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Comissão do MEC quer garantir liberdade curricular dos cursos de Jornalismo

Miriam Abreu, do Rio de Janeiro

O Presidente da Comissão formada pelo Ministério da Educação para aplicar novas diretrizes curriculares aos cursos de Jornalismo, José Marques de Mello, deixou claro que o objetivo do grupo é garantir “a liberdade curricular nas universidades e estabelecer diretrizes que não sejam uma camisa de força. Vamos respeitar as diversidades regionais, não queremos um tipo de jornalismo chapado. Defendemos uma formação básica genérica e unificada, mas cada curso deve procurar uma vocaçãoâ€, explicou ele ao Comunique-se, ao término da audiência realizada na manhã desta sexta-feira, no Recife.

Ele avaliou como produtivo o encontro com representantes das associações, entidades de classe e jornalistas profissionais. â€œTodos nos trouxeram propostas concretas do perfil do novo jornalista, das competências deste profissional". 

O presidente da Federação Nacional de Jornalistas (Fenaj), Sérgio Murillo de Andrade, apresentou um resumo das sugestões da entidade para o estimulo à qualidade do ensino do jornalismo (leia na íntegra aqui). “Somos contrários à dupla formação, à complementação da formação, favoráveis ao curso específico dentro do campo da comunicação. Pedimos também uma audiência depois da que será realizada em São Paulo, em 18/05, para a apresentação da conclusão do resultado final do trabalho desse grupo de especialistasâ€, contou Murillo.

Ele lamentou a ausência de representantes das entidades patronais, como a Associação Nacional de Jornais (ANJ) e a Associação Brasileira das Emissoras de Rádio e TV (Abert). “Espero que essa ausência não signifique que essas entidades sejam contra a formação superior, já que são contra a obrigatoriedade do diploma. Acho um desrespeito ao trabalho que esse grupo voluntário está desenvolvendo no sentido de qualificar o ensino no Paísâ€.

“Na verdade essa ausência não significa boicote. As entidades patronais têm mandado sugestões, não estão ausentes. Nem sempre as datas das audiências são viáveis para todosâ€, respondeu Mello. 

As audiências têm sido um avanço, na avaliação do presidente da Comissão. Ele está ciente de que há posições contrárias e deixou claro que o grupo vai estabelecer diretrizes “consensuais, que atendam à sociedadeâ€.

Sobre as contribuições recebidas por e-mail até 30/03, ele conta que o grupo já leu as sugestões. “Há muita coisa pontual, repetitiva. Uma equipe do MEC está fazendo uma grade com essas contribuiçõesâ€.

Leia também:

Comissão do MEC quer aplicar novas diretrizes curriculares em 2010




24/4/2009
 
Carlos Amorim de Almeida Jr. [04/05/2009 - 13:12]
(Diretor - Redação / Jornalismo-Confraria das Artes Produção Cultural e Assessoria - SP)


Liberdade curricular dos cursos de jornalismo é piada.

Como toda boa quadrilha os cursos de comunicação com opção por jornalismo tem foco único e exclusivo no faturamento.

O MEC deveria sim é propor uma grade no mínimo compatível entre os integrantes dessa quadrilha.

O aluno que tenta se transferir de faculdade, descobre que a grade não é compatível e é obrigado a ingressar no 1o ano, mesmo já tendo cursado 2 anos em outra instituição.

Em vez de permitir a manipulação em favor próprio por parte dessas quadrilhas denominadas de instituições de ensino, o MEC deveria cobrar a equivalência das grades curriculares. Haja bolso e paciência.



 
 
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Ricardo Luiz Guimarães Ribeiro [27/04/2009 - 12:53]
(Editor-FOLHA MARIANENSE - MG - MARIANA)


Antes que coloquem o Sr Observador no pelourinho vou logo avisando: Dines, Fenaj, ABI e o professorado são a favor da obrigatoriedade do diploma, por motivos óbvios.
 
 
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Ricardo Luiz Guimarães Ribeiro [27/04/2009 - 12:33]
(Editor-FOLHA MARIANENSE - MG - MARIANA)


(6) "Também as entidades estudantis (gerais ou específicas) e os próprios estudantes (individualmente) não estão isentos de culpa: aceitaram passivamente a empulhação que lhes era oferecida como formação acadêmica, deixaram-se seduzir pela teorização que lhes foi oferecida como modernidade e, no caso do ensino pago, sequer lembraram-se de exercer o direito de consumidores, já que pagam por um serviço e recebem outro, muito pior. Greve nas universidades públicas – em geral as melhores –, tudo bem. Protesto contra o ensino deficiente nas escolas privadas, nem pensar. O investimento que fazem é para obter o canudo da forma mais rápida e com o menor esforço". (7) "A questão não é do diploma, mas do canudo. Este é um problema que não se resolve com liminares ou ondas de protesto".
 
 
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Ricardo Luiz Guimarães Ribeiro [27/04/2009 - 12:31]
(Editor-FOLHA MARIANENSE - MG - MARIANA)


(continuando) "E como não apoiaram esse sistema de avaliação, evidentemente não estariam dispostos a forçar o MEC a punir os cursos e faculdades deficientes. Mais grave foi a displicência com que reagiram ao longo de tanto tempo à arrogância das empresas jornalísticas, que consideravam sem efeito o decreto da obrigatoriedade e contratavam aberta e descaradamente profissionais sem o diploma de jornalismo. Ou contornaram o decreto terceirizando a compra de serviços de pessoas jurídicas (o popular PJ)". (5) "Este Observatório denunciou esta prática que infringe algo fundamental nas relações de trabalho na empresa jornalística: a necessidade da vinculação contratual do jornalista da redação à empresa, com direito ao salário mensal e demais direitos laborais. A institucionalização do "frila fixo" é uma aberração que remonta à questão da obrigatoriedade do diploma de jornalista e à omissão das entidades sindicais em fiscalizar sua observância".
 
 
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Ricardo Luiz Guimarães Ribeiro [27/04/2009 - 12:28]
(Editor-FOLHA MARIANENSE - MG - MARIANA)


(3) "Poderiam ter estimulado a criação de cursos de mestrado profissionalizantes que atenderiam à necessidade de trazer para as redações profissionais especializados e devidamente reciclados para o exercício do jornalismo. Este sistema, vigente na maioria dos países desenvolvidos (sem a obrigatoriedade do diploma), se implantado nos anos 80 como proposto na obra citada teria resolvido o problema nos seus dois aspectos mais importantes: o da formação de quadros qualificados e do desenvolvimento de centros de excelência em formação jornalística". (4) "No rol dos culpados pelos lamentáveis resultados obtidos pela obrigatoriedade do diploma é preciso colocar também as entidades corporativas e sindicais dos jornalistas – encabeçadas pela Fenaj –, que recusaram participar da implantação do Exame Nacional de Cursos, o Provão. Preferiram seguir a orientação da CUT, que não desejava reforçar qualquer iniciativa governamental". (continua)
 
 
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Ricardo Luiz Guimarães Ribeiro [27/04/2009 - 12:26]
(Editor-FOLHA MARIANENSE - MG - MARIANA)


Vamos fazer uma releitura de alguns textos do Alberto Dines? (1) "A obrigatoriedade do diploma não funcionou em grande parte porque a grande mídia fechou os olhos à escandalosa situação do ensino de jornalismo no país. E o fez por razões mercantis e mesquinhas, temerosa de perder os contratos de publicidade das universidades e faculdades privadas que preferem gastar em marketing do que em bons salários para o corpo docente, instalações e equipamentos". (2) "As empresas erraram quando esqueceram de estimular seus quadros mais experientes a passar pelo circuito acadêmico, o que constituiria um enriquecimento para a própria empresa. Em vez disso, optaram pelos cursinhos internos (para trainees), de caráter meramente promocional, mantendo intacto o status quo na rede de ensino superior".
 
 
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Luiz Oscar Matzenbacher [27/04/2009 - 10:12]
(Freelancer)


A Farra das Faculdades e Cursos de Jornalismo é a causa do desemprego no setor. O número de professores de Jornalismo no Brasil é muito maior do que o número de vagas disponíveis nas redações do País. E, o número de alunos a cada 1º Semestre também supera o mercado.
Os médicos conseguem reduzir as vagas nas Facudads de Medicina, adequando-as ao real tamanho do mercado de trabalho. Mas, as entidades representativas dos jornalistas pedem abertura de novas Faculdades, para compesar a falta de vagas nas redações. Pode?
 
 
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Rafael Imolene Fontana [27/04/2009 - 01:12]
(Freelancer)


Bons argumentos contra e favoráveis à obrigatoriedade do diploma.
Volto a perguntar: entre um Einstein sem diploma de jornalismo e um graduado na "Faculdade Integrada do Sul de Quixeramobim", quem você contrataria para o caderno de Ciência do seu jornal?
 
 
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Ricardo Luiz Guimarães Ribeiro [27/04/2009 - 00:47]
(Editor-FOLHA MARIANENSE - MG - MARIANA)


"Eu não acredito que ainda exista essa discussão sobre a validade do diploma". O Supremo Tribunal Federal vai decidir sobre a obrigatoriedade do diploma e não sobre a validade. "Nosso problema é a falta de união entre a classe e um sindicato mais forte e atuante". Somos uma categoria e não uma classe. Cada UF tem seu sindicato e a federação é a soma dos sindicatos. Os sindicatos estão mais quebrados que arroz de terceira e nem adianta culpar A ou B ou C. "Os cursos de jornalismo (para graduação, especialização, pós-graduação) devem ser revistos". A Comissão do MEC se propõe a isso com a participação da federação, das associações e de profissionais tarimbados. "Defendo também o estágio (uma forma interessante de aprender na prática o que é a profissão) desde que devidamente regulamentado". Isto já foi feito. "Quanto às panelas nas redações é outro fator que deve ser combatido". Seria algo como o empregado mandar no patrão ou dizer a ele o que fazer?
 
 
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Cal Francisco [26/04/2009 - 22:22]
(Âncora / Apresentador TV / Apresentador Rádio-RÃDIO BRASIL MPB - SP)


Maria Lucia Zanelli, parabéns pelo seu posicionamento. O C-se bem que poderia ampliar esse debate.

Ótima semana a você.
 
 
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Maria Lucia Zanelli [26/04/2009 - 21:44]
(Diretor - Redação / Jornalismo-SINTONIA SP - SP)


Eu não acredito que ainda exista essa discussão sobre a validade do diploma. O diploma universitário é imprescindível em qualquer profissão e não deve ser diferente na área de jornalismo. Nosso problema é a falta de união entre a classe e um sindicato mais forte e atuante. Os cursos de jornalismo (para graduação, especialização, pós-graduação) devem ser revistos. Defendo também o estágio (uma forma interessante de aprender na prática o que é a profissão) desde que devidamente regulamentado. Quanto às "panelas nas redações" é outro fator que deve ser combatido. Eu acredito que somente dessa maneira é que poderemos fazer um jornalismo verdadeiro e mais atuante.

Maria Lúcia Zanelli (editora Imprensa Oficial do Estado, diretora de redação do site www.sintoniasp.com e apresentadora do Programa Variando - www.super8tv.com.br)
 
 
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Breno de Oliveira Rodrigues Alves [26/04/2009 - 13:47]

Vergonha. Essa é a palavra. Sou recém formado, com diploma, sindicalizado, só me resta uma oportunidade, negada até então, por eu não ter experiência. Enquanto que muitos no passado, não tinham diploma nem experiência, conseguiram na raça, no dia a dia, de que vale ter mil cursos se não há oportunidades.
Se sempre rola umas "proteções". Quero uma oportunidade nem que seja de iluminador, mas que me proporcione por em pretica o que aprendi na faculdade, e possibilitando que eu venha a fazer um curso de pós, especialização, etc. Mas se eu continuar batendo a cara na porta não irei conseguir. Se hoje existem jornalistas no mercado sem diploma, exijo que ele seja cobrado, pois eu ralei para conseguir o meu. E defendo ainda a criação do Conselho Federal de Jornalismo, para que possa arrumar a casa, tem muita bagunça ai.
 
 
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Ricardo Luiz Guimarães Ribeiro [26/04/2009 - 10:05]
(Editor-FOLHA MARIANENSE - MG - MARIANA)


Pelo andar da carruagem, existem mais chapeuzinhos na floresta nada encantada da comunicação que lobos. Além dos cursos superiores existem centenas de outros cursos caça-níqueis prometendo o impossível. A alquimia também tentou a mesma coisa no passado, em vão.
 
 
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Ricardo Luiz Guimarães Ribeiro [25/04/2009 - 22:37]
(Editor-FOLHA MARIANENSE - MG - MARIANA)


Se o xis da questão é defender o emprego, resta então aos professores ocuparem vagas de jornalistas nas grandes redações. Eles utilizarão seus conhecimentos, ética, responsabilidade e produzirão um jornalismo de qualidade. Derrubarão todas as barreiras e acabarão com as desigualdades, injustiças, desmandos e toda forma de exploração. A sociedade vai agradecer a contribuição. PS: a palavra "grade" é cerceadora, assim como "barreira".
 
 
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Ricardo Luiz Guimarães Ribeiro [25/04/2009 - 22:15]
(Editor-FOLHA MARIANENSE - MG - MARIANA)


(3) Chapeuzinho: - Vovó, falta empreendedorismo para nos livrarmos do lobo mau travestido de patrão. Esse patrão malvado que prefere empregar as faxineiras da floresta para assumir as editorias de seu jornal. Vamos fundar o nosso próprio veículo. Como não pára de chover, eu sugiro o nome de A Barreira.
Vovozinha: - Minha netinha, primeiro vamos encomendar as pesquisas específicas, mais e mais. Só precisaremos publicar os resultados no jornal-laboratório de mestre João Honesto. O lobo vai morrer de tédio na sede do Espertino, com sua retórica inútil e enfadonha. Depois lançamos A Barreira e esse malvado estará liquidado.
Chapeuzinho: - Mais vovó, o lobo não vai ler nada, ele é analfabeto. Temos que atrair os bichos letrados da floresta para abraçar a nossa causa.
Vovozinha: - Certo, certo. Assim será!
- E partiram, chapeuzinho e vovozinha, para convencer a bicharada.
 
 
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Ricardo Luiz Guimarães Ribeiro [25/04/2009 - 22:13]
(Editor-FOLHA MARIANENSE - MG - MARIANA)


(2) João Honesto, nada bobo, convenceu inúmeras garotas a estudar em sua escola para garantir uma vaga no Espertino e ingressar no mundo da fama. A cada ano ele dobrava seu faturamento e foi fundando outras escolas por toda a floresta. Quando as famílias se deram conta era tarde. Haviam despendido vultosos recursos para nada. O rei leão, sabendo da confusão que havia se instalado entre seus súditos decidiu, então, nomear Chapeuzinho a relações públicas da floresta. Mais faltava um periódico para alavancar o sonho da realeza. O lobo mau dominava o mercado com uma tiragem absurda do Espertino. Foi então que a nossa heroína teve uma idéia para modificar essa realidade.
 
 
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Ricardo Luiz Guimarães Ribeiro [25/04/2009 - 22:11]
(Editor-FOLHA MARIANENSE - MG - MARIANA)


(1) Chapeuzinho resolveu ingressar na faculdade para ser uma jornalista completa e atuante na sociedade dos bichos. A faculdade da floresta era dirigida pelo João Honesto, que sabia das pretensões de Chapeuzinho e da bondade da Vovozinha que custearia as despesas da querida netinha. Segundo João Honesto, estava tudo certo com a sua futura aluna, desde que as mensalidades fossem pagas em dia. Entretanto, a distância entre a escola e o sonho de Chapeuzinho era grande e permeada de cardos e espinhos. No meio do caminho ficava a sede do Espertino, o único diário da floresta dirigido pelo intrépido lobo. Chapeuzinho ouviu muitas histórias de João Honesto sobre a prepotência do lobo. O diretor dizia que o lobo era velhaco, vesgo e estúpido, que havia nascido do esterco de burro e que o diabo não o queria no inferno, porque cheirava mal. Segundo fontes que preferiram não se identificar, o lobo nutria uma verdadeira obsessão pelas filhas da floresta, que tinham lugar garantido na redação.
 
 
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Ricardo Luiz Guimarães Ribeiro [25/04/2009 - 22:08]
(Editor-FOLHA MARIANENSE - MG - MARIANA)


Mestre Cal, primeiramente agradeço a visita. As versões on-line e impressa são completamente diferentes. Bem, faculdades existem aos montes em todos os quadrantes, graças à generosidade do MEC. Formam alunos que escrevem "leed", "piramede", mas também formam alunos brilhantes. Você acredita que a escola é o diferencial ou seria o interesse do aluno e sua vocação natural? Agora vou refinar o meu humor (sem humor a vida fica muito chata) e reproduzir aqui uma historinha que eu inventei em homenagem a outro mestre: nosso amigo Bruno Barreira.
 
 
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Cal Francisco [25/04/2009 - 20:10]
(Âncora / Apresentador TV / Apresentador Rádio-RÃDIO BRASIL MPB - SP)


Gostei do seu humor, caro Ricardo Luiz Guimarães Ribeiro -
(Editor-Folha Marianense - MG - Mariana).

João Honesto até que é uma figura interessantíssima.

Acabo de visitar a versão on-line do seu jornal.
Li o editorial escrito por você, direitinho.

Lá você apregoa que, de alguma forma, a lei precisa ser respeitada. Parabéns, por óbvio !!!

Na referência aos políticos locais, usa expressões como "São os grandes produtores de engodos e de flatos "; flatulência ???

Fico pensando no nível "da coisa" na região!!!

Muito bem !!!
Muito bem !!!

A propósito, existe alguma faculdade por aí ???
 
 
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Jonas S. Marcondes [25/04/2009 - 20:02]

Os jornalistas de curso superior deveriam aprender apenas português,inglês, geografia e história. Não precisam de mais nada .
 
 
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Didier Pelógia de Oliveira [25/04/2009 - 18:01]
(Editor-BLOG DO DIDIER PELÓGIA - RJ - TERESÓPOLIS)


Sr Nelson pelas suas palavras vc disse que alguem para ser jornalsita tem que apenas saber bem a lingua patria. certo ?

Claro né, por que aprendemos a fazer o leed lendo as caixas de leite , também aprendemos a piramede invertida para os textos de radio ao descascar um banana ? jornalista é mais do que um profissional que saber escrever e na minha opinião o seu pensamento é uma coisa incompativel com um funcionario de um veiculo de comunicação!
 
 
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Ricardo Luiz Guimarães Ribeiro [25/04/2009 - 13:38]
(Editor-FOLHA MARIANENSE - MG - MARIANA)


Cal quer uma vaga de professor na escola de João Honesto?
 
 
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Cal Francisco [25/04/2009 - 12:12]
(Âncora / Apresentador TV / Apresentador Rádio-RÃDIO BRASIL MPB - SP)


Caro NelsonFranco Jobim, interessante seu argumento.
Conlui-se, portanto, de acordo com seu pensamento, que o fim do diploma servirá como corretivo para os problemas de ordem de fundo e de conteúdo para "a sucessão de erros que vemos diariamente nos noticiários de jornais, rádios e TVs".
Também rebato o seu argumento de que "não se exija (...) habilidade específica além do domínio da língua para ser jornalista".
Sintonize-se, por favor.
 
 
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Nelson Franco Jobim [24/04/2009 - 22:59]
(Editor-TV BRASIL - RJ)


A obrigatoriedade do diploma é uma excrescência da ditadura militar que não traz nenhuma contribuição à qualidade do jornalismo. Basta ver a sucessão de erros que vemos diariamente nos noticiários de jornais, rádios e TVs. Só defendida por corporativismo dos jornalistas, que querem uma reserva de mercado, embora não se exija nenhuma habilidade específica além do domínio da língua para ser jornalista. Na era da Internet, como impedir a contribuição do cidadão-repórter?
 
 
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Marcelo de Araújo Alves Dias [26/04/2009 - 13:41]
(Repórter-EXTRA - RJ)


Que mané cidadão-repórti! Hoje, qualquer Zé Ninguém pode escrever o que bem entender num site ou blog. Mas o que vai nos garantir que aquilo descrito no zeruela.blogspot.com é fato? Qualquer um pode sim dar a sua versão e até mesmo informar.

Mas cabe a nós, jornalistas diplomados e aos grandes não diplomados (gente do naipe do Zuenir, por exemplo) checar isso tudo. Mais ainda: o Zé Ruela não tem acesso a fontes como técnicos, estudos de ONGs, ao governo etc.

A profissão é minha e ninguém tasca. Se quiser, discutam sim a Lei de Imprensa, porque não somos tão diferentes assim para termos nossa própria legislação.
 
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Marco Aurélio de Valois Correia [26/04/2009 - 09:19]
(Freelancer)


só se for aí. aqui na minha terrinha os meios impressos são muito bem escritos e bem revisados. quanto ao diploma é um problema de quem não tem. eu tenho e não sou egoísta. tem lugar pra todo o mundo na mídia. aqui mesmo na internet, disponível e sempre calma, todos escrevem, com ou sem diploma. o que passa na cabeça de pessoas que desejam a não obrigatoriedade do diploma? nada, acredito verdadeiramente. foi fazer economia para ver se o sindicato dos economistas aceitam o meu ingresso nessa nobre categoria.
 
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