|
|
| |
Capa > Jornal da Imprensa > Primeiro Caderno
|
|
|
|
TRF-3ª Região diz sim ao diploma
Da Redação
|
|
O juiz Manoel Álvares e as desembargadoras Salente Nascimento e Alda Bastos, do Tribunal Regional Federal - 3ª Região, em São Paulo, votaram favoravelmente à exigência do diploma para o exercício profissional do jornalista. “Essa é uma decisão histórica”, disse Fred Ghedini, presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado de São Paulo e vice-presidente da Federação Nacional de Jornalistas. Comemorando muito, o sindicalista disse que o voto de Álvares surpreendeu a todos já que este havia mantido a decisão de Carla Rister, datada de outubro de 2001. A sessão começou hoje às 14h20 e terminou por volta das 17h. Segundo Ghedini, o juiz retomou toda a lei da profissão, os decretos posteriores e argumentou que a lei é flexível e que não se choca com a exigência da Constituição que garante a liberdade de expressão. “O juiz Manoel Álvares entendeu que a liberdade de expressão e o regulamento do exercício do profissional de imprensa são duas coisas distintas”.
“Os três desembargadores fizeram um brilhante trabalho e souberam refutar a intenção de uma parcela do patronato de confundir liberdade de imprensa com esculhambação da profissão”, disse Aziz Filho, presidente do Sindicato no Rio, também presente à sessão, ao site do SJPMRJ. Para o presidente da Fenaj, Sérgio Murilo, a Justiça “teve o bom senso de reconhecer e resgatar o direito dos jornalistas e defender o direito da sociedade de ter um jornalismo de qualidade”.
Por quase três anos, o recurso impetrado pela Fenaj e pelo SJPSP tramitou no TRF-3ª Região. O relator Álvares foi pressionado por sindicalistas e jornalistas do País, que encaminharam telegrama fonado ao juiz manifestando preocupação com a demora na tramitação do processo. A Fenaj também intensificou a defesa da obrigatoriedade do diploma através de uma campanha, com a distribuição de camisetas, cartazes e adesivos, que ganhou o apoio de sindicatos do país.
Representantes das entidades jornalísticas percorreram juntos os 3 km entre o TRF e a sede do SJPSP, onde acontece no final da tarde de hoje a Plenária Nacional do Movimento em Defesa do Jornalismo, no Auditório Vladimir Herzog do SJPSP (rua Rego Freitas, 530, sobreloja, à 50 metros da Igreja da Consolação).
Tudo indica que a briga em torno do diploma deve acabar apenas no Supremo Tribunal Federal, que dará a última palavra sobre a questão. Leia também: Diploma: TRF-3ª Região julga hoje recurso da Fenaj
|
|
26/10/2005
|
| |
|
Edson José de Oliveira
[31/10/2005 - 17:23]
(Freelancer)
É isso ai, Zé Ocean!!! Parabéns, Mario Tadeu!!! Falou bonito, Jonas!!!
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Nelson Gonçalves
[29/10/2005 - 15:05]
(Diretor-FOLHA DO POVO - SP - SÃO JOSÉ DO RIO PRETO)
Ouso discordar de Daniel Graciano de Carvalho quando afirma que a decisão do TRF vai “calar jornalistas com experiência e vocação para escrever com ética e justiça” e que irá provocar milhares de demissões. A realidade nas redações não é essa. A maioria ou é formada ou é beneficiada, como eu, pela legislação em vigor. Existem casos isolados e esses sim têm que ser tolerados ou pelas nossas entidades representativas. E esclareço que ao contrário do que informou Flávio de Oliveira que no Peru -- país em que tive a oportunidade morar por alguns meses -- para exercer a profissão de jornalista é obrigado a se inscrever no Colégio de Imprensa e para isso exige-se o diploma.
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Nelson Gonçalves
[29/10/2005 - 15:02]
(Diretor-FOLHA DO POVO - SP - SÃO JOSÉ DO RIO PRETO)
Li as manifestações aqui e como jornalista – não diplomado na área – não poderia deixar de manifestar minha opinião. Sou formado em Ciências Econômicas e exerço a profissão de jornalista desde o começo da década de 80. A regulamentação foi criada em 1969 pelo Decreto-Lei 972, que está em vigor até hoje e não suprime a liberdade de expressão de ninguém. O fato da regulamentação da profissão ter sido oriundo na época da ditadura não diminui em nada os jornalistas. Inúmeras outras profissões, entre elas, a de advogado também teve sua regulamentação baixada por decreto das ditaduras. Sem falar em inúmeras outras, tais como a de psicólogo, administrador, dentista, veterinário, nutricionista, fonoaudiólogo, estatístico – só para citar algumas – que tiveram suas regulamentações criadas em plena época da ditadura militar. Não se pode confundir liberdade de expressão com a regulamentação da profissão. São duas coisas distintas, que um dos juizes do TRF soube muito bem explanar em sua decisão.
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Daniel Meziat
[29/10/2005 - 14:01]
(Freelancer)
Toda vez que leio alguns depoimentos, (principalmente os pessimamente escritos e confusos), aumenta minha certeza que o tempo da desqualificação acabou. É lamentável constatar que os leitores há alguns anos atrás, ficavam a mercê deste tipo de leitura. É verdade que alguns dos grandes expoentes da área, não portavam o bendito diploma. Contudo, havia algum motivo para as grandes universidades do mundo, criadas por visionários, cientistas, inventores e professores, que não possuíam o curso universitário, entregarem um diploma ao final para os aprovados. Já naquela época, entendiam o que poderia acarretar o exercício ilegal da profissão. Bom, talvez seja por isso que o Conselho de Relações Públicas e, não o de publicidade (pois não existe) ainda hoje, regulamente tão bem o exercício da profissão. Infelizmente, existem uns e outros que não querem tirar só uma casquinha, querem o sorvete inteiro!
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
José Ocean Gonçalves de Oliveira
[28/10/2005 - 17:56]
(Freelancer)
jornalismo e publicidade são para quem pode e tem competência, e não só para - respeitando os que realmente se sacrificaram cursando uma faculdade e aliado aliado a isto a inclinação, a tendência nata - quem, por deslumbre ou pela simples facilidade de conseguir um diploma, os abonadinhos da vida, se presume dono da arte e da ciência de criar. Claro que acredito na maior capacitação tecnológica - diante de toda a tecnologia que abrange o jornalismo e a publicidade modernos - dos cursos de gabarito nestas áreas. MAS INTUIÇÃO,TALENTO E CRIATIVIDADE NÃO SE MOLDAM EM FÁBRICAS DE DIPLOMAS. PORTANTO, CALEM A BOCA, LEIAM MAIS, ESTUDEM E APRENDAM COM OS GRANDES PROFISSIONAIS QUE NÃO SE FAZEM MAIS COMO ANTIGAMENTE! Humildade deveria ser matéria universitária, mas...É POSSÍVEL APRENDER? Só tenho 35 anos de atividade nas áreas, tendo trabalhado em grandes obras e nas maiores empresas. Teria imenso prazer conhecer um bom revisor e copidesque recém-formados. Por favor!!!!!!!!!!!!!!
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Daniel Meziat
[28/10/2005 - 01:04]
(Freelancer)
Por outro lado, como todos sabem, bater no menor é mais fácil. Que tal entrar com uma ação para tentar ser relações públicas? Afinal de contas, tudo é comunicação social não é mesmo?
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Daniel Meziat
[28/10/2005 - 01:02]
(Freelancer)
Alguns coleguinhas deveriam saber que o que é bom para um país, principalmente um europeu, não é necessariamente bom para o Brasil. Ah, e quem disse que o caminho que eles adotaram é o mais correto? A educação oferecida nas escolas e universidades ou, a qualidade dos noticiários de lá? Outra coisa, que tal ponderar a obrigatoriedade de diploma para advogados, médicos e enfermeiros? Afinal de contas, quem nunca defendeu veementemente um amigo, não indicou um remédio para dor ou mesmo fez um bom curativo? Existem pessoas com tantas virtudes que poderiam até serem psicólogos (sem diploma), pois são excelentes conselheiros. Nós jornalista diplomados e orgulhosos de nossa conquista, bem sabemos que somos culpados por tudo isso que está acontecendo! Somos desorganizados, representamos a herança de um Brasil que deixa para resolver tudo em cima da hora!
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Flávio Domênico de Araújo
[27/10/2005 - 23:50]
(Freelancer)
UM PEQUENO E OPORTUNO ADENTRO: ainda bem que tudo por aqui não passa de um mundo repleto de desabafos virtuais...ainda bem!!!
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Fábio José de Mello
[27/10/2005 - 18:12]
(Profissional Contratado)
Dinamarca: não há obrigatoriedade de formação superior; o acesso à profissão é condicionado à licença emitida pelo sindicato nacional dos jornalistas. Espanha: não há obrigatoriedade de formação superior; o acesso à profissão é condicionado a ter nacionalidade espanhola, inscrição no registro de jornalistas e também à posse de diploma em ciências da informação ou de experiência profissional de dois a cinco anos. França: não há obrigatoriedade de formação superior. Grã-Bretanha: não há obrigatoriedade de formação superior; o acesso à profissão é condicionado a um estágio em empresa jornalística ou, para os que não o conseguirem, a um curso preparatório do Conselho Nacional de Treinamento de Jornalistas. Grécia: não há obrigatoriedade de formação superior; o acesso à profissão é obtido por meio de diploma em jornalismo ou experiência de três anos na área.
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Fábio José de Mello
[27/10/2005 - 18:12]
(Profissional Contratado)
Irlanda: não há obrigatoriedade de formação superior; não há nenhuma norma formal ou tradicional de acesso. Itália: não há obrigatoriedade de formação superior; o acesso à profissão é condicionado ao registro na ordem dos jornalistas, que é concedido somente após um estágio de 18 meses e aprovação em um exame de proficiência. Luxemburgo: não há obrigatoriedade de formação superior; o acesso à profissão é condicionado a licença do conselho de imprensa, que exige o compromisso com princípios deontológicos. Países-Baixos: não há obrigatoriedade de formação superior; o acesso à profissão é condicionado a licença do conselho de imprensa. Portugal: é obrigatória a formação superior, mas não específica em jornalismo; o acesso à profissão é condicionado ao registro no sindicato nacional.
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Fábio José de Mello
[27/10/2005 - 18:10]
(Profissional Contratado)
Me desculpe, Nubia, mas você sabe errado. Há uma consultoria, apoio etc. Na tela - apresentando, entrevistando e fazendo as vezes de repórter - aparece o dr. Drauzio. Realmente, não há que temer os não-diplomados. No Brasil, há 256 cursos de jornalismo espalhados por aí, que vão despejar milhares de profissionais no mercado nos próximos dias. Mas, não é esse o fulcro da questão. Vejamos o que diz a legislação de países desenvolvios, de acordo com levantamento feito por Maurício Tuffani. Alemanha: não há obrigatoriedade de formação superior; a profissão é regulamentada por meio do reconhecimento conjunto, por parte das empresas jornalísticas e das organizações profissionais, de um período de aprendizado prático de 18 a 24 meses. Bélgica: não há obrigatoriedade de formação superior; o acesso à profissão é condicionado ao reconhecimento, por parte da organização profissional, de ausência de impedimentos; existem vantagens salariais para os diplomados.
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Rosana Cristina B. Cavalcanti
[27/10/2005 - 18:05]
(Freelancer)
Fiquei muito feliz com o resultado. Realmente essa questão de tirar o diploma do jornalista é lamentável. Jornalismo é uma profissional como qualquer outra e não tira o direito de liberdade de ninguém. Temos realmente faculdades em excesso formando profissionais com capacidade duvidosa. Mas acredito que o mercado seleciona os bons profissionais. E não podemos esquecer as faculdades de qualidade.
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Edson José de Oliveira
[27/10/2005 - 17:50]
(Freelancer)
Cara, com esse monte de "faculdades privadas" de "jornalismo" que existe por aí, qualquer zemané ou mocinha semi-analfa, pode "tirar" o seu diploma de "jornalista". É aquela velha e conhecida prática educacional:"papai pagou,passei". Ei, você aí, me dá meu canudo aí... Essa decisão é lamentável. Mas segura que o TST vem aí...
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Núbia Cibele de Oliveira Tavares
[27/10/2005 - 16:07]
(Profissional Contratado)
Fábio, até aonde eu saiba, é um jornalista que redige os textos lidos pelo Dr. Dráuzio Varella.
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Núbia Cibele de Oliveira Tavares
[27/10/2005 - 16:05]
(Profissional Contratado)
Haroldo, os profissionais com registros pecários que foram obtidos fora do perído da vigência da liminar da CArla Ríster, continuam tendo seus registros. Quem conseguiu durante a liminar, perde. E volto a insistir. Faculdades ruins e picaretas é um problema a ser resolvido que não têm absolutamente nada com questão de obrigatoriedade do diploma. Prefiro mil vezes que se reprovem 95% dos alunos, num exame a lá OAB do que se elimine a obrigatoriedade do diploma. Eu mr formo no final do ano e não tenho nenhum medinho sequer de fazer a prova que for para mostrar que eu sou jornalista.
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Fábio José de Mello
[27/10/2005 - 16:02]
(Profissional Contratado)
Você pode dar o exemplo, Bruno. Comece denunciando o dr. Drauzio Varela. Todos os domingos ele aparece no Fantástico, numa série de reportagens que eu citei abaixo. Que tal?
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Bruno Barreira
[27/10/2005 - 15:55]
(Profissional Contratado)
Sim ao Diploma!!! Estou muito feliz com a notícia. Sou corporativista? Sim, e com orgulho. Quer ser jornalista? Vai fazer faculdade. Este ano termino minha segunda faculdade: História. Ninguém pode ser professor de História sem uma faculdade. Fico muito feliz que no jornalismo também seja assim. Abaixo os anseios do patronato, sim ao diploma, sim aos salários de nível superior, sim à dignidade. Amigos diplomados, vamos logo começar a denunciar os falsos jornalistas. Que a lei seja cumprida. Vamos exigir a legalidade. Se vocês souberem de alguma irregularidade, denunciem!!
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Fábio José de Mello
[27/10/2005 - 15:18]
(Profissional Contratado)
Vejamos o exemplo do dr. Drauzio Varela. Domingo passado ele deu início a mais uma série de reportagens para o Fantástico. "Filhos deste solo" aborda o direito das mulheres aos métodos anticoncepcionais. Há alguém mais indicado do que o médico para tratar do assunto? Um jornalista faria melhor? Talvez. Então, não vejo razão para manter a obrigatoriedade de uma formação específica.
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Roni Machado
[27/10/2005 - 15:02]
À cidadã Alicinha Viana[27/10/2005 - 11:19], que se acha no direito de nos corrigir. Pelo amor de Deus... É assim que se escreve bambambã, e não “bam-bam-bam”. Você escreveu: “Peço a todos os bam-bam-bam que, antes de postar quaisquer comentários, releiam...” Alicinha, fazemos o mesmo pedido a você. Cadê a concordância? Bambambans(no plural), e não “bambambã”.
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Fábio José de Mello
[27/10/2005 - 14:59]
(Profissional Contratado)
Tem que haver uma regulamentação, Maurício. Para isso acontecer, precisamos de um amplo debate envolvendo, inclusive, os jornalistas ditos "precários". Será que o judicário é o fórum ideal para os debates? Veja só, são juristas que estão decidindo o futuro da categoria. Para o bem, para o mal. Amanhã, pode ser que o STF decida pelo fim da exigência. Aí, meu caro, não tem retorno. No comentário das 9h40, falei de um artigo do jornalista Maurício Tuffani. Tuffani cita o livro Ética da Informação, do suíço Daniel Cornu - professor do Instituto de Jornalismo e Comunicação, da Universidade de Neuchâtel, em Lausanne, e diretor do Centro Franco-Suíço de Formação de Jornalistas, em Genebra. Vale outro retângulo.
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Fábio José de Mello
[27/10/2005 - 14:59]
(Profissional Contratado)
Diz Cornu: "O jornalismo é uma ‘profissão aberta’, que não exige formação específica ou diploma. Sua definição é tautológica: é considerado jornalista quem exerce sua atividade principal na imprensa escrita ou nos meios de comunicação audiovisuais. Mais precisamente, são reconhecidos como jornalistas os agentes da mídia, independentemente dos meios ou técnicas de expressão utilizados, que satisfaçam três critérios: a concepção e realização de uma produção intelectual, uma relação deste trabalho com a informação, além do critério de atualidade. No entanto, os contornos da profissão permanecem ainda bastante imprecisos."
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Maurício Bevervanso
[27/10/2005 - 14:59]
(Freelancer)
Caro Flávio Oliveira: se você se sentiu ofendido com o meu comentário, é porque a carapuça deve ter servido. Para seu conhecimento, nas cidades do interior do Brasil é extremamente comum que qualquer "lambe-lambe" se intitule jornalista e saia fazendo jornalecos, não só de bairro como de qualquer outro tipo, para atacar a honra de pessoas decentes (e outras nem tanto) apenas para perpetrar a eterna ameaça: "Ou você me dá uma grana ou eu publico isso e acabo com a sua vida". E, como todos sabemos e vimos pelo caso da Escola-Base, jogar palavras ao vento é fácil, difícil mesmo é recolhê-las depois e consertar os estragos.
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Maurício Bevervanso
[27/10/2005 - 14:45]
(Freelancer)
Ok, Fábio, concordo com você que a sociedade quer tomar para si as rédeas da informação. Só que isso não dá às pessoas o direito de saírem por aí se auto-intitulando "jornalistas". Engenheiro é a pessoa que cursou Engenharia, médico é o cara que cursou Medicina, psicólogo é a pessoa que cursou Psicologia. Porque jornalista não é a pessoa que cursou Jornalismo? É essa a questão que ninguém responde à altura. Blogueiros estão exercendo seu direito à liberdade de expressão, concordo plenamente e acho que isso tem que crescer cada vez mais. Agora, a partir do momento que o blogueiro for bater na porta do jornal, rádio ou TV pedindo emprego, ele vai ter que apresentar formação específica, ou nada feito. Acho que aí nós começaremos a colocar ordem nesse imenso galinheiro sujo e desarrumado em que se transformou a profissão de jornalista no Brasil.
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Flávio da Silva Oliveira
[27/10/2005 - 14:37]
(Profissional Contratado)
É bom você tomar cuidado, seu canalha, pois mereces responder na justiça pelo que acabou de escrever.
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Flávio da Silva Oliveira
[27/10/2005 - 14:34]
(Profissional Contratado)
Maurício Bevervanso, SEU IMBECIL, (com o comentário que você fez, tenho o DIREITO de te chamar assim) quem você pensa que é para querer jogar na lama mais de 100 anos de história dos jornais de Bairro de uma cidade como São Paulo? Você perdeu a oportunidade de ficar calado, idiota burro!!!
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Fábio José de Mello
[27/10/2005 - 14:30]
(Profissional Contratado)
Ninguém é contra os (bons) cursos de jornalismo. Só não vejo necessidade de se manter a reserva de mercado. Agora mesmo, Maurício, há uma revolução nos meios de comunicação. Os jornalões estão definhando, pedendo leitores, e ninguém sabe como reverter esse processo. Veja a quantidade de figurões da imprensa que estão montando os próprios blogues - que até há pouco tempo não passavam de diários de adolescentes. Hoje, servem de fonte para muitos colegas. Vamos exigir diploma dos blogueiros? E dos colegas que atuam em rádios comunitárias? A sociedade não quer mais ser agente passiva da história. Quer tomar as rédeas da informação, que é um bem de todos. Não deve ficar restrita aos jornalistas.
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Fábio José de Mello
[27/10/2005 - 14:25]
(Profissional Contratado)
"Para ser jornalista, é preciso ter uma formação cultural sólida, científica ou humanística. Mas as escolas são precárias. Como dar um curso sobre algo que nem eu consigo definir direito? Trabalhei 40 anos em jornal e acho muito difícil definir o que meia dúzia de atrevidos em Brasília definem como curso de jornalismo. Foi o que fez o patife do Gama e Silva (ministro da Justiça de Costa e Silva), que elaborou a lei para tirar os comunistas dos jornais". (Cláudio Abramo, em "A Regra do Jogo"). Maurício, acho que é por aí. Além do mais, quem sou eu para confrontar o mestre Cláudio Abramo?
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Edvaldo Acir
[27/10/2005 - 14:22]
(Profissional Contratado)
Colegas Jornalistas,
Sobre a o diploma de jornalista acho que ele não deveria ser obrigatório e sim a pós-graduação.
O jornalismo seria uma especie de especialização.
Resolveríamos vários problemas: excesso de jornalistas diplomados que não sabem nem ler e muito menos escrever; milhares de faculdades péssimas desapareceriam (graças a Deus); bons jornalistas formados em outras áreas continuariam seu trabalho e voltariam às salas de aula para fazerem a pós; os que já tem diploma teriam que se aperfeiçoar e por aí vai.
Curiosidade histórica: a origem do registro não é nem um pouco nobre. A exigência dele e do diploma de jornalistas nasceu da necessidade do governo militar de controlar os meios de comunicação. Nem mais nem menos. Todos os jornalistas brasileiros - depois do golpe - tiveram que se registrar e, a partir daí somente os diplomados é que poderiam seguir em frente. Consultem os livros e verifiquem essa informação.
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Maurício Bevervanso
[27/10/2005 - 14:22]
(Freelancer)
Ficar falando de faculdades caça-níqueis é fácil, elas existem aos borbotões. Mas e como ficam os bons cursos e as boas universidades? Eu me formei em Jornalismo em 1996, numa universidade pública (UEPG/PR), aos 21 anos de idade, e sempre batalhei muito pra contornar os gastos e dar o mínimo de despesa para minha família. Agora, porque eu sou formado, virei filhinho de papai? Trabalho em três empregos para sustentar minha família, ralo das 7 da manhã às 9 da noite e vou ver um bando de pseudo-jornalistas* tomar conta do mercado??? Não mesmo, vou brigar pela minha profissão e pelo meu diploma, ou então quero ser indenizado pelo tempo desperdiçado cursando uma carreira inútil. E também quero ver o Governo do Paraná indenizado por ter investido em mim por quatro anos e agora meu diploma não valer nada.
*Pseudo-jornalistas = canalhas, achacadores e pústulas que usam o "status" de jornalista para obter vantagens pessoais e tirar dinheiro dos outros criando coisas como "jornais" de bairro
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Maurício Bevervanso
[27/10/2005 - 14:08]
(Freelancer)
É CarlA Rister, e não Carls
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Maurício Bevervanso
[27/10/2005 - 14:07]
(Freelancer)
Está bem, caro Fábio José Mello: então defina "jornalista" na acepção que a palavra deveria ter na tal Declaração de Chapultepec. Ora, o Jornalismo é uma profissão, que deve ser exercida por profissionais, PESSOAS COM FORMAÇÃO E HABILITAÇÃO DEVIDA. Ficar usando exemplos de Cláudio Abramo e Wladimir Herzog é choradeira típica de quem vai ter que procurar emprego. E tem mais: jornalista PRECÁRIO tem mais é que perder o registro mesmo, DIREITO ADQUIRIDO É O CATZO. Manda a Carls Rister pagar o salário deles...
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Fábio José de Mello
[27/10/2005 - 13:47]
(Profissional Contratado)
VI – Os meios de comunicação e os jornalistas não devem ser objeto de discriminações ou favores em função do que escrevam ou digam. VII – As políticas tarifárias e cambiais, as licenças de importação de papel ou equipamento jornalístico, a concessão de freqüências de rádio e televisão e a veiculação ou supressão da publicidade estatal não devem ser utilizadas para premiar ou castigar os meios de comunicação ou os jornalistas. VIII – A incorporação de jornalistas a associações profissionais ou sindicais e a filiação de meios de comunicação a câmaras empresariais devem ser estritamente voluntárias.
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Fábio José de Mello
[27/10/2005 - 13:47]
(Profissional Contratado)
IX – A credibilidade da imprensa está ligada ao compromisso com a verdade, à busca de precisão, imparcialidade e eqüidade e à clara diferenciação entre as mensagens jornalísticas e as comerciais. A conquista desses fins e a observância desses valores éticos e profissionais não devem ser impostos. São responsabilidades exclusivas dos jornalistas e dos meios de comunicação. Em uma sociedade livre, a opinião pública premia ou castiga. X – Nenhum meio de comunicação ou jornalista deve ser sancionado por difundir a verdade, criticar ou fazer denúncias contra o poder público. "
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Fábio José de Mello
[27/10/2005 - 13:46]
(Profissional Contratado)
III – As autoridades devem estar legalmente obrigadas a pôr à disposição dos cidadãos, de forma oportuna e eqüitativa, a informação gerada pelo setor público. Nenhum jornalista poderá ser compelido a revelar suas fontes de informação. IV – O assassinato, o terrorismo, o seqüestro, as pressões, a intimidação, a prisão injusta dos jornalistas, a destruição material dos meios de comunicação, qualquer tipo de violência e impunidade dos agressores, afetam seriamente a liberdade de expressão e de imprensa. Esses atos devem ser investigados com presteza e punidos severamente. V – A censura prévia, as restrições à circulação dos meios ou à divulgação de suas mensagens, a imposição arbitrária de informação, a criação de obstáculos ao livre fluxo informativo e as limitações ao livre exercício e movimentação dos jornalistas se opõem diretamente à liberdade de imprensa.
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Fábio José de Mello
[27/10/2005 - 13:45]
(Profissional Contratado)
Declaração de Chapultepec: "Uma imprensa livre é condição fundamental para que as sociedades resolvam seus conflitos, promovam o bem-estar e protejam sua liberdade. Não deve existir nenhuma lei ou ato de poder que restrinja a liberdade de expressão ou de imprensa, seja qual for o meio de comunicação. Porque temos consciência dessa realidade e a sentimos com profunda convicção, firmemente comprometidos com a liberdade, subscrevemos esta declaração com os seguintes princípios: I – Não há pessoas nem sociedades livres sem liberdade de expressão e de imprensa. O exercício dessa não é uma concessão das autoridades, é um direito inalienável do povo. II – Toda pessoa tem o direito de buscar e receber informação, expressar opiniões e divulgá-las livremente. Ninguém pode restringir ou negar esses direitos.
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Luciano Santiago Roa Jr.
[27/10/2005 - 13:27]
Amigos. Desconsiderem os erros e "tilts" na digitação, mas meu teclado merece ser derretido!
Abraço a todos e sucesso em suas carreiras!
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Luciano Santiago Roa Jr.
[27/10/2005 - 13:25]
Tem coleega que se forma numa faculdade de Rondônia e tem mais bagagem daquele que se formou em uma grande capital. Sabem o que é isso? O puro interesse de aprender que é individual. Quem não correr atrás é engolido pelo mercado. Independente de diploma o mercado profissional se auto regula. Mas a exigência do diploma é interessante para podermos nos organizar e evitar as tão comuns prostituições de mercado pois muitos que militam na imprensa de forma errada, visando apenas benefício próprio sem ter noções de ética e legislação perante a profissão. tenho lido muitas comparações com gênios da profissão e mártires, como Herzog e outros. Pergunto. Todos os não formados tem o mesmo potencial e bagagem desses práticos de sucesso? Só o que eles leram durante suas vidas corresponde a conteúdo superior de muitos que se formam. Portanto é um argumento suspeito. Vamos discutir o agora, como fica e o que pode ser feito para quem não tem diploma não perder o emprego e poder estudar? Abraço!
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Thomaz Magalhães
[27/10/2005 - 13:23]
(Freelancer)
Muito mais que um diploma, uma conversa de 5 minutos, mesmo por telefone, mostra quem é e quem não é jornalista. Ou um textinho de duas laudas. Acho interessante um bom número de comentários aqui justificando exigência de diploma para compensar o "investimento" na faculdade. Coisa mais capitalista... Finalmente, com 250 faculdades de jornalismo no páis - são 150 de odontologia... - temos condição de forncer jornalistas para as três Américas e a Europa. Em frente, pessoal, rumo ao Supremo. O que está em jogo é o direito do cidadão ser jornalista, num país onde a Constituição diz ser livre qualquer forma de expressão, por qualquer meio, sem censura e licença. Li-cen-ça.
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Jonas S. Marcondes
[27/10/2005 - 13:20]
Eu não vou perder o emprego porque o meu patrão acha que eu sou o máximo. Então fica assim.
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Luciano Santiago Roa Jr.
[27/10/2005 - 13:16]
Olá amigos... atendendo pedidos dos colegas, vou falar mais baixo. Sugestões para melhorar o debate. Ainda estamos no calor da decisão, cabe recurso, o diploma voltou a vigorar e por aí vai. O assunto sobre o nível do Ensino Superior aos jornalistas, deve entrar empauta, pois graças a decisão da Srª. Carla Rister as faculdades levaram um "baque". A partir dessa volta, é interessante analizar as grades curriculares dos cursos. Na minha faculdade eu diagramava no papel e prancheta, medindo Paicas e Cíceros. Para me manter no mercado tiver que correr atrás para entender os Page Maker e In Design da vida. Sugiro que os pensamentos sobre o nível de ensino nas faculdade de jornalismo, seja o próximo passo a entrar em discussão pois não é só a faculdade que faz o profissional. Quantos médicos, advogados, pedagogos ruins existem no mercado? acontece com jornalistas, publicitários e RPs também. (continua)
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Fábio José de Mello
[27/10/2005 - 13:01]
(Profissional Contratado)
Haroldo, fui procurar informações no site da Fenaj. Claro, saí de lá desinformado. Há um texto carnavalesco, afirmando que a decisão dos desembargadores é uma "vitória dos jornalistas e da sociedade". Tenho a impressão de ter lido algo parecido, quando o projeto que criava o CFJ foi apresentado em Brasília. Deu no que deu. É preciso informar os incautos que - a) - cabe recurso; b) - a decisão definitiva ficará a cargo dos ministros do Supremo e, finalmente - c)- O Brasil é signatário da Carta de Chapultepec. Antes de cantarem vitória antes do tempo, os sindicaLISTAS deveriam informar melhor a categoria. Menos bundalelê, mais informação.
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Sebastião Valença Filho
[27/10/2005 - 12:45]
(Freelancer)
Fico imaginando o número de reprovados (acredito em 95%) dos diplomados em Jornalismo se fizerem exames do tipo da OAB. No "PROVÃO", instituído pelo MEC, para testar o nível das Faculdades, o número de abstenções e até protestos turbulentos foram e são proporcionados justamente pelos estudantes de jornalismo. Por que será? Com "reis na barriga", pensam eles que o diploma nos livra da condição de escribas de aluguel. É o que somos, mesmo com Registro Precário, como o fornecido pelas DRTs.
Sebastião Valença Filho - DRT - 2000
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Haroldo Mendes
[27/10/2005 - 12:41]
(Freelancer)
GOSTARIA QUE ALGUÉM ME RESPONDESSE COMO FICAM OS JORNALISTAS QUE TÊM REGISTROS PRECÁRIOS E ESTÃO TRABALHANDO COM CARTEIRA ASSINADA. ATÉ AGORA NINGUÉM FALOU SOBRE ISSO E NEM EM CANCELAMENTO DOS REGISTROS JÁ CONCEDIDOS. HAROLDO MENDES
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Eliana Caetano
[27/10/2005 - 12:21]
(Subeditor-ARCA UNIVERSAL - SP)
Fico extremamente feliz com a decisão (apesar de ainda caber recusro) do TRF! Li alguns dos comentários e concordo que bons profissionais, que tiveram a oportunidade de ter outro tipo de formação, mas que acabaram partindo para o jornalismo e colaborando muito com toda a nossa história, merecem sim continuar atuando, mesmo sendo graduados em outras áreas. Agora, não é aceitável que verdadeiros picaretas, que nem sequer tiveram a iniciativa de fazer uma faculdade, mesmo que em outra área, sejam habilitados a trabalhar como jornalistas! Concordo também que faculdade não forma o profissional, mas dá a ele o caminho ético e a base de como fazer a coisa! Parabéns TRF, Fenaj e Sindicato dos Jornalistas do Estado de São Paulo. Não é fácil correr atrás de ter uma formação e depois vê-la desvalorizada por vaidade. Se advogado tem de ser advogado, médico tem de ser médico etc., etc.... jornalista tem de ser jornalista!
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Elane Cristina Bastos Martins
[27/10/2005 - 11:57]
(Assessor de Imprensa-SV Comunicação - SP)
Acho importante a obrigatoriedade do diploma de Jornalista....mas se for para avacalhar vamos ter Advogados, Médicos, enfim outros profissionais sem diploma...Pergunto: Qual mãe ou pai que teria coragem de entregar a saúde do seu filho para um Pediatra que não passou por uma Universidade e que não possui diploma..Vamos Papais e Mamães que defendem a não obrigatoriedade do Diploma me respondam... DIPLOMA É PRECISO SIM!!!
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Fabiana Reis*
[27/10/2005 - 11:55]
( Outros-Fabiana Reis - SP)
Acho importante a obrigatoriedade do diploma de Jornalista....mas se for para avacalhar vamos ter Advogados, Médicos, enfim outros profissionais sem diploma...Pergunto: Qual mãe ou pai que teria coragem de entregar a saúde do seu filho para um Pediatra que não passou por uma Universidade e que não possui diploma..Vamos Papais e Mamães que defendem a não obrigatoriedade do Diploma me respondam...
DIPLOMA É PRECISO SIM!!!
Elane Martins
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Edson José de Oliveira
[27/10/2005 - 11:29]
(Freelancer)
A turma do lobby se deu bem! Mas a batalha ainda não está definida. Quem viver verá.
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Núbia Cibele de Oliveira Tavares
[27/10/2005 - 11:29]
(Profissional Contratado)
E antes que as críticas caiam sobre a minha cabeça, correção: "Ou seja, não teremos demissões em massa e nem o apocalipse para o pessoal das antigas." Afinal, uma repetição besta já vai ser motivo para dizerem que eu não sei de nada, que a nova geração né analfabeta e burra, que bom mesmo era antigamente, blá, blá, blá, blá.
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Rosângela Aguiar
[27/10/2005 - 11:28]
(Âncora / Apresentador TV / Apresentador Rádio-TRILHAS DO BRASIL - GO (INDEPENDENTE))
Olha, depois de ler mais profundamente alguns comentários, gostaria de esclarecer a todos, que apenas aqueles, muitos semi-analfabetos até, que conseguiram o registro profissional de jornalista nas DRTs do País por conta da liminar da Carla Rister e que graças à Justiça, foi derrubada, perderão seus registros e se estavam trabalhando como jornalistas, o fizeram sabendo desta condição de precário. Sabiam que era uma decisão liminar e que podia cair a qualquer momento. Portanto, os precários que procurem outro emprego e párem de auto-intutular jornalistas, porque muitos nem sabem a dimensão social e política que significa a profissão. O fazem por dinheiro, para montar jornais picaretas e ganhar de governos e iniciativa privada. Não são coitadinhos como muitos dizem. A ação de tirar o registro profissional na DRTpor conta de uma liminar por si só não é ético. Será que um profissional deste sabe o que é ética? Será que tem noção da dimensão que as matérias podem atingir? Adeusaos precários
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Núbia Cibele de Oliveira Tavares
[27/10/2005 - 11:24]
(Profissional Contratado)
Quarto: Não dá pra comparar a realidade de mercado dos anos 50, 60, com agora. Se nas faculdades de jornalismo, já é difícil encontrar alguém que tenha o mínimo de senso crítico, escreva bem, tenha articulação e sede de notícia, imagine você colocar o carinha lá que foi estudar ADM, porque não sabia o que queria fazer da vida, e que só pensa em balada, festa, mulher, e não sabe nem quem é o Delúbio para trabalhar como jornalista, só porque ele é filho do dono do jornal, ou amigo??? E André, sobre a pesquisa da Revista Imprensa, é que o pessoal do contra faz mais barulho do que os favoráveis. rs.
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Fábio José de Mello
[27/10/2005 - 11:22]
(Profissional Contratado)
Só mais uma coisa: estou vendo muitos colegas opinando, porém até o momento ninguém leu a sentença dos desembargadores.
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Núbia Cibele de Oliveira Tavares
[27/10/2005 - 11:21]
(Profissional Contratado)
Alguns pontos no debate: Primeiro, só perdem o registro precário quem o conseguiu durante o perído em que a liminar da Carla Ríster valeu. Ou seja, o pessoal das antigas não teremos demissões em massa e nem o apocalipse para o pessoal das antigas. Segundo: Concordo que há cursos de jornalismo em demasia, muita faculdade picareta e que não existem mercado para 5 mil jornalistas novos por ano. Mas é preciso salientar que, uma coisa, é criação de faculdade. Outra, é obrigatoriedade do diploma. Se a nossa classe fosse unida, já tinha conseguido barrar a proliferação de cursos de jornalismo, ou instituindo alguma espécie de filtro, que não o diploma, à exemploda OAB. Filtrar os bons é preciso, mas não é abrindo as postar da profissão para qualquer um que vamos conseguir isso. Terceiro: Conheço n jornalistas que tinham registro precário, voltaram aos bancos da universidade e se formaram. Alguém ai tem medo de estudar?
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Fábio José de Mello
[27/10/2005 - 11:20]
(Profissional Contratado)
"Michel Mathien, professor de ciências da informação e da comunicação da Universidade de Strasbourg III, na França, mostra em seu livro Les Journalistes, de 1995, que em quase toda a Europa, apesar de não haver requisito de formação, existe regulamentação de acesso à profissão.Nesses países prevalece a concepção de que a liberdade de expressão, como necessária para o exercício da cidadania, é incompatível com impedimentos para que qualquer cidadão possa, sem desembaraço, não só ingressar na profissão, mas até mesmo ter seu próprio veículo de comunicação".
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Fábio José de Mello
[27/10/2005 - 11:19]
(Profissional Contratado)
O curioso é que, para exercer a profissão, é necessário o diploma de jornalismo. No entanto, qualquer pessoa pode abrir o próprio veículo de comunicação. Vejamos o que diz Maurício Tufanni, no artigo citado no comentário abaixo: "O acesso à profissão sem a obrigatoriedade de formação específica existe não só nos Estados Unidos, mas também na Alemanha, Argentina, Austrália, Áustria, Bélgica, Chile, China, Colômbia, Dinamarca Espanha, Finlândia, França, Grécia, Holanda, Hungria, Irlanda, Itália, Japão, Luxemburgo, Peru, Polônia, Reino Unido, Suécia, Suíça e em vários outros países". (c)
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Alice Vianna*
[27/10/2005 - 11:19]
(Estudante)
Sinceramente, não sei o que é pior... Já fui obrigada a responder "sim, lojista é com j" e "claro, hábito" tem h. O pior é ler esse monte de baboseira aqui... escrito por pessoas que se intitulam jornalistas (vai saber se são mesmo) e escrevem coisas absurdamente errôneas. A discussão (e a decisão) não é por um pedaço de papel, um diploma pregado na parede. Falamos sobre ser jornalista, suas responsabilidades e a ética que envolve a profissão. Peço a todos os bam-bam-bam que, antes de postar quaisquer comentários, releiam... Lembrem-se daquela aula da faculdade onde o professor careca bradava: "leia em voz alta e veja se há algo estranho".
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Rafael Motta da Silva
[27/10/2005 - 11:17]
(Colunista / Comentarista / Crítico-A TRIBUNA DE SANTOS - SP - SANTOS)
Ainda não dá para soltar rojões: da decisão, cabe recurso. E, para que mais nenhum juiz tenha a idéia de acabar com a necessidade de curso superior para o exercício da profissão, parece ser o momento de repensar os currículos das faculdades de Comunicação. Fossem todas, de fato, boas o suficiente para a formação de jornalistas minimamente qualificados e conectadas às realidades atuais da carreira e às tecnologias que surgem, não restaria dúvida de que sacrificar quatro anos da vida atrás de um canudo valeria a pena — tanto para o formador de opinião quanto ao consumidor de informação.
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Alice Vianna*
[27/10/2005 - 11:11]
(Estudante)
Ao cidadão Roni Machado [27/10/2005 - 10:46], rotulado como Freelancer: Por comentários como o seu que eu luto pela obrigatoriedade do diploma. Pelo amor de Deus... Juiz não é com "s"!!
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Rosângela Aguiar
[27/10/2005 - 11:09]
(Âncora / Apresentador TV / Apresentador Rádio-TRILHAS DO BRASIL - GO (INDEPENDENTE))
Finalmente se fez justiça neste país! Os juízes do TRF 3º Região entenderam o que é certo. Como disse a juíza Alda, "É indispensável o preparo, a capacitação técnica profissional para aferir as consequências das matérias publicadas e não se pode basear somente na cultura de uma pessoa. O curso superior de jornalismo é indispensável para o exercício da profissão". Eu estava lá, durante o julgamento e concordo em número, gênero e grau o que disse a juíza. Acabou a esculhambação. Os picaretas agora vão ter que ir pro banco da escola. Tchau precários, que quiseram se beneficiar de uma decisão esdrúxula de uma juíza como a Carla Rister, que nem conhece a grade curricular do curso de jornalismo. Tchau precários! Entreguem os seus registros!!! Falo isto como jornalista formada há mais de 18 anos e atuante na profissão!
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Adriana Carvalho Pagotto
[27/10/2005 - 11:07]
(Repórter-Editora - Grupo Lund - SP)
Caro Santiago,
Para sua informação sou jornalista formada há mais de dez anos, com diploma e MTB. Justamente por ter cursado uma faculdade que está entre as mais tradicionais no ensino da comunicação, mas que possuía um currículo surreal (incluía disciplinas como taquigrafia), professores totalmente desatualizados e que cobrava os olhos da cara, eu sou contra a exigência do diploma. Aprendi minha profissão com a prática nas redações em que já trabalhei - entre elas as redações de O Globo, o Estado de São Paulo, Valor Econômico, TV Bandeirantes, etc. Infelizmente, pouca utilidade tiveram para mim as aulas da faculdade sobre taquigrafia, edição de matérias de TV com corte seco utilizando dois video-cassetes do tempo das cavernas e explicações sobre past-up....Vejo muita gente boa na profissão que tem diploma, mas também conheço ótimos profissionais sem diploma. Por isso não acho que o diploma deve ser um filtro para selecionar quem pode ou não exercer a profissão.
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Tariq Saleh
[27/10/2005 - 11:01]
Caro Flávio, Países onde se exige formação superior em qualquer área, mas especialização em áreas do jornalismo, e cujas organizações privilegiam a formação superior em jornalismo também: Estados Unidos da América, Alemanha, França, Itália, Portugal, Suécia, Suíça, Japão, Áustria, Finlândia, Grécia, Países Baixos, Austrália. E mais: Reino Unido, Espanha, Dinamarca, Líbano, Canadá, Filipinas, Indonésia, Índia, Coréia do Sul, África do Sul e agora o BRASIL. Países que você citou, como Myanmar, Paquistão, Sri Lanka, Kuwait e Moçambique são ditaduras militares, reprimem a liberdade de imprensa temem jornalistas formados e conscientes. Outra coisa: este papo de lei do tempo da Ditadura Militar já era. Aos que possuem a DRT, os da antiga, nossos sinceros agradecimentos e profundo respeito pelo que fizeram pela profissão. Continuem exercendo-a. Aos picaretas: tchau!
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
José de Souza Castro
[27/10/2005 - 10:49]
(Freelancer)
Tony, você tocou num ponto importante. Aqui em Minas, há uma briga de foice entre políticos e Conselho Regional de Medicina, por causa de um curso de medicina picareta que vem funcionando no Estado sem autorização do MEC, mas com autorização do Conselho Estadual de Educação, que, para atender ao pedido de alguns políticos se arroga até ao direito do que não lhe é de direito. Na capital, há pelo menos cinco cursos de comunicação, embora não haja mercado para os formados. Esses cursos espalharam-se também pelo interior, porque é muito fácil fundar um. O vice-governador Clésio Andrade, que é também presidente da Confederação Nacional de Transportes, conseguiu autorização para criar um desses cursos em Juatuba, a 40 km da capital. O curso fica a 100 metros da fábrica da Brahma. Pelo menos, os alunos estão na vizinhança certa. É um bom começo de carreira, né? O sindicato, é claro, não se opõe à criação de cursos, pois eles dão empregos a dezenas de associados. E la nave va...
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Roni Machado
[27/10/2005 - 10:46]
Parabéns a todos que lutaram pela obrigatoriedade do diploma. E obrigado ao juís e aos desembargadores pela sensatez.
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Tariq Saleh
[27/10/2005 - 10:40]
Caro Flávio, Países onde se exige formação superior em qualquer área, mas especialização em áreas do jornalismo, e cujas organizações privilegiam a formação superior em jornalismo também: Estados Unidos da América, Alemanha, França, Itália, Portugal, Suécia, Suíça, Japão, Áustria, Finlândia, Grécia, Países Baixos, Austrália. E mais: Reino Unido, Espanha, Dinamarca, Líbano, Canadá, Filipinas, Indonésia, Índia, Coréia do Sul, África do Sul e agora o BRASIL. Países que você citou, como Myanmar, Paquistão, Sri Lanka, Kuwait e Moçambique são ditaduras militares, reprimem a liberdade de imprensa temem jornalistas formados e conscientes. Outra coisa: este papo de lei do tempo da Ditadura Militar já era. Aos que possuem a DRT, os da antiga, nossos sinceros agradecimentos e profundo respeito pelo que fizeram pela profissão. Continuem exercendo-a. Aos picaretas: tchau!
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Tony Tramell
[27/10/2005 - 10:36]
(Colunista / Comentarista / Crítico-ALMANAQUE VIRTUAL - RJ)
Mudando um pouco o foco, mas ainda pertinente ao tema: qual a razão para continuarem deixando abrir tantas faculdades de comunicação? Se a maioria que existe não tem um currículo decente e preparam muito mal o suposto profissional. Acaba que ter ou não diploma, do jeito que está, é apenas uma questão que se resume na equação tempo X dinheiro para alguém obter um diploma.
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
José de Souza Castro
[27/10/2005 - 10:35]
(Freelancer)
É, Flávio, só para tirar da profissão uma pessoa como você, já vale a pena a decisão do TRT, que não faz o Brasil igual a todos aqueles países listados aí.
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Jonas S. Marcondes
[27/10/2005 - 10:12]
Ninguém será reconhecido pelo que estudou e gastou, mas pela sua competência. É preciso ser bom em alguma coisa. Ter um bom texto seria um começo.
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Paulo Sérgio Mac
[27/10/2005 - 09:54]
Ufa que alívio. Aos que teimam em dizer que não é necessário o diploma . Gostaria de lembrar que uma simples matéria pode causar muitos problemas. Em outras profissões como obstetra uma simples parteira já resolve, afinal a parteira se falhar atinge apenas uma pessoa. E um jornalista fajuto, todos já sabem o que pode causar. Que bom que agora serei reconhecido pelo que estudei e gastei.
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Haroldo Mendes
[27/10/2005 - 09:41]
(Freelancer)
E os jornalistas que têm registro precário e estão trabalhando com carteira assinada, como ficam? Suas demissões serão sumárias? Será que os juízes não pensaram nisso? Com certeza alguma coisa será feita e acredito, esses profissionais terão que se unir e pedir junto à Justiça a validação definitiva de seus registros. Os demais, os que vierem a partir de agora é outra conversa e outras lutas. Não desistiremos de nossa luta em favor da vida e da dignidade profissional. Canudo se compra, competência se adquire. Haroldo Mendes - Jornalista.
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Fábio José de Mello
[27/10/2005 - 09:40]
(Profissional Contratado)
Depois de tomar conhecimento da decisão dos desembargadores, fui reler o artigo “Diploma de jornalismo - Regulamentação deve atender ao desenvolvimento humano”, de Maurício Tuffani, publicado no Consultor Jurídico. Denso e caudaloso, o texto de Tuffani é um convite ao debate e à reflexão. O autor consegue desvencilhar-se do clima passional que tomou conta do debate, baseando-se em “...ponderações que há muitos anos vêm sendo feitas por jornalistas, pesquisadores do jornalismo e até de sindicalistas da área em todo o mundo...”. Haveria razoabilidade na exigência de diploma para o exercício da profissão?
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Fábio José de Mello
[27/10/2005 - 09:40]
(Profissional Contratado)
Segundo Tuffani, “cursar uma escola de jornalismo não é apenas desnecessário para que uma pessoa esteja qualificada para exercer plenamente essa profissão, mas também não assegura essa qualificação. Dizendo de acordo com os termos da lógica, nosso argumento central é que esse requisito não é condição necessária nem condição suficiente para qualificar alguém para o exercício do jornalismo”. Vou parar por aqui. Fica o apelo para que o autor publique o texto na íntegra, no C-se. Será uma bela e importante contribuição para o debate.
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Alfredo Vizeu
[27/10/2005 - 09:15]
(Professor-UFPE - Universidade Federal de Pernambuco - PE)
O debate está bastante produtivo. Entendo que há uma questão que merece uma profunda reflexão de todos nós, a confusão que se faz entre liberdade de Comunicação, liberdade de Expressão e Jornalismo. Na discussão, a argumentação que me incomoda é de que a exigência do diploma é uma invenção da ditadura. Entendo que não podemos reduzir uma luta histórica dos jornalistas a decisão dos militares de plantão. Um abraço, Alfredo Vizeu, jornalista e professor.
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Jonas S. Marcondes
[27/10/2005 - 07:40]
Deveria haver também faculdade para Motoristas Profissionais com especialidades para Taxistas, Coletivos, Caminhões e Carretas. Dessa forma eles saberiam como respeitar balanças, guardas rodoviários, sensores de velocidade e uma infinidade de perigos por que passam na estrada. Outra profissão que não está regulamentada é a de Pedreiro. Há pedreiros bons e "picaretas". Cabe aí também uma Faculdade de Pedreiros. É um trabalho que mexe diretamente coma segurança das pessoas, a mistura de cimento, cal e areia é química pura. Um pedreiro incompetente é um perigo para a sociedade. O mesmo acontece com cosinheiros, costureiros, cabeleleiros e muitos outros.
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Mirtes Guimarães
[27/10/2005 - 02:17]
(Freelancer)
pô flávio da silva, postar 18 vezes o mesmo texto é um poouco demais, né naõ? além de tudo, não só é chato como fica parecendo total falta de argurmentos. por falar neles, quero dizer que reportéres antigos como o abramo, já têm garantido o direito do exercício da profissão. quanbdo houve a regulamentação da obrigatoriedade de faculdade de jornalismo, a lei deixou claro que quem exercia a profissão antes de 1976 ( se não me engano) tinha seu direito assegurado. ou seja, iria continuar sendo considerado jornalista. a partir desta data é que se obrigou o diploma. e ele, ao contrário do que disseram alguns coleguinhas, é uma arma contra o aviltamento da profissão. basta lembrar que enquanto esteve em vigor a liminar que garantia o registro a qualquer um, atrizes, artistas, modelos, exbbbs, foram contratados no lugar de jornalistas. portanto a decisão dos juízes foi sim uma vitória da categoria.
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Jânio Moreira
[27/10/2005 - 02:10]
(Freelancer)
Fico satisfeito com a exigência do diploma para o exercício da profissão. Existem muitas profissões que têm lobby exigindo pelo menos o diploma, porque só o jornalismo tem que ser uma espécie de casa da sogra?
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Daniel Graciano de Carvalho
[27/10/2005 - 01:22]
(Editor-TV BANDEIRANTES - SP)
É triste que numa classe tão desunida como a dos jornalistas, a principal vitória do sindicato serviu para reverter um processo de liberdade. A decisão do TR3 vai calar jornalistas já com experiência e vocação para escrever com ética e justiça. Vai provocar demissões de milhares. Vai levar tristeza para lares de futuros inadimplentes, que irão se somar aos milhões de desempregados como engenheiros, médicos e arquitetos que pilotam taxis ou trabalham em sub-empregos para sobreviver. Essa vitória representa uma luta de classes: aqueles que pagam pela faculdade e pagam pelo curso médio para entrar em grandes universidades versus trabalhadores que visam aprender num Brasil que insiste em ser injusto. Espero que o abraço do FENAJ no prédio da Justiça nesta quarta-feira traga felicidade aos jornalistas, à beira de um apartheid profissional... uma linha imaginária para os novos excluídos, que viverão agora com medo nos olhos e a esperança na mente.
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Flávio da Silva Oliveira
[27/10/2005 - 00:49]
(Profissional Contratado)
O título da matéria deveria ser este: TRF-3ª REGIÃO DIZ SIM A UMA INVENÇÃO DA DITADURA MILITAR. Confiram a lista de países onde não há exigência de diploma para o exercício da profissão: ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA, ALEMANHA, FRANÇA, ITÁLIA, PORTUGAL, SUÉCIA, SUÍÇA, JAPÃO, ARGENTINA, CHILE, PARAGUAI, GUATEMALA, PERU, TRINIDAD E TOBAGO, ÁUSTRIA, FINLÂNDIA, GRÉCIA, HUNGRIA, PAÍSES BAIXOS, POLÔNIA, FILIPINAS, KUAITE, MYANMAR, PAQUISTÃO, SRI LANKA, ANGOLA, CABO VERDE, MARROCOS, MOÇAMBIQUE, AUSTRÁLIA.
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Flávio Domênico de Araújo
[27/10/2005 - 00:30]
(Freelancer)
Alguém aí é contra o estudo? Não? Parece...Os que estão ai questionando a faculdade e o ensino deveriam questionar a mediocre exigência do mercado interno para o jornalista e, até mesmo para estagiários, de terem o tal do "inglês" fluente. Não sou contra aprender inglês, queisera eu ter podido estudar. Mas pagar faculdade e cursinho de um tal de "inglês" junto...só para a "moçada" do mensalão"!!!
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Flávio Domênico de Araújo
[27/10/2005 - 00:30]
(Freelancer)
...Mas isso é pano para outra manga...
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Marco Bahé
[27/10/2005 - 00:29]
(Âncora / Apresentador TV / Apresentador Rádio-RÁDIO OLINDA 1030 AM - PE - OLINDA)
Pessoal, é triste ver um debate como esse sendo reduzido por acusações de erros gramaticais e questionamentos sobre quem sabe ou não inglês para ler os blogs americanos. Pelo amor de Deus!
Gostaria apenas de lembrar a alguns que a exigência do diploma fez parte de um movimento pela profissionalização da atividade jornalística. É impressionante como se esquece que essa profissão era (e ainda o é em muitos casos) apenas bicos para pessoas que assessoravam políticos ou mantinham emprego, sem concurso, em repartições públicas. Junto com a exigência do diploma nasceu o repórter 'fulltime'.
Para os que argumentam que Joel Silveira nunca teve diploma, gostaria de lembrar que isso sequer existia quando ele iniciou a carreira. E, além do mais, Joel Silveira não teria dificuldade alguma em passar no vestibular de qualquer universidade pública ou privada do país, caso alguém exigisse isso dele.
Saudações fraternas a tod@s!
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Roberto Wertman
[27/10/2005 - 00:29]
(Editor-GLOBONEWS - RJ)
Finalmente vemos juízes fazendo justiça. Respeito todos aqueles que escrevem bem, mas não é o simples fato de escrever bem que faz de alguém jornalista. Infelizmente, como em várias áreas em nosso país, algumas pessoas sentem-se no direito de entrar pela janela.
Queixem-se os que acham que isto não passa de lobby... quem são vocês?! Jornalistas formados, ou pessoas frustradas em ver as portas dos fundos abertas a qualquer um.
Viva os desembargadores. Mesmo com a pressão de veículos mais interessados em dilapidar a qualidade de seus profissionais, trocando jornalistas espertos e experientes por 'estagiários' que sequer precisariam se formar.
A literatura está aí, aberta a quem quiser usar sua liberdade de expressão e sua boa expressão e estilo. Aproveitem o tempo que vocês não terão mais tentando passar à frente de tantos que estudaram anos na faculdade e usem tod o estilo e criatividade de vocês.
Assim certamente o país terá melhores jornalistas e, quem sabe, mais escritores de qualidade.
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Alexandre Ventura
[27/10/2005 - 00:24]
(Repórter-RÁDIO CBN 90.5 FM - SP)
O que todos nós, jornalistas ou não, devemos nos lembrar é que a sociedade precisa da imprensa. Sem ela não haveria denúncia de mensalão, muito menos transmissão ao vivo dos depoimentos nas CPMIs, nem o acompanhamento dos senhores Maluf (pai e filho) antes e depois da "estadia" na Polícia Federal, além de outras tantas.
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Alexandre Ventura
[27/10/2005 - 00:24]
(Repórter-RÁDIO CBN 90.5 FM - SP)
Meus amigos, o diploma e o registro de jornalista são direitos obtidos. Fazem parte de uma luta que nasceu muito antes de todos nós, que está aí desde que alguém decidiu não aceitar alguma injustiça ou resolveu divulgar o que considerava errado. Mais importante que tudo isso é entender a imprensa como instrumento social, ferramenta a qual todos recorrem quando precisam de qualquer tipo de apoio.
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Alexandre Ventura
[27/10/2005 - 00:23]
(Repórter-RÁDIO CBN 90.5 FM - SP)
O diploma é um filtro. O maior papel é da população, que deve observar e criticar as ações de todos os profissionais. Manter o debate sobre a legitimidade do diploma é uma incrível perda de tempo e, se vocês me permitem, soa muito mais como uma "dor de cotovelo". Jornalista não precisa ser bonzinho, nem amiguinho de todos mundo. Nosso papel é buscar a informação. Aqueles quem pregam o contrário deveriam passar uma semana dentro de uma redação.
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Marcos Antônio Ferraz
[27/10/2005 - 00:22]
Ufaáá´!!! Até quem fim Justiça foi feita. Acho engraçado os argumentos de alguns "colegas" dizendo ser a regulamentação coisa da ditadura e outros blá blá blá. Somos uma categoria profissional e assim devemos ser respeitados. Em todos os setores do mercado de trabalho é assim; do torneiro mecânico ao doutor. Porquê com os jornalistas tem que ser diferente. Resta agora saber como fica os mtbs distribuídos aos milhares durante a vigência da liminar da juíza. Vamos ao trabalho sem concorrência desleal! O resto é balela de quem deseja ficar na profissão por interesses muitas vezes não explicáveis.
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Valéria Fonseca
[27/10/2005 - 00:14]
(Freelancer)
LOBBY!! Das faculdades, das entidades ligadas a categoria, do sincato! Você...com seu tão ostentante diploma está trabalhando no momento? ganha o suficiente para pagar o que você gastou com a faculdade? e os recem-formados...terão mercado? Sinto muito meus queridos, mas sou Jornalista, vocês querendo ou não. Encaro meu trabalho de forma digna e convicta de que o diploma, embargado pela faculdade por falta de pagamento, não me desmerece em momento algum. Já deram uma boa olhada nos jornais impressos de hoje e nos telejornais? já ouviram o rádio? Um veículo compete com o outro, um segue o outro e é esse o real motivo de você...DIPLOMADO não ter espaço no mercado... Ninguém...NINGUÉM MESMO!! se dá conta do problema. Não se conseguiu nem ao menos explicar para a população o que foi o Referendo... Façamos todos nosso trabalho bem feito, prezando única e exclusivamente nosso leitor/telepectador/ouvinte e deixemos os lobbistas procurarem outro nicho de mercado.
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Valéria Fonseca
[27/10/2005 - 00:06]
(Freelancer)
Lobby... Puro e simples.
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Ana Lira
[26/10/2005 - 23:57]
Minha gente, eu tenho colegas de sala que trabalham em diversos jornais e revistas de renome e nunca reclamaram por estarem em uma faculdade. Muitos deles trabalham em veículos de comunicação há dez anos...quinze anos e conversam com a gente nos corredores comentando que estão redescobrindo não apenas o prazer o estudo, mas novas formas de trabalhar, de construir jornalismo. Eles têm filhos, esposas, trabalham nas redações durante o dia e nem por isso deixam de fazer bem feito dentro das universidades. Eu mesma publiquei artigos antes de entrar na universidade, mas sempre achei fundamental investir na minha própria formação. Estarei recebendo o meu diploma no meio do ano que vem e tive quatro dos melhores anos da minha vida na universidade, estudando, debatendo e conhecendo projetos diferenciados. Não me arrependo, nunca tive medo desse tal de "mercado" e incentivo as pessoas a fazerem o mesmo.
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
André Francisco Tomazela
[26/10/2005 - 23:48]
(Profissional Contratado)
Antes que sofra um massacre por aqui, deixa eu consertar o trecho da mensagem anterior, avisando que errei pois não li mais que duas vezes e estava empolgado com a discussão. Um erro perdoável se perder no meio da frase? Hehehehe! Vai lá: O "buraco é mais no fundo": trata-se de reconhecer que uma pessoa que escolheu, por livre e espontânea vontade, ser jornalista e, para tanto, fez uma faculdade e obteve um diploma reconhecido por lei, como em qualquer outra área, com raras exceções, tem o direito de ter o seu diploma reconhecido pela justiça, pelo governo e sociedade civil. Ou então, como já disse, acabem com tudo, indenizem os jornalistas e fechem todos os cursos.
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Fábio José de Mello
[26/10/2005 - 23:42]
(Profissional Contratado)
Entendo, dona Mônica.
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
André Francisco Tomazela
[26/10/2005 - 23:37]
(Profissional Contratado)
Núbia! Não sabia dessa pesquisa da revista Imprensa. O resultado me deixa muito satisfeito. Achei que estávamos pior em termos de opinião sobre a questão do diploma. Cláudio, concordo contigo sobre a tendência dos blogs noticiosos. Mas, não podemos esquecer que as pessoas podem montar blogs independente do diploma e com conteúdos mais variados possíveis, incluindo ou não notícias ou até misturando. Isso é livre e é bom que continue sendo. A discussão não é sobre escrever "direitinho" ou não. O "buraco é mais no fundo": trata-se de reconhecer que uma pessoa que escolheu, por livre e espontânea vontade, ser jornalista, e para tanto fez uma faculdade e obteve um diploma reconhecido por lei, como em qualquer outra área, com raras exceções. Ora! Essa pessoa tem o direito de ter o seu diploma reconhecido pela justiça, pelo governo e sociedade civil. Ou então, como já disse, acabem com tudo, indenizem os jornalistas e fechem todos os cursos.
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Núbia Cibele de Oliveira Tavares
[26/10/2005 - 23:24]
(Profissional Contratado)
Eu sou favorável ao diploma. Eu e 70% dos jornalistas, segundo pesquisa divulgada na Revista Imprensa (não estou lembrando qual foi a edição). Boa! Vamos vencer em terceira instância e acabar com essa história de tiazinhas, lacraias, Rodolfo, ET, e mulher samambaia se intitulares repórteres, jornalistas. Chega!
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Cláudio de Souza
[26/10/2005 - 23:12]
(Freelancer)
Acho que as pessoas estão perdendo um pouco a noção do que é o jornalismo. Trata-se de uma atividade eminentemente intelectual, não? O trabalho em comunicação social é assim, pelo menos em tese. E eu pergunto: como regular isso? Esse tipo de trabalho pode estar sujeito a leis e diretrizes mesquinhas? Algum desses sindicaLISTAS sabe que a grande revolução do jornalismo, que já está acontecendo em todo o mundo e especialmente na Europa e EUA, são os blogs? Caso algum deles saiba inglês, deveria procurar se informar, aqui mesmo na web. Pessoas das mais diversas formações, responsáveis e interessadas em participar da comunidade informacional, estão entrando no mercado jornalístico no mundo todo sem dar satisfação a correlatos dessa turma que, sinceramente, dá pena. Eu lido com molecada que está no quarto ano, ou recém-formada, ou com dois anos de formada. Dá dó. Não sabem nada de jornalismo. Deveriam ter sido aconselhadas a mudar de carreira. Mas o que é vocação, se há reserva de mercado?
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Mônica Magna Cardoso Oliveira
[26/10/2005 - 23:02]
(Diretor-JORNAL DE CAÇAPAVA - SP - CAÇAPAVA)
Prezado Fábio, também com todo respeito, não passei por aqui para discutir nada com ninguém, apenas para expressar minha alegria e satisfação pelo bom senso dos juízes e da decisão que provavelmente será mantida na última instância. Mas as faculdades de Jornalismo estão aí e sempre, sempre, é tempo para começar. Saudações !
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Fábio José de Mello
[26/10/2005 - 22:42]
(Profissional Contratado)
Dona Mônica, com todo respeito, a senhora poderia definir o que é jornalismo?
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Mônica Magna Cardoso Oliveira
[26/10/2005 - 22:36]
(Diretor-JORNAL DE CAÇAPAVA - SP - CAÇAPAVA)
Sou jornalista formada há 21 anos, proprietária de um jornal no interior pelo mesmo tempo, tenho uma filha que faz o segundo ano de Jornalismo e convivo com uma porção de "pessoas que escrevem direitinho" e por isso se acham no direito de se intitularem "jornalistas". Estou extremamente feliz com a decisão de manter o diploma, pois somente assim poderemos ter o respeito enquanto profissionais que estudaram e investiram tempo e recursos para uma formação completa.
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
José de Souza Castro
[26/10/2005 - 22:30]
(Freelancer)
Por favor, Santiago Roa Jr, fale mais baixo. Ninguém aqui é surdo!
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Benjamim Martins de Oliveira Jr.
[26/10/2005 - 21:54]
(Freelancer)
Da mesma forma que muitos julgavam o referendo sobre a venda de armas uma perda de tempo e dinheiro, o mesmo pode-se dizer da questão do diploma de jornalista. Respeito a posição da juíza Carla Rister, mas a intenção dela pela não exigência do diploma deixa transparecer a discriminação. É claro que qualquer uma pessoa que frequentou escola saberá escrever, pelo menos o básico, e todos, mesmos os analfabetos, sabem falar. Será que a Carla Rister concordaria que um cidadão com o ensino fundamental ou médio defendesse um réu numa sessão de júri? Pelo jeito, a situação é "cada macaco em seu galho". E viva a academia. Ponto final.
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Fábio José de Mello
[26/10/2005 - 21:52]
(Profissional Contratado)
Também tem muito de culpa nossa nessa jogada. Não nos mobilizamos para falar chega!, não queremos a obrigatoriedade. Não queremos que vocês, pelegos sindicaLISTAS, falem em nosso nome. Vocês não representam milhares de jornalistas Brasil afora. Pensam que sim, mas não é verdade. Se fosse uma vitória da catchiguria, estaríamos todos comemorando. E isso não está acontecendo. Escrevi seis "não" em poucas linhas. Reflexo de uma semana estranha, em que "direitos" questionáveis foram conquistados. Tem não demais na minha cabeça.
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
André Francisco Tomazela
[26/10/2005 - 21:28]
(Profissional Contratado)
Quanto preconceito. Todos podem errar. Todos podem escrever. Mas, usar o argumento de que o diploma se compra, de que uma minoria tem acesso, de que, de que tudo foi inventado na ditadura... ai, cansei! Se diploma não fosse pra valer, não teria que existir. Se a decisão da juiza fosse pra valer, o MEC teria que fechar todas as faculdades públicas e privadas de jornalismo do Brasil e indenizar os que pagaram de uma forma ou de outra por elas. Fechem os cursos e acabem com a profissão. Aí, sim, eu aceito o fim da validade do diploma. Talvez não deixe a profissão de lado, que é algo que amo, muito antes da faculdade e bem depois dela. Mas, que tenho orgulho do meu diploma, tenho, primeiro passo para uma retomada da valorização profissional em uma área em que os profissionais são tratados como lixo pelas empresas. Falta orgulho, falta corporativismo, falta sindicato que atue de verdade, falta CONSELHO REGIONAL, estão aí os RPs lutando de verdade. E jornalista não quer que aprove Conselho?
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Jonas S. Marcondes
[26/10/2005 - 21:23]
Santiago, Sou formado em Administração de Empresas em 1981. Naquele tempo a gente achava que iria ficar rico, sendo um Administrador. Não fiquei rico, mas aprendi muita coisa. Concordo com você que essa briga é boba, todavia a minha intenção era brincar mesmo, não é disputar, nem vencer, nada disso. Tenho bons amigos, muitos deles são jornalistas, escritores e poetas. E não está bom?
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Luciano Santiago Roa Jr.
[26/10/2005 - 21:15]
HA!!! KELLY, NÃO PUDE RESISTIR, MAS NÃO FAREI MAIS ISSO TÁ... DEPOIS DA VÍRGULA NUNCA USE LETRA MAIÚSCULA, ISSO EU APRENDI NA FACULDADE, KKKK.
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Luciano Santiago Roa Jr.
[26/10/2005 - 21:12]
PERAÍ, VIROU BOLSA DE APOSTAS ISSO AQUI COM DIREITO A PLACAR E TUDO? MAS QUE BELEZA E CRIATIVIDADE DOS PRÁTICOS!!!
ORA, VÃO ESTUDAR POIS EU POSSO RELER A GRAMÁTICA E NÃO ERRAR MAIS, VOCÊS VÃO RALAR 4 ANOS NA FACULDADE SE QUISEREM TRABALHAR! SE QUISEREM APOSTAR QUEM TERMINA PRIMEIRO SUA MISSÃO TÁ VALENDO!
QUERIDO JONAS, NÃO É POR AÍ, VAMOS DEIXAR O RECALQUE E PODEMOS ATÉ UM DIA DESSES TOMAR UM CHOPP E QUEM SABE POSSO RELEMBRAR O CONTEÚDO DE PORTUGUÊS QUE DEVO TER FALTADO NA FACULDADE. MAS ISSO A GENTE DÁ UM JEITO NÉ? COMO ESPERO QUE VOCÊ TAMBÉM POSSAM TRABALHAR E ESTUDAR PARA MELHORAR POIS CONHECIMENTO NUNCA É DEMAIS, E JULGAR O CONHECIMENTO DE UMA PESSOA POR UM LAPSO DIANTE DO COMPUTADOR É MUITO POBRE GENTE... VAMOS PENSAR EM MELHORIAS PARA NOSSA CATEGORIA E DEIXAR ESSA BRIGA QUE NÃO VAI LEVAR A NADA!
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Luciano Santiago Roa Jr.
[26/10/2005 - 21:06]
ADRIANA FREITAS. POSSO ERRAR SIM AO DIGITAR, POIS GRAÇAS A ESCULHAMBAÇÃO E BANALIZAÇÃO DA PROFISSÃO OS COPIDESQUES FORAM BANIDOS, SANTO CORRETOR DE TEXTOS DO WORD NÉ, QUE NÃO TEM AQUI NESTA JANELA DAS LAMENTAÇÕES. BOM, NÃO APRENDI NAS MINHA FACULDADE ESCREVER ASSIM, É ERRO MEU MESMO, POIS A BUSCA DO CONHECIMENTO DEPENDE DO ALUNO E NÃO DA INSTITUIÇÃO E COMO ENTREI COM 17 ANOS DA FACULDADE, DEVO TER ERRADO, MAS ESTOU CORRENDO ATRÁS. VAMOS DEIXAR DE SER LEVIANOS E DEIXE SEU JEITO LÉPIDA E FAGUEIRA DE TER CORRIGIDO UM FORMADO COMO UM TROFÉU, POIS QUEM NÃO ASSUME SEUS ERROS É MEDÍOCRE E ASSUMO PUBLICAMENTE, DIGITEI ERRADO!!! SE VOCÊ FOR MESMO JORNALISTA, DEVE SABER QUE DE VEZ EM QUANDO DÁ "TILT" E A GENTE ESQUECE DE MUITAS REGRAS GRAMATICAIS, ACENTUAÇÕES E QUANDO ISSO ACONTECE PERGUNTAMOS AO COLEGA. GOSTARIA MUITE DE TE-LA AO MEU LADO NUMA REDAÇÃO POIS É INTELIGENTE E OBSERVADORA, MAS AGORA, TEREI QUE ESPERAR VOCÊ SE FORMAR PARA ISSO, QUE PENA NÉ?
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Jonas S. Marcondes
[26/10/2005 - 20:52]
Kelly. O meu erro primário foi uma distração. Essa história de m antes de p e b é do primário, no meu tempo o Ensino Fundamental éra primário e ginasial. O seu colega Santiago escreveu prol com acento no o. Oxítonas terminadas em l. n . r e x não se acentuam. Então está 1 x 1.
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
José Paulo Lanyi
[26/10/2005 - 20:39]
É o país-caranguejo...
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Cláudio Roberto Strajac
[26/10/2005 - 20:39]
A decisão do TRF põe fim à palhaçada da Juíza Carla Rister, e com isso faz valer a pena o esforço para tentar me formar. Só quem rala sabe o valor do diploma, e sem a sua obrigatoriedade não valeria a pena continuar. Ou será que valeria a pena jogar quase R$ 1000,00 por mês numa universidade pra depois perder vagas no mercado de trabalho pra algum "turrão" com 1º grau incompleto? Pra isso, melhor nem começar a estudar. Se existe um curso para uma determinada profissão, é por que não é qualquer um que pode chegar e assumir o posto de trabalho sem ter preparo para tanto. Por isso, viva o 3º TRF! Eles estão fazendo valer o nosso esforço.
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
José Paulo Lanyi
[26/10/2005 - 20:37]
Mais uma...
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
André Francisco Tomazela
[26/10/2005 - 20:36]
(Profissional Contratado)
Vamos falar o português claro, querido! Jornalismo de fachada qualquer um pode fazer, até mesmo os ressentidos RPs. Jornalismo com qualidade, se dependesse só da vontade, só jornalista sabe fazer... Aprendeu a fazer apenas isso! Bem, não venham usar como pano de fundo discursos cartas marcadas de qualidade de universidade, de assessorias para RPs etc. e tal. Jornalismo é para jornalistas. Repito, se assim foram estruturadas as profissões no Brasil, vamos celebrar a decisão. Jornalistas, acordem...
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Delmar Marques
[26/10/2005 - 20:29]
(Diretor-DM Textual Editoração Eletrônica - SP)
Voltamos ao status de republiqueta das bananas onde só a minoria que pode comprar um diploma, por 800 paus mensais numa facu picareta, vai poder exercer o jornalismo. O Judiciário votou pela manutenção de sua caixa preta. Não interessa para eles que se faça jornalismo no Brasil. Menos de 1% dos jovens entre 18 e 24 anos que conseguem entrar numa faculdade, a elite burguesa nacional, vai continuar reduzindo o jornalismo a essa coisa de fachada, esse faz de conta, me engana que eu gosto. A vantagem é que com a exigência do diploma para o jornalismo ninguém vai poder contestar o direito dos RPs de exigirem diploma de RP para fazer assessoria de imprensa. O que vale para o jornalismo, vai ter que valer para os assessores de imprensa tb. Se quissermos exigir diploma de jornalista para fazer jornalismo, não poderemos defender que os RPs abram o mercado deles. Só quero ver como isso vai acabar. Essa bagunça não pode continuar eternamente.l
|
|
|
| |
|
|
| |
| |
|
Flávio da Silva Oliveira
[26/10/2005 - 20:28]
(Profissional Contratado)
O título da matéria deveria ser este: TRF-3ª REGIÃO DIZ SIM A UMA INVENÇÃO DA DITADURA MILITAR. Confiram a lista de países onde não há exigência de diploma para o exercício da profissão: ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA, ALEMANHA, FRANÇA, ITÁLIA, PORTUGAL, SUÉCIA, SUÍÇA, JAPÃO, ARGENTINA, CHILE, PARAGUAI, GUATEMALA, PERU, TRINIDAD E TOBAGO, ÁUSTRIA, FINLÂNDIA, GRÉCIA, HUNGRIA, PAÍSES BAIXOS, POLÔNIA, FILIPINAS, KUAITE, MYANMAR, PAQUISTÃO, SRI LANKA, ANGOLA, CABO VERDE, MARROCOS, MOÇAMBIQUE, AUSTRÁLIA.
|
|
|
| |
|
| | | | | |