|
|
| |
Capa > Jornal da Imprensa > Primeiro Caderno
|
|
|
|
Como conquistar uma capa na Veja? Assessora dá dicas
Izabela Vasconcelos, de São Paulo
|
Com menos de um mês de assessoria, a Ayla Meireles Comunicação conseguiu divulgar o trabalho de uma cliente na capa da revista Veja, semanal de maior circulação do País, com cerca de 1 milhão de exemplares. O espaço, assim como em outros veículos, é concorrido, mas a dona da agência explica os diferenciais que podem garantir a repercussão de uma sugestão de pauta na grande imprensa.
Com a chamada “O milionário mora ao lado”, a capa apresenta a foto de Vanessa de Figueiredo Vilela Araújo, cliente da assessoria e dona da Kapeh Cosmésticos. A reportagem mostra como seis empresários brasileiros se tornam milionários a cada hora.
A revista já preparava uma matéria sobre empreendedorismo que seria publicada depois, mas a sugestão de pauta adiantou a sua publicação. Vanessa havia acabado de ser reconhecida por um prêmio da ONU como uma das dez melhores empreendedoras do mundo, indicadas ao Empretec Women in Business Award 2010 (curso de empreendedorismo).
Para a dona da agência, Ayla Meireles, além da premiação, a sugestão ganhou destaque pelos detalhes. “A nossa estratégia foi colocar um título bem interessante, com um bom texto, um e-mail relevante. Mas antes disso montamos um planejamento estratégico voltado para os negócios”, explica.
Follow, não! Outro diferencial, segundo Ayla, foi rejeitar o follow up, tão comum nas assessorias de imprensa. “Desde o início, nesses cinco anos, nossa política é não usar o follow, porque entendemos como uma redundância. Se o jornalista não leu, nós respeitamos o espaço dele. Os jornalistas já nos conhecem e sabem que se não ler, nós não vamos ligar. Então, se recebem um release nosso, ficam atentos”, conta. Depois que o repórter entra em contato, Ayla explica que apresenta várias outras sugestões dentro da mesma pauta.
Além da capa da semanal de maior circulação do Brasil, Vanessa aparece nas páginas da Isto É Dinheiro, Época, em um vídeo na UOL e no programa Show Business, entrevistada por João Dória Jr. De acordo com a assessoria, ainda há espaços fechados no programa do Jô (TV Globo), Hoje em Dia (Record), Mais Você (Globo) e Todo Seu (Gazeta).
Vanessa diz que esperava repercussão pelo prêmio, mas ficou surpresa com tanta procura pelos jornalistas. “Estou extremamente satisfeita. Fiquei surpresa com essa repercussão em pouco tempo. Também deu uma visibilidade muito grande à marca, que só tem três anos de mercado. Agora estamos tendo uma procura muito grande de possíveis parceiros para pontos de venda”, conta a jovem empresária, que investe em cosméticos feitos à base do extrato de café. |
|
20/5/2010
|
| |
|
Cleber Nadalutti
[24/05/2010 - 20:37]
(Freelancer)
Ué, não era o Diogo Manada que dizia que a IstoÉ era a revista "mais vendida do país"? Mudou de endereço a revista???
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Fábio José de Mello
[24/05/2010 - 17:38]
(Profissional Contratado)
"Babação de ovo qualquer tonto sabe fazer, se algum $$$ a mais vier pro bolso".
É. Tem razão.
"A midia come na mão se farto for o grão", já dizia o Serjão Motta.
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Edson Pereira Filho
[24/05/2010 - 09:41]
(Freelancer)
Lula é citado no El País como grande e mais importante estadista do mundo deste século e os meios de comunicação no Brasil escondem o assunto e nossa elite midiática fica quieta. Depois é citado no Le Monde, com os mesmos elogios e acontece a mesma coisa aqui. E depois tantos outros jornais do mundo. Por último, a revista Time considerou a figura mais importante deste início de século, e a elite midiática daqui também ficou quieta. Entendo que para esta gente que é duro ver um nordestino, pobre e sem ter estudado plenamente virar uma boa história por aqui. Nossa elite, achava chique negociar com EUA e alguns países europeus, ficava macaqueando a turma de lá para tentar ser igual, algo ridículo. Aí, tentaram jogar Lula no eixo esquerdistazinho Cuba e Venezuela, temperando isso com a suposta ignorância do metalúrgico. Mas ele, negociou com China, Rússia e Oriente Médio, vendeu o país no bom sentido e fez a classe média ser a maior. E ninguém conta esta história. O Brasil não se vê.
|
|
|
| |
|
|
| |
 |
|
Armando Esteves Jr.
[24/05/2010 - 17:07]
(Freelancer)
Babação de ovo qualquer tonto sabe fazer, se algum $$$ a mais vier pro bolso. Le Monde disse o que disse porque a França quer vender uns caças aí, por bilhões de dólares. E esse papo de nordestino pobre etc etc ja tá parecendo preconceito deles próprios, os nordestinos pobres. E, convenhamos, não foi preciso tentar jogar o cara pra cima de Cuba e Venezuela etc...caramba, vá ler um pouco...
|
|
|
|
|
|
|
|
|
 |
|
| |
|
Lis Carolinne Lemos
[23/05/2010 - 10:25]
(Repórter-TRIBUNA DO PLANALTO - GO)
Olha o jabaculê aí geeeeeeeeeente!
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Sandro Cajé
[22/05/2010 - 02:10]
(Freelancer)
A Veja está no caminho certo, deve esquecer a política. O Lula fez do Brasil exatamente o contrário do que a Veja dizia. Um veículo serve para informar os leitores, comunicar os fatos. Infelizmente alguns editores teimam em usar o veículo em que trabalham para fazer política partidária e eleitoral, o que é um desserviço à sociedade, além de ser um modo de segmentar o público. Nos dias que correm, segmentar nos veículos de comunicação tradicionais é rasgar dinheiro. Mas tem muita gente que ainda não se deu conta disso. Não é só a mídia impressa que está na UTI, a televisão e o rádio também estão. No momento em que o televisor acessar a internet, com o monte de webtvs que estão surgindo, vai ser difícil conseguir dinheiro para sustentar estruturas imensas como essas empresas gigantescas. A diluição da audiência e dos leitores é inevitável. Enquanto for possível vender a capa por um preço razoável, vendam. Daqui a poucos anos ela vai ficar bem barata.
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Daniel Silva*
[21/05/2010 - 17:41]
(Profissional Contratado)
Apesar da crise na imprensa escrita mundial, o texto refere-se à veja como a “revista semanal de maior circulação no país” por duas vezes, destacando-a como um sucesso comercial absoluto, sobrepondo a tudo. Ou seja, o próprio Comunique-se apresenta seu texto como exemplo de matéria paga, quase merchandising, e ainda na contramão da realidade. Como se sabe, a revistinha veja está perdendo anunciantes gradualmente faz tempo, e investir na capa passou a ser fator de sobrevivência, pois seu conteúdo não é mais a grande vitrine comercial de antes. Folheando a revistinha, percebe-se que as páginas de propaganda já ocupam entre 70 a 80% da publicação. A ideologia direitista do seu conteúdo jornalístico é lastimável. Mas isso também é mercadológico. Como não conseguem mais ampliar o seu público leitor, se apelam naquele que ainda é fiel consumidor e/ou assinante, conservando-o para garantir as vendas. Ou seja, conserva-se os conservadores. Revistinha veja... é o início do fim.
|
|
|
| |
|
|
| |
 |
|
Armando Esteves Jr.
[24/05/2010 - 17:02]
(Freelancer)
Incrível...se "a revistinha veja" está perdendo anunciantes gradualmente faz tempo"...como explicar que "70 a 80%" da publicação é ocupada por propaganda? Antes era quanto, meu caro? 99%? Oras bolas...o início do fim é esse tipo de crítica vazia e partidária.
|
|
|
|
|
|
|
|
|
 |
|
| |
|
Wagner Fonseca
[21/05/2010 - 16:52]
(Diretor-Reperkut Comunicação - SP)
Ora vejam,
Estar no lugar certo na hora adequada sempre ajudou em qualquer atividade humana, a partir da mera sobrevivência em cidades como Rio e São Paulo, só para citar um exemplo.
Por isso acho temerário afirmar categoricamente coisas como "follow nunca", pois se cada caso não tivesse lá suas peculiaridades, esse sucesso retumbante jamais teria ocorrido, convenhamos.
Em seu pouco tempo de atividade, talvez essa empresa ainda não tenha encarado pela proa assuntos fracos, que requerem não apenas o velho e bom follow up, como também uma dose de sorte maior ainda do que a obtida desta vez, em que pese o mérito de ter sabido transformar em diamante lapidado a pepita que recebeu para trabalhar.
Se as redações dedicassem mais atenção às assessorias e as nossas divulgações sempre pudessem se comprometer mais com o "consumidor" ao invés de nossos contratos, certamente casos assim seriam corriqueiros e dispensariam abordagens sensacionalistas.
Wagner Fonseca
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
PAULO CESAR MOZZONE
[21/05/2010 - 15:39]
(Freelancer)
Meus parabéns para a assessoria de imprensa, para a empresaria pela vitoria conquistada. É mais uma brasileira ganhando premios e nos dando muito orgulho. Para aqueles que destilam criticas furiosas eu entendo a razão de quanto para uns o sucesso alheio incomoda. " Com menos de um mês de assessoria, a Ayla Meireles Comunicação conseguiu divulgar o trabalho de uma cliente na capa da revista Veja, semanal de maior circulação do País, com cerca de 1 milhão de exemplares."
|
|
|
| |
|
|
| |
 |
|
Wilson Moreira dos Santos
[21/05/2010 - 19:29]
"Para aqueles que destilam criticas furiosas eu entendo a razão de quanto para uns o sucesso alheio incomoda. " Excelente frase!!! Vou mandar para o FHC.
|
|
|
|
|
|
|
|
|
 |
|
| |
|
Fabiana Duarte
[21/05/2010 - 14:50]
(Profissional Contratado)
Concordo com a opinião da colega Rosana Rios Pereira. Sou jornalista contratada e também trabalho com assessoria de imprensa. Todo veículo de comunicação é, antes de tudo, uma empresa. No caso da Veja, um produto de sucesso, conhecido por boa parte dos cidadãos deste país, com seus defeitos mas, principalmente, com sua vantagem de sempre ter grande repercussão em suas matérias. Por este motivo, dou os meus parabéns à empresa cujo cliente conquistou a capa da Veja. Quem segue neste ramo sabe o quanto é importante colocar seu cliente em um veículo como este. Muito me entristece ver as opiniões de colegas que acham que o certo é negar a revista e, ainda, falar mal do papel importante das assessorias.
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Frederico Oliveira Palladino
[21/05/2010 - 13:03]
(Freelancer)
Colegas.. estou vendo aí a manifestação de opiniões e entendo a maior parte delas..
Mas pensando sobre a ótica das assessorias. É lógico que trata-se de um bom trabalho e de uma excelente conquista...
Como ressalta a matéria, a revista tem tiragem de um milhão de cópias, e nós aqui sabemos que a grande maioria dos leitores não tem a mesma opinião crítica em relação à revista que a maioria dos que comentaram aqui.
Ou seja, você coloca seu cliente em grande circulação e será lido por um monte de gente que vai se encantar com sua história..
Se a Veja é panfleto, vendida ou qualquer outra coisa, não sei. Mas eu quero a capa dela para meu cliente também.
A ética do assessor é para com seu cliente, e ele quer visibilidade.. não esqueçamos
abraços
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Sandra de Angelis
[21/05/2010 - 12:42]
(Diretor - Comunicação Empresarial-Edge Mídia - SP)
Ora, parabéns pelo feito, mas se me permitem, gostaria de observar alguns aspectos éticos, sob o ponto de vista jornalístico: - As assessorias de Imprensa buscam a exposição de seus clientes, como objetivo final de seu trabalho, claro, mas é preciso respeitar os papéis de "cada lado do balcão". Uma pauta bem apurada é o propósito de qualquer profissional, esteja ele do lado de lá, do mercado jornalístico, ou do lado de cá, das assessorias. Capa da Veja é bom? Claro que é é... ou não. E aqui vai uma crítica ao Comunique-se em relação à manchete desta notícia...
Precisamos melhorar as definições de um bom trabalho de assessoria. Precisamos primar pelos parâmetos éticos de ambos os lados, onde o respeito às fontes e à informação seja a RECEITA de sucesso.
As grandes assessorias ainda fazem estatísticas de "centimetragem" de clipping, ou "minutagem" eletrônica, fazendo um comparativo entre o tempo e o tamanho de exposição e o espaço publicitário. Gente, isso me cora de vergonha!
|
|
|
| |
|
|
| |
 |
|
Carlos Eduardo da Silva Matos
[21/05/2010 - 14:42]
(Freelancer)
Eu não entendi a relação que vc tentou fazer neste post. Clipar é também uma ação comercial de assessoria, sem ele não se fatura, não se comprova a eficiência. Coisa administrativas e comerciais. Agora, o produto vendido com sucesso à Veja, e, claro, a Veja engoliu a pauta, foi a assessorada que foi pra Capa com uma matéria boa e positiva. Putz, isso vai render um bom pagamento à assessoria, sem falar da atração de novos clientes. Mas a assessoria teve sorte, porque já havia uma pauta em andamento e a reportagem só precisava de um personagem forte para puxar a matéria. Estava no local certo, na hora certa. Bjs!
|
|
|
|
|
|
|
|
|
 |
|
| |
|
Paulo Sérgio Zembruski
[21/05/2010 - 12:02]
(Diretor - Arte-USP - Universidade de São Paulo - SP)
É quanto mesmo para aparecer na capa? Pensei que vendiam só a contra-capa.
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Victor Abramo
[21/05/2010 - 11:33]
(Profissional Contratado)
Quanta besteira!!
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Julie Melo Braga
[21/05/2010 - 11:28]
(Estudante)
Essa assessoria conseguiu não só a capa da Veja, como também um espacinho aqui no Comunique-se né?
|
|
|
| |
|
|
| |
 |
|
Guilherme Ferreira da Silva**
[21/05/2010 - 21:20]
(Freelancer)
Julie Melo Braga disse tudo.
|
|
|
|
|
|
|
|
|
 |
|
| |
|
Cid Ubiritan Brasil Quintela
[21/05/2010 - 11:16]
(Freelancer)
Alguém consegue me responder porque a Abril distribui gratuitamente a VEJA pela internet?
Se esssa revista é tão boa assim como algumas pessoas aqui acham que é... podem decifrar esse enigma???
Essa futra é podre ou está bichada...
(engraçado... é só coma VEJA!)
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Rosana Rios Pereira
[21/05/2010 - 10:33]
(Editor-CAÇULA - RJ)
Não estou aqui para defender a Veja, se ela é de esquerda ou de direita, até mesmo pq qualquer mídia é tendenciosa, nada neutra. O fato é que, embora o viés usado em suas reportagens seja sempre escancarado, a Veja é uma das revistas mais lidas do Brasil. Isso não tem como contestarmos. E é super bacana para um assessor de imprensa, como eu, ter um um cliente estampado em sua capa. O cliente fica satisfeito e, por conseguinte, nós também. Parabéns à Ayla Meireles Comunicação!!
|
|
|
| |
|
|
| |
Armando Esteves Jr.
[21/05/2010 - 10:27]
(Freelancer)
|
 |
|
|
| |
|
Leonardo Garcia de Lima
[21/05/2010 - 10:16]
(Assistente - Marketing-Correios - DF)
Caro Armando, desculpe-me, mas seu comentário é lamentável! Quem necessita receber 90 reais de Bolsa Família, provavelmente não tem acesso as mesmas oportunidades que essa mulher teve, sem querem desmerecer os méritos dela. Mas você está querendo colocar no mesmo patamar dois extremos sociais completamente opostos. Aliás, é o que a VEJA ama fazer o tempo todo. Revistinha medíocre.
|
|
|
| |
|
|
| |
 |
|
Armando Esteves Jr.
[21/05/2010 - 10:25]
(Freelancer)
Caro Leonardo...necessitar dos 90 reais do bolsa-família é uma coisa. Trabalhar duro pra não precisar mais deles é outra. A matéria da revista foi focada em empreendedorismo, não em clientelismo ou, como queira, "programas sociais". Meu comentário está longe de ser lamentável, portanto. Talvez lamentável seja um adjetivo pra outro tipo de coisa.
|
|
|
|
|
|
|
|
|
 |
|
| |
|
Armando Esteves Jr.
[21/05/2010 - 09:43]
(Freelancer)
Uma matéria que apresenta o sucesso de quem trabalha, ao invés de quem fica na sombra, esperando o bolsa-família, só pode mesmo ser capa da mais importante revista deste país tão assaltado por quadrilheiros, sobretudo os que estão no poder atualmente. Barbudinhos ou não.
|
|
|
| |
|
|
| |
 |
|
Marcelo de Souza Carlos
[21/05/2010 - 10:14]
(Freelancer)
|
|
|
|
|
|
 |
|
| |
|
Adir Tavares
[21/05/2010 - 09:31]
Que lixo!
|
|
|
| |
|
|
| |
 |
|
Armando Esteves Jr.
[21/05/2010 - 09:35]
(Freelancer)
Lixo? A sua opinião sintética, resumida e, mesmo assim, tão brilhante? Ou o senhor se refere à inveja que chega antes dela?
|
|
|
|
|
|
|
|
|
 |
|
| |
|
Doca Ramos Mello
[21/05/2010 - 09:20]
(Freelancer)
Falem o que quiserem falar, a Veja está aí, na ponta do mercado editorial e nenhum veículo sobrevive se não vender seu peixe e vedê-lo direitinho. Acho louvável o trabalho das assessorias, mas toda vez que saem matérias sobre jovens empreendedores brasileiros que ficaram ricos da noite para o dia, é só ler bem e prestar a tenção naquela linhazinha embutida no texto, dando conta de que o jovem citado tem respaldo de muita grana familiar - pobre, tenha o talento que tiver, não enriquece com essa facilidade toda, convenhamos, qaundo enriquece. No caso da matéria em questão, pesa ainda o fato de a moça ser bonita para aparecer na capa. Ou seja, dinheiro e beleza continuam dando as cartas, na maioria das vezes. Isso, sim, é lamentável, mas verdadeiro.
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Sylvio Lincoln Almeida Jr.
[21/05/2010 - 09:19]
Excelente trabalho da Ayla Meireles Comunicação. Estão de parabéns.
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Thiago Crivellaro Motta Netto
[21/05/2010 - 09:09]
(Redator-Lamonica Conteúdo & Opinião - SP)
Por causa desse tipo de matéria que deixei de ler essa revista sem graça.
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Marcellus William Janes
[21/05/2010 - 08:59]
(Profissional Contratado)
Pata conquistar uma capa da Veja é só demegrir os movimentos sociais, o Presidente da República e exaltar o Serra.
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Nilton José Dantas Wanderley
[21/05/2010 - 07:03]
( Outros-Câmara dos Deputados - DF)
Mas josé Roberto Arruda já ensinava como aparecer nas páginas de Veja com rasgados elogios.É só ver a página do Diário Oficial do DF que o blog Namaria publicou. Com todos os detalhes.
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Márcia Leite*
[20/05/2010 - 23:48]
(Profissional Contratado)
A estratégia é louvável e a história da empresária, também. Agora, conquista uma capa da Veja só é vantagem pra quem realmente não entende nada de comunicaçao.
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Gabriel de Barcelos Sotomaior
[20/05/2010 - 22:40]
Como conquistar uma capa da Veja?
- Fale mal do MST ou de qualquer movimento social. - Puxe o saco da classe média, os heróis nacionais e únicos que trabalham - Ridicularize qualquer figura da esquerda e exalte qualquer político Demo-Tucano - Ou apenas tenha dinheiro e compre o espaço
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Guilherme Ferreira da Silva**
[20/05/2010 - 22:32]
(Freelancer)
Só não entendi uma coisa: qual a vantagem em ser capa desse catálogo publicitário eivado e mentiras?
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Sandro Cajé
[20/05/2010 - 21:38]
(Freelancer)
A Veja deve investir mais nesse tipo de comunicação, mais positiva, mais pra cima, mais próxima da realidade. Vale muito mais do que ficar debatendo política, o que, definitivamente, não tem competência. A realidade brasileira, aliás, vista da Marginal Pinheiros, sofre distorções gravíssimas. Enfim, conhecer a vida e a capacidade empreendedora dessa moça é muito estimulante; o Mainardi é o contrário.
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Ayrton Mugnaini Jr.
[20/05/2010 - 20:36]
(Freelancer)
Realmente, a Veja está mudando. Até bem pouco tempo atrás, para ser capa da revista era preciso ser doente terminal, não-heterossexual ou estar envolvido(a) em alguma grande desgraça ou escândalo...
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Carlos Eduardo da Silva Matos
[20/05/2010 - 20:09]
(Freelancer)
Isso é prova de que assessoria de imprensa é estratégia pura! Não ´se só release e cheque na mão. Se fosse assim, todo mundo que soubesse escrever uma linha seria assessor de imprensa. Admiro os estrategistas da comunicação. Parabéns!
|
|
|
| |
|
|
| |
|
|
|
|
 |
Voltar
|
Outras matérias desta editoria
|
|
|
|