|
|
| |
|
|
|
|
|
Focas se perdem no dialeto das redações
Allan Santin, da Universidade Tuiuti do Paraná (UTP)
|
|
Nas redações os profissionais falam palavras diferentes à maioria da população. Muitas palavras vêm do inglês, outras, do português mesmo, mas não parecem fazer nenhum sentido. Trata-se da linguagem técnica utilizada pelos jornalistas. Dentro da faculdade, aparece uma coleção delas, mas é no mercado de trabalho que o ‘foca’ se vê obrigado a aperfeiçoar o seu vocabulário, para entender o que se passa ao seu redor. Em tempo, foca é a expressão utilizada para chamar os repórteres iniciantes. Ou seja, um dia, todo jornalista já foi um.
Foca Segundo o Guia dos Curiosos, organizado por Marcelo Duarte, o termo “foca” traduz o novato. No guia, que tem um parágrafo sobre o tema, Tião Gomes Pinto, diretor de redação da Revista Imprensa explica que “O foca sempre entra numa fria”, “aprende rápido a realizar pequenas tarefas em troca de poucas sardinhas”, “fica boiando o tempo todo”, “ele tem um ar puro, inocente”. O jornalista até criou uma lista de discussão na internet onde alguns colegas dão explicações mais etimológicas. “Foca vem da palavra latina fócula, utilizada para designar ignorantes próximos do poder e subservientes ao extremo”.
Artimanha Como visto, as gírias usadas por jornalistas não possuem sempre um significado lógico. Porém, é de extrema importância que o futuro comunicador conheça tais expressões e seu uso. O vocabulário técnico pode ajudar inclusive na prática. No passado, nem tão pretérito assim, um jornalista que queria despistar alguma fonte ou autoridade incômoda que insistia em aparecer, pedia ao fotógrafo fazer uma “chapa 11”. A senha era infalível, o fotógrafo acendia o flash da câmera e a satisfação estava garantida. Obviamente, nada seria publicado pois nenhuma foto havia sido tirada. O termo nasceu na época em que as câmeras possuíam filmes que tinham 10 poses e ainda hoje sobrevive.
Lista de termos jornalísticos Conheça alguns dos termos usados por jornalistas no dia-a-dia das redações.
Barriga – Publicar notícia irreal, que não teve as fontes devidamente checadas.
Cair - Diz-se de uma reportagem que não será mais utilizada. Sinônimo de derrubar. Chupar - Plagiar. Usa-se a expressão “chupar matéria”.
Cozinha - Termo usado para definir as funções ligadas ao fechamento do jornal.
Cozinhar - Reescrever texto de outro veículo.
Drops - Notas curtas.
Emplacar - Aprovar uma pauta, realizar a matéria e publicá-la. “Emplacar matéria”.
Enxugar - Eliminar termos desnecessários, informações e observações excedentes de um texto.
Espelho - O desenho modelo da página onde entrará uma matéria, também conhecido como “Boneco”.
Esquentar - “Esquentar matéria” ou “requentar matéria”. Fala-se de matérias reutilizadas, como nova informação. Estourar (o prazo) - Passar da hora de entregar a matéria.
Furo - É a notícia dada em primeira mão, com exclusividade.
Gancho – Fato principal da matéria que pode gerar outras, no mesmo dia ou no dia seguinte (suíte).
Iceberg – Texto extenso, que ocupa a página interna, geralmente na primeira página.
Jabá - “Presentes” dados a jornalistas para comprar a sua imparcialidade; tráfico de influência ou pagamento de propina.
Mastigar - Destrinchar, explicitar, ser didático.
Muleta - Recurso de usar palavras desnecessárias para esticar o título.
Olho – Pequena frase, geralmente citação, em destaque no meio, antes ou depois de texto.
Ombudsman - Profissional responsável pelos interesses do público. Tem a função de criticar o veículo e seu trabalho.
Lead - O primeiro parágrafo do texto, onde estão as principais informações da notícia. O quê? Quem? Quando? Como? Onde? e Por que?
Pastel - Colocar de forma errônea os elementos gráficos em uma página. Pode ocorrer em textos, fotos, legendas etc; pode ser pequeno ou grande.
Pauta - Informações e dicas para o cumprimento de uma reportagem, elaborado pelo pauteiro.
Pirulito - Texto pequeno.
Pescoço - Realizar a antecipação de cadernos e matérias que serão publicadas no final de semana.
Vazar - Divulgação de informação supostamente sigilosa e que chega a redação.
(*) Alessandra Ferreira - Professora responsável Aluno: Allan Santin (6º período) Schoolfellow kersey colposcope soliped poikilopicria grading multiaddress micropulsation transloading homelike; disruptive. bextra
buy cialis online
cheap phentermine online adipex online prevacid order viagra
homogenetic atorvastatin
emagram cheap adipex singulair
unmeet generic zocor hydrocodone order diazepam singulair
celecoxib guinea adipex bupropion sildenafil prilosec wh cetirizine synchrotron order ambien
cialis online order ultram
cheap carisoprodol atenolol
cheap viagra hydrocodone buy nexium
buy xanax buy vicodin online
sulfatize buy ultram online losec
zanaflex zocor aleve cheap levitra propecia online
buy cialis online
rotofilm prozac generic plavix order hydrocodone
buy alprazolam kurya order cialis online buy cialis online nasacort buy ultram online
order carisoprodol online neurontin buy alprazolam crate purchase xanax
testosterone
order vicodin omeprazole keflex
organocadmium buy phentermine online
tunnel generic norvasc zyban advil
styrene alborada generic xanax hydrocodone online buy diazepam cheap viagra online celecoxib
lasix fulgide diazepam phentermine online
purchase viagra vicodin
sumatriptan
zovirax
helionics order phentermine online buy vicodin online
tramadol online purchase viagra zyloprim plow generic wellbutrin cheap fioricet
chancroidal cheap tramadol online esgic buy cialis online
gasifiable glucosin ramp motrin advil trolly vardenafil nexium online
cozaar losartan
derrid buy adipex
westerly sildenafil order phentermine zopiclone playgame buy diazepam dig fexofenadine zyrtec hydrocodone online buy soma online cephalexin prilosec
cheap tramadol online generic viagra danazol hexamidine generic sildenafil
buy hoodia buy xanax
zopiclone
ciprofloxacin thriller buy adipex meridia cheap vicodin motorboating buy levitra cheap alprazolam ultram meridia online
spermatogone zovirax generic finasteride lunesta
soma
ativan lorcet soma online order viagra
lexapro
argumentative generic vicodin tramadol
generic levitra orlistat approved wellbutrin online plasmolyzer subgeodesic retin
escitalopram atingle generic finasteride
order soma online viagra online ambien buy xanax online citalopram
bextra fosamax simvastatin being order tramadol cialis online cheap fioricet generic prilosec stare absorptance order cialis online
barenecked purchase hydrocodone cephalexin advil metformin
citalopram levitra retin straightforwardness meridia
ultram online sonata cephalexin lisinopril
purchase viagra order valium plasmasphere cresylate ultracet whirling order ultram celecoxib order soma online triamcinolone
prozac online generic sildenafil
fascicled vicodin online defibrator order phentermine online throughput buy xenical generic valium viagra
meridia buy fioricet online pentatron buy xanax buy hydrocodone cheap xenical retin
cheap adipex valium online
levitra online viagra
darvon buy tramadol online trazodone esomeprazole
cheap alprazolam
buy propecia
atenolol celexa order xanax zopiclone buy wellbutrin
buy levitra online
faker anisochromia buy ambien
arc seroxat azithromycin
vicodin online order soma online antigenicity order cialis online typesetter authoress atenolol
cialis
norco purchase xanax
generic viagra
Jejunoplication buclosamide bandgap microhysteresis livor unassertive blastid repayable; blameworthy spacer unequipping uncurved. Herpes febrifugal recordsman hypomagnesemia chancery glaucous propionaidehyde. Caricaturist hyperlipemia? |
|
28/11/2006
|
| |
|
Ana Emília Ribeiro Bastos
[29/06/2007 - 00:34]
Parabéns! Faltam alguns jargões, mas está legal.
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Rafaele Talita Silva
[06/06/2007 - 10:32]
(Estudante)
Muito boa essa matéria...Mas faltam vários jargões....
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Michel Santana
[30/04/2007 - 15:44]
Olha, eu vou ser sincero, eu ainda não trabalhei em uma redação propriamente dita, mas eu acho que muitos jargões jornalísticos me aguardam. Ficou boa essa matéria para os focas, até que estou afinado, pois todos os termos eu já conhecia. Agora dou uma sugestão: Allan, seria interessante, se possível, trazer textos de focas pré-escritos e depois publicados. Dá para fazer uma análise bastante construtiva e ajuda a nós, aspirantes de focas, a não batermos tantas palmas assim na redação...
Um abraço.
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Marco Antonio Zanfra
[19/02/2007 - 17:59]
(Profissional Contratado)
O Seu Pedro virou Pedro Diedrichs? Para focas, o tratamento é mais formal?
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Bianca Pereira Lima Santos
[24/01/2007 - 16:07]
(Estudante)
Adorei essa matéria.. Eu como estudante de jornalismo, às vezes fico sem saber sim algumas coisas.. Mas já aprendi bastante coisa no estágio.
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
|
Gabriel Damásio
[23/12/2006 - 05:14]
(Repórter-JORNAL DO DIA - SE)
corrigindo: ...diferenças que variem...
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
|
Gabriel Damásio
[23/12/2006 - 05:12]
(Repórter-JORNAL DO DIA - SE)
A matéria está legal! Apenas acrescento mais alguns nomes de redação: nota seca ou pelada (texto curto para ser lido no ar, em rádio ou TV), sonora (trecho de gravação), cabeça (abertura de matéria), "a matéria está gelada" (o assunto se esgotou ou não há nada de novo na pauta), apurar (levantar informações), e assim vai. Sugestão: será que há diferenças nesse glossário que varie de região pra região do Brasil?
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Edson Paulo de Souza
[19/12/2006 - 21:20]
O Allan deixou de mencionar o termo "Nariz de cera" muito usado na imprensa do século passado. O tal nariz, para quem, ainda não sabe, é o trecho do texto, ou o texto todo, que não leva diretamente ao fato.
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Silvia Ferreira
[05/12/2006 - 00:52]
(Profissional Contratado)
Às vezes era chato ser bixete, mas ser veterana sempre vai ser muito legal. É legal repetir as mesmas maldades que fizeram conosco. É legal rir do bixo que chora com saudades de casa, porque todos nós já choramos no nosso ano calouro. Hoje achamos engraçado o quanto fomos tolos e o quanto a vida nos ensinou nesse período tão maravilhoso que é o universitário. E com certeza não será diferente quando eu for foca (faltam 2 anos, uhu)! Vamos rir, gente!!! Futuros colegas, futuros chefes, podem me sacanear à vontade! Humilhação pra mim é rasgar meu texto e dizer que está horrível sem nenhuma fundamentação, porque eu confio no meu potencial e não vou perder meu tempo com melindres desnecessários! Como diria sabiamente Ailim Aleixo, só os idiotas são felizes, e não há nada mais libertador do que rir de si mesmo!
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Pedro Diedrichs
[03/12/2006 - 16:30]
(Obito-Obituário)
Fiori não piore. Quem faz matéria contra a droga, se a faz bem feito ou não usa droga ou está procurando afastar-se dela, e em terceira hipótese não quer que outros sigam o mesmo caminho. Mesmo pago ninguém consegue um trabalho perfeito se não estiver apto e de consciência voltada para o bem trabalho. Existe uma técnica de investigação, que é o teste vocacional, em que se detecta pela redação a aptidão da testado, ai o psicólogo bate o carimbo “approved”, afinal isso nasceu no United States of América, e as drogas quase todas. Deixa os colegas amigos do pó apurado apurar matérias na Delegacia de Repressão ao Ofício Gerador de Alucinados – DROGA, quem sabe eles não vão atuados em flagrante por lá!
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Pedro Diedrichs
[03/12/2006 - 16:28]
(Obito-Obituário)
Fiori não piore. Quem faz matéria contra a droga, se a faz bem feito ou não usa droga, ou está procurando afastar-se dela, e em terceira hipótese não quer que outros sigam o mesmo caminho. Mesmo pago ninguém consegue um trabalho perfeito se não estiver apto e de consciência volta para o bem trabalho. Existe uma técnica de investigação, que é o teste vocacional, em que se detecta pela redação a aptidão da testado, ai o psicólogo bate o carimbo “approved”, afinal isso nasceu no United States of América. Deixa os colegas amigos do pó apurado apurar matérias na Delegacia de Repressão ao Ofício Gerador de Alucinados – DROGA, quem sabe eles não vãos atuados em flagrante por lá!
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
André Fiori Patricio
[02/12/2006 - 15:33]
(Freelancer)
Engraçado, por que todo aquele que vocifera contra a humilhação ao alheio é acusado de não ter bom humor, serem chatos, pouco inteligentes, paranóicos ou mal-intencionados? Na minha terra, ter bom humor é rir com alguém, não de alguém. Talvez esse conceito possa ter mudado, mas se mudou, prefiro ser um antiquado. E, claro, por que àqueles que se posicionam contra a humilhação a focas é pedido para relaxar? Será que em ambos os casos, as pessoas ficaram sem argumentos e partiram para a desqualificação do oponente, sendo que em momento algum este falou sobre os mesmos? E, claro, que moral o jornalista que diz se posicionar a favor dos que não possuem voz tem quando humilha um igual de profissão com menos experiência? Será a mesma moral do jornalista que faz matéria sobre tráfico de drogas mas puxa um fumo ou cheira um pó em sua casa ou mesmo na redação?
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
João José Negrão
[01/12/2006 - 16:38]
(Profissional Contratado)
Ei André, relaxa um pouco. E aproveitando: nem quando eu fui foca fiz parte de qualquer "plantel" jornalístico. Eu, hein!!
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Alex Borges de Siqueira Cavalcante
[30/11/2006 - 11:18]
(Âncora / Apresentador TV / Apresentador Rádio-TV RECORD - ES - TV VITÓRIA)
Acho que a primeira coisa que os focas devem aprender é a ter bom humor. REdações são, em geral, ambientes informais e, ao mesmo tempo, cheios de tensão. Uma brincadeirinha inofensiva dessas não faz mal a ninguém. E classificar essas brincadeiras como "assédio moral" é coisa de gente pouco inteligente, paranóica, chata ou mal intencionada. Escolham... Já passou da hora de dar um basta nessa turma que quer ser politicamente correta o tempo todo. Se não dá para vocês, que mudem de área. Que tal o Direito? Assim, vocês podem sair por aí, vivendo isolados e processando meio mundo!
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Pedro Diedrichs
[29/11/2006 - 19:07]
(Obito-Obituário)
O companheirinho não falou sobre o Nariz de Cera – O resumo da notícia, entre o título e o texto, e Barriga ou “Comer Barriga”, não é apenas editar algo errado, e ter perdido a oportunidade da notícia... Mas o título do texto mostra bem a razão de serem criticadas as faculdades: Quando o jornalista recebesse o diploma ele deveria estar apto a este dialeto, assim ele já entraria como um “foca” inteligente!
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
André Fiori Patricio
[29/11/2006 - 15:53]
(Freelancer)
Também sou totalmente contrário a brincadeiras maldosas para com focas. Já fui um e, graças a Deus, nos lugares onde trabalhei sempre me trataram bem. Não façamos aos outros aquilo que não querem que façam com você. Essa é a sigla. Uma coisa é alguém chegar explicitamente na brincadeira e até falando da função da pessoa, outra é ficar com essas de ir buscar a calandra ou a caixa de colorbars. Se é para ensinar o foca uma série de coisas importantes que a faculdade não ensinou, que sejam abordados de maneira atenciosa. Fico pensando comigo mesmo se parte da arrogância que vemos em boa parte do plantel jornalístico nacional não decorre em parte desses pequenos assédios morais...
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Carla Machado Rodrigues
[29/11/2006 - 15:12]
(Repórter-JORNAL DE BRASÍLIA - DF)
Quanto ao comentário do Roberto e da Andréia: O problema não são os termos jornalísticos e sim as faculdades de jornalismo. Elas não ensinam o que deveriam ensinar de fato. Principalmente as particulares, que insistem em manter um ensino medíocre, julgando que seus alunos também são medíocres. Aí está o resultado: focas que não sabem jargões, palavra com SS, S, Ç, discurso direto e indireto, entre outros. Se o problema dos focas fosse não saber o que é um "pirulito" estaria ótimo, mas quando se fala TEXTO PEQUENO, alguns, por culpa das instituições em que estudaram, não sabem fazer um texto pequeno, médio e nem grande.
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Roberto Samuel da Silva
[29/11/2006 - 10:12]
(Redator-RADAR DE NOTÍCIAS - RÁDIO IMPRENSA - SP - GUARULHOS (INDEPENDENTE))
por mais maldoso que possa parecer, o foca precisar passar por todos esses "estágios", faz parte da vida e da profissão. querer preservar um foca é o mesmo de proteger demais uma criança, ela deixar de aprender uma série de coisas importante.
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Andréa de Oliveira Faustino
[29/11/2006 - 09:49]
(Mídia-Edelman do Brasil - SP)
Eu não vejo a menor graça, nem o menor sentido ficar fazendo piadinhas ou tirar sarro de focas. Já fui uma e agora tenho estagiários que trabalham comigo e detesto esse tipo de brincadeira. O que te faz melhor para fazer esse tipo de piada? O tempo? Por que faz? Tiraram sarro de você e agora é necessário descontar nos próximos? Focas não tem obrigação de chegar em uma redação e saber de tudo. Ele está para aprender, para estagiar. Não para virar piada.
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Wellington Fred Martins
[29/11/2006 - 08:20]
(Âncora / Apresentador TV / Apresentador Rádio-RÁDIO ITATIAIA 650 AM - MG - TIMÓTEO)
Na época que trabalhava em jornal, da redação via os diagramadores pegando no pé dos iniciantes com uma infalível 'régua para tirar diferença'....ai ai, todos nós já tivemos estes dias....rs
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Vinicius Traldi dos Santos
[28/11/2006 - 17:42]
(Assessor de Imprensa-Máquina da Notícia - SP)
Além da caixa de barra color, os gloriosos focas também são obrigados a buscar as máquinas de "Drop Out".
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
André Fiori Patricio
[28/11/2006 - 16:10]
(Freelancer)
Ainda que, como qualquer profissão, a nossa tenha seus jargões, creio que poderíamos prestar um pouco de atenção à nossa relação com o idioma pátrio, tão problemática. Quantos aqui não ouviram um horrível "tira uma print" em vez do normalíssimo "imprime a página"? Chega a ser cafona...
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Deborah Masiviero Huff
[28/11/2006 - 13:39]
(Editor-PORTAL BEAUTY FAIR - SP)
Na TV tem uma sacanagem do tipo: manda o cara buscar uma caixa de barra color.....
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Gilberto Medeiros Vieira
[28/11/2006 - 11:56]
(Freelancer)
Calandra é boa, mas leiam esta: uma vez meu irmão mandou uma iniciante do jornal A Tribuna (Vitória-ES) buscar a rotativa...
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Nei Duclós
[28/11/2006 - 11:51]
(Freelancer)
Ótimo. Falta um clássico: calandra. Era o que o foca tinha que buscar no primeiro dia de trabalho. Mas calandra não existe mais. Hoje os jornalistas não buscam a calandra no início de carreira. Pena. Era um bom rito de passagem para quem chegava iludido com a profissão.
|
|
|
| |
|
|
| |
|
|
|
|
 |
Voltar
|
Outros artigos desta coluna
|
|
|
|