca de público. ou seria um professor aloprado encantado com os novos brinquedinhos !?
santa paciência batmam !
nada de muito consistente mas cheio daquela euforia ansiosa, quase mÃstica do fins dos tempos. esse cara veio do sertão de caicó ?
a crise na imprensa é a crise do "negócio", empreendimento. ela acompanha o processo de reestruturação da economia de mercado, sustentado pela modo de vida americano, e que deverá reencontrar-se para sobreviver. nada que ver com a nova plataforma de comuncação que trouxe a web/internet.
soa até ridÃculo essa visão sectária marxista que incharca faculdades e os bureau de jornalistas à estas alturas do tempo, ainda presos à conceitos de público como patrões, empregados, massa, elite...agora quando a comunicação vive seu alge revolucionário de compartilhamento do conhecimento e da informação.
haja saco prá tanto lixo nesta história.
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Franck Érique Rodrigues
[28/03/2009 - 08:53]
(Freelancer)
Me parece que algumas colocações sobre a wiki ficaram de fora, assim como a associação dela com o fim do jornalista é algo para mim sem sentido. Em primeiro lugar a wiki é uma biblioteca, nela não é possÃvel encontrar notÃcias factuais atualizadas diariamente como os jornais (impressos ou televisivos, por exemplo), se comparar sua atualização com os próprios portais de notÃcias, aà vira covardia, pois está atrás, muito atrás. Segundo, qualquer um pode postar na wiki, o que demandaria um trabalho enorme de gente "entendida" no assunto em questão para atestar a veracidade da informação, diferente dos veÃculos que trabalham com editores e jornalistas que têm como princÃpio básico a credibilidade. A wiki é um ótimo serviço, como tantos outros na ner, e só.. Outra coisa discutida é a fonte de renda das empresas de comunicação. Vale lembrar que no Brasil, cerca de 90% dos jornais (principalmente no interior) sobrevivem do poder público e isso não parece estar mudando, uma pena, esse último.
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Cláudio Neves
[28/03/2009 - 00:02]
(JORNALISTA NÃO LOCALIZADO-ALICERAMOS.COM - RJ)
Mesmo porque concordo plenamente que a imprensa (aà me refiro aos empresários de comunicação de forma geral) se lixaram para a inovação de seus negócios e as suas relações com os colaboradores nesses tempos convergentes e colaborativo da internet. Pelo jeito, tudo permanece exatamente como sempre foi, e continuam com a receitinha nefasta de arrancar a "mais valia" dos funcionários a custa dos mesmos jogos sujos. Ainda não se deram por avisados que essa crise não vai passar mesmo sendo irrigada com quatrilhões de dólares por todos os paÃses. As empresas jornalÃsticas já tinham que estar rebolando há muito tempo para inovar. Mas o máximo que esses chefetes conseguem conceber como solução é demitir, demitir, demitir, demitir. Quero ver como, depois de demitir todo mundo, vão conseguir publicar seus papéis de enrolar peixe.
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Cláudio Neves
[27/03/2009 - 23:53]
(JORNALISTA NÃO LOCALIZADO-ALICERAMOS.COM - RJ)
Sem querer ferir suscetibilidades, a primeira vista as reações a respeito dessa necessidade de adaptação dos jornalistas à convergência de mÃdias, desenvolvimento tecnológico e mudança dos papéis de cada um, tendem a nutrir um certo saudosismo. Essa é uma realidade anunciada há mais de uma década pelo menos. Sem dúvida ética, caráter, profissionalismo e todos aqueles quesitos necessários aos jornalistas vão continuar sendo indispensáveis. Entretanto não podemos nos fiar somente nisso, pois essas "virtudes" são exigências para atividade de vários outros profissionais, que aliás, mesmo não jornalistas estão correndo atrás de novos conhecimentos, inclusive o de ser repórter. Se alguém depende de um emprego formal e de um empregador para sobreviver, não pode se dar ao luxo de imaginar que a patronada vai optar pela ética do funcionário, se ele conseguir, pelo mesmo preço, ou até menos, quem tem tudo isso e ainda domina as técnicas jornalÃsticas e todas as ferramentas a sua disposição.
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Antonio Manoel Oliveira
[27/03/2009 - 22:43]
É apenas mais um ramo da patronada se manifestando. Deixem as águas rolar, gente, não tentem atrapalhar o fluxo da vida. Há coisas que ninguém substitui... mesmo que rolem anos. Falo em ética, caráter, estas coisas, que fazem a boa imprensa (opa!!). ou não impressa.....
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Maria da Conceição Soares
[27/03/2009 - 21:22]
(Freelancer)
Escrever....qualquer um é capaz...fazer jornalismo é diferente...é pra quem tem paixão por essa profissão...está nas veias...as pessoas vão ver toda essa mÃdia imediata oferecida na rede, mas vão sempre atrás da notÃcia traduzida por um jornalista. Ver uma informação na internet não substitui o prazer de sair para comprar o jornal na banca, passar uma olhada nas manchetes de todos os disponÃveis e comprar o seu preferido. Esse público não vai acabar agora, ao menos, não nos próximos 30 anos...
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Cintia Silva de Oliveira
[27/03/2009 - 21:03]
(Freelancer)
Creio que sempre haverá jornalistas, a questão é; se eles serão qualificados. Porque com essa de ficar só na frente do computador, vemos estudantes que não pegam um livro para ler, assistem um filme, ou o mÃnimo assistem televisão, só querem MSN, Orkut, Blog, senão tiver em rede, não existe. Que tipo de profissional será esse????? Saber escrever bem não qualifica para ser um bom jornalista. Porque em determinadas situações precisará de técnicas que só a facauldade e a pós dará.
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Daniel Capela
[27/03/2009 - 19:45]
(Estudante)
nao podemos ser contra a interatividade. acredito que jornalistas, mesmo que sem salario sempre serao jornalistas. nao vejo jornalismo como profissao mas como modo de ser, tendo uma diferença ppor quem estudou para fazer uma melhor comunicaçao e ser compreendido por tds, elite e massa.
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Jonas S. Marcondes
[27/03/2009 - 18:52]
Gente, o Capitalismo faliu. todos os salários serão rebaixados. Durante algum tempo não haverá inflação e nem emprego. Depois virá o pior , o sub-emprego.
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Luiz Sérgio Lindenberg Nacinovic
[27/03/2009 - 18:31]
(Freelancer)
Falsidade por falsidade, o "C-se" e a CBM se parecem muito. Lá, as datas escolhidas para pagamento de credores e profissionais não são respeitadas. Aqui, o desrespeito é pessoal, pois o "C-se" me rotula como trabalhador no site da Jornalista Alice Ramos, o que é uma mentira. Sou Freelancer e colaborei com o site de la algumas vezes. Sou responsável pela Versão Beta Editora Digital Ltda, apenas. Gostaria que os responsáveis pelo perfil corrigissem essa anomalia.
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