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Folha reconhece erros em reportagem sobre Dilma Rousseff

Da Redação

Depois de cartas enviadas à redação por duas fontes importantes da reportagem “Grupo de Dilma planejava seqüestrar Delfim”, a Folha de S. Paulo reconheceu dois erros contidos no texto, alvos de crítica do ombudsman Carlos Eduardo Lins da Silva. Um deles trata da ficha que ilustrava a matéria em que a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, aparece qualificada como “terrorista/assaltante de bancos”, com um carimbo de “capturado” sobre sua foto. A Folha chegou a afirmar que o documento foi encontrado nos arquivos do Dops, quando, na verdade, chegou por e-mail à redação.

O jornalista Antonio Roberto Espinosa, ex-comandante da Vanguarda Popular Revolucionária e da Vanguarda Armada Revolucionária Palmares, entrevistado para a reportagem contestou informações publicadas e a autenticidade da ficha e acusou o diário de tentar prejudicar a ministra. O mesmo fez Dilma, dizendo que a ficha se tratava de “manipulação recente”.

“O segundo erro foi tratar como autêntica uma ficha cuja autenticidade, pelas informações hoje disponíveis, não pode ser assegurada - bem como não pode ser descartada”, diz a Folha em matéria de sábado passado (25/04).

O jornal explica que o foco da primeira reportagem não era a ficha mas sim o sequestro em 1969 do então ministro da Fazenda, Delfim Netto, pela organização guerrilheira à qual a ministra pertencia, a VAR-Palmares (Vanguarda Armada Revolucionária Palmares).

"Apesar da minha negativa durante a entrevista telefônica de 30 de março (...) a matéria publicada tinha como título de capa ‘Grupo de Dilma planejou sequestro do Delfim’. O título, que não levou em consideração a minha veemente negativa, tem características de ‘factóide’, uma vez que o fato, que teria se dado há 40 anos, simplesmente não ocorreu. Tal procedimento não parece ser o padrão da Folha.", escreveu Dilma ao ombudsman.

A Folha informa que destacou repórteres para esclarecer a autenticidade da ficha assim que a ministra contestou-a. “A reportagem voltou ao Arquivo Público do Estado de São Paulo, que guarda os documentos do Dops. O acervo, porém, foi fechado para consulta porque a Casa Civil havia encomendado uma varredura nas pastas. A Folha só teve acesso de novo aos papéis cinco dias depois”, responde o jornal.

"Solicitei formalmente os documentos sob a guarda do Arquivo Público de São Paulo que dizem respeito a minha pessoa e, em especial, cópia da referida ficha. Na pesquisa, não foi encontrada qualquer ficha com o rol de ações como a publicada na edição de 5.abr.2009. Cabe destacar que os assaltos e ações armadas que constam da ficha veiculada pela Folha de S. Paulo foram de responsabilidade de organizações revolucionárias nas quais não militei. Além disso, elas ocorreram em São Paulo em datas em que eu morava em Belo Horizonte ou no Rio de Janeiro. Ressalte-se que todas essas ações foram objeto de processos judiciais nos quais não fui indiciada e, portanto, não sofri qualquer condenação. Repito, sequer fui interrogada, sob tortura ou não, sobre aqueles fatos.", diz Dilma em carta ao ombudsman.

“Ao classificar a origem de cada documento, o jornal cometeu um erro técnico: incluiu a reprodução digital da ficha em papel amarelo em uma pasta de nome ‘Arquivo de SP’, quando era originária de e-mail enviado à repórter por uma fonte”, reconheceu o jornal.

Coordenador do arquivo do antigo Dops, Carlos de Almeida Prado Bacellar afirmou que a ficha não está entre os documentos que ficam em São Paulo. "Nem essa ficha nem nenhuma outra ficha de outra pessoa com esse modelo. Esse modelo de ficha a gente não conhece."

“Os mecanismos de controle da autenticidade de informações do jornal precisam de reforço. A internet, onde a ficha circula há meses, é fértil para fraudes. É péssimo se deixar enredar nela. O custo pode ser altíssimo. Para ele, o público e as pessoas envolvidas”, concluiu o ombudsman.




27/4/2009
 
Evandro Carvalho da Silva [28/04/2009 - 17:20]
(Freelancer)


Desconfio que existe uma "ditabranda" na redação da Folha...Que não pune exemplarmente os erros propositais de um veículo conivente com a turma da direita.
 
 
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Paulo Henrique Prudente de Siqueira [28/04/2009 - 16:30]
(Freelancer)


Iso é só uma amostra de quantos incompetentes ocupam cargos de chefia nas principais redações do país.
 
 
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Marcos Antônio Gil Senhorães [28/04/2009 - 15:08]
(Profissional Contratado)


Gente, foi o ratinho da FALHA DE S. PAULO quem descobriu esse documento nos porões da empresa. Depois de dedicar a vida inteira para construir um dos mais renomados jornais do país, o Frias deve estar se revirando no túmulo. De uma empresa que exige mil coisas na contratação (entendimento do Manual, pós-graduação, experiência e é contra o direito do diploma de jornalista), não se poderia esperar outra coisa. Aos colegas que ainda insistem em permanecer, um aviso: "pulem do barco que ele está afundando". Glub, glub, glub...

Marcos
 
 
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Ricardo Monteiro de Abreu Argemiro [28/04/2009 - 14:46]
(Freelancer)


Por causa de histórias como esta é que eu fico preocupado com o futuro do jornalismo, seja para vender mais jornais, ou para utilizar o jornal como "arma política", os jornais estão a cada dia se metendo em lambanças como essa. Por isso admiro os jornalistas que ocupam o cargo de Ombudsman da Folha, eles são os que mais trabalham naquele jornal.
 
 
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Antonio Meira da Rocha [28/04/2009 - 14:22]
(Professor-Universidade Federal de Santa Maria - RS - Santa Maria)


“O segundo erro foi tratar como autêntica uma ficha cuja autenticidade, pelas informações hoje disponíveis, não pode ser assegurada - bem como não pode ser descartada”.

A informação disponível está na própria ficha: é uma invenção feita em computador. As fontes tipográficas usadas foram MS Sans Serif (as pretas) e Courier New (as vermelhas, com algumas letras deslocadas para parecer máquina de escrever). Isso salta aos olhos. Um documento de papel escaneado terias as letras com bordas difusas. As letras da fraude têm os pixels visíveis a olho nu. Qualquer diagramador ou designer reconhece estas fontes. Além disso, as linhas retas e finas estão muito finas e perfeitas para serem de documento de papel.

A Folha de São Paulo teve seu momento BOIMATE... e nos deve desculpas por estas desculpas.
 
 
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Antônio Lúcio Rodrigues de Assiz [28/04/2009 - 10:18]
(Profissional Contratado)


São essas práticas que ameaçam o futuro do jornalismo. Não são as novas tecnologias mas a velha ideologia retrógrada das oligarquias que prefere distorcer e inventar estórias para prejudicar aqueles que julgam representar um outro projeto para o país.
Que o acontecimento não fique protegido pela tal liberdade da "empresa".
 
 
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Antonio Manoel Oliveira [28/04/2009 - 09:56]

Apenas para lembrar: A FSP é aquele jornal que sempre defendeu a iodéia de que não é preciso de jornalista para fazer jornalismo.....
 
 
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Flávio Henrique Barros [28/04/2009 - 05:51]
(Freelancer)


Vou investir e comprar todo o estoque do "Manual da Folha", ficarei milionário com o "jornalismo"....Hehehahahahehehe (riso satânico).
 
 
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Laércio Castro de Oliveira [28/04/2009 - 02:18]

Os erros da Folha não é infantil, é criminoso! Falta dizer que a cirurgia da Dilma não foi para a extração de um câncer, mas de um projetil, alojado em sua axila, adquirido na guerrilha do Araguaia... Acho que o excesso de passagens aéreas internacionais deixou essa direita meio que perdida. Falando em cota de passagens aéreas, eu sou a favor de bilhetes internacionais para nossos representantes do lesgislativo... mandem todos para o México!...
 
 
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Edson Pereira Filho [27/04/2009 - 23:51]
(Freelancer)


risos...Daqui a pouco, a Falha vai apresentar o boletim médico de sanidade mental do dito cujo do editor que publicou esta, sei lá, lama...risos...risos...risos... Aproveitando a comparação de Lula sobre futebol e o Supremo: A Falha está mais para Cleber Pereira do Santos, do que para Ronaldo do Corinthians, não dá uma dentro...risos...ou melhor...Ferrou a Dilma e deixou o Delfim quieto na ditamole...acho que o gordo não gostou também...risos...Depois do bispo Macedo, temos o fiasco da Dilma, o Serra deve estar feliz da vida...risos...Falha continue assim, estou gostando, fico pensando o que estaria pensando Paulo Francis se estivesse vivo...Lá pelas tantas Francisa diria: Nem Luuuulaaa, Nem Seeerraaa esperavam tanto, a Falha criou um novo jornalismo cheio de Friiias.
 
 
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Edson Pereira Filho [27/04/2009 - 23:37]
(Freelancer)


Salve a Falha de São Paulo!
 
 
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Ricardo Luiz Guimarães Ribeiro [27/04/2009 - 23:21]
(Editor-FOLHA MARIANENSE - MG - MARIANA)


Há algum tempo, um repórter da FSP me contactou para saber o porquê de não ter acontecido uma manifestação contrária à posse do escritor e jornalista Fernando Morais na Academia Marianense de Letras. Passei ao colega as informações que eu tinha. Nada do que foi publicado pela FSP antes do evento aconteceu e o repórter se viu em apuros por causa de uma notícia plantada. Sem checagem fica complicado passar qualquer informação ao público ledor. É a maldita obsessão em dar a "notícia" antes da concorrência. A FSP é o maior impresso do país e é claro que uma barriga dessas é alvo de escárnio.
 
 
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William Maia dos Santos [27/04/2009 - 20:35]
(Repórter-ÚLTIMA INSTÂNCIA - SP)


Restam algumas perguntas:

A repórter foi demitida?
O editor foi suspenso ou repreendido?
Porque a errata não teve o mesmo destaque na primeira página que matéria manipulante teve?

Se não foram, só pode haver duas constatações: a) O jornal é leniente com a incompetência; b) [mais provável] Estavam todos cientes da procedência duvidosa do documento e publicaram mesmo assim, pelos motivos óbvios.

E depois do dano à imagem da ministra-candidata ainda posam de imparciais e superiores publicando a desculpa esfarrapada!
 
 
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Celso Raeder [27/04/2009 - 19:05]
(Freelancer)


Isso está acontecendo de cabo a rabo. Outro dia uma repórter de um importante veículo do Rio me procurou em busca de informações sobre um convênio firmado entre uma prefeitura que atende e Organizações Não-Governamentais. Coloquei-a em contato direto com a secretária de Assistência Social, que deu todos os esclarecimentos, ofereceu documentos que comprovariam a legalidade dos contratos, mas nada disso teve valor para a foquinha investigativa. A matéria já estava toda na cabeça dela. A garota não sabe sequer a diferença entre as palavras ilegalidade e irregularidade. Para ela, o que valia era o escândalo e não a informação. O que a Folha fez outros estão fazendo. É por isso que estão vendendo cada vez menos.
 
 
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Luiz Sérgio Lindenberg Nacinovic [27/04/2009 - 18:48]
(Freelancer)


Não se faz mais jornalismo impresso como antes da "Folha" instituir como bíblia e degrau de acesso um "manual de redação" completamente viciado e robotizante. Tive discussões seríssimas com minha irmã, já falecida, sobre esse "senão". Um pouco mais tarde, todas as redações copiaram esse "procedimento" e está aí o resultado. Um bando de ignorantes aferrados a um diploma que não diz nada e uma pós-graduação que nada vale querendo deitar falação sobre tudo e rotulando a todos.
 
 
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Julio Cesar Teodoro Barbosa [27/04/2009 - 17:11]
(Empresário de comunicação)


A cada dia, vejo, ouço e leio, estarrecido e boquiaberto o exercício cotidiado da tirania de nossa grande mídia (Globo e congêneres, Folha, Estadão, Band (rádio e TV), Veja e asseclas).
Tirania pura. Pergunto-me: qual o nível destes profissionais que integram este conclomerado de interesses econômicos denominado mídia? Teriam eles formação intelectual suficiente para perceber toda esta sordidez em curso? Ou são reles coniventes de um sistema decadente de domínio e opressão através da manipulação de fatos e informações? Ou seriam da mesma estirpe da classe política que tanto criticam?
Esqueceram-se, por exemplo, de uma das máximas do íntegro e saudoso Cláudio Abramo, que sentenciava que " o Jornalismo é a prática cotidiana do caráter".
Arre! Deixei de ser jornalista (agora com jota minúsculo mesmo) faz tempo, e não me arrependo.
 
 
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Antonio Manoel Oliveira [27/04/2009 - 16:57]

Como já disse em outro local: uma matéria de um pauteiro mau caráter, escrita por um repórter mau caráter, editada por um editor mau caráter, num jornal dirigido por um diretor mau caráter e de propeiedade de um dono mau caráter.
 
 
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Cláudio Neves [27/04/2009 - 16:05]
(Editor-Chefe / Coordenador de Conteúdo-ALICERAMOS.COM - RJ)


A Folha outra vez! Realmente a cada dia esse panfletinho apoiador de ditabrandas revela que está definitivamente em ruínas. Aliás, receber e publicar informações, e supostos documentos recebidos pela internet, sem a devida apuração, tem sido praxe entre os jornais da grande mídia ultimamente. Outro dia um colunista do Globo cometeu uma colossal barriga exatamente pelo mesmo mesmo motivo (alegado). Pelo jeito tudo é válido se o resultado da publicação conseguir arruinar a reputação dos desafetos. Depois se não der certo é só arranjar uma desculpazinha esfarrapada qualquer e culpar a "internet". Não se trata de defender ou acusar a Dilma (ou ser de esquerda ou de direita). O fato é que os donos da Folha SP não sabem o que é ética, não se importam com isso, e estão pouco se lixando se o veículo tem ou não credibilidade. Dão ao conteúdo da Folha de SP a única utilidade que o impresso passou a ter: a de virar papel higiênico.
 
 
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Ponto 3 [27/04/2009 - 15:31]
( Outros-Ponto 3 - SP)


ué, ela não foi gerrilheira, não assaltou bancos? claro que sim!
 
 
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Thiago Benevides de Jesus Alves [27/04/2009 - 15:07]
(Freelancer)


A partir do momento que este não é um caso isolado, significa que a falta de ética é da Folha, ou seja, dos empresários, e não dos funcionários, que transformaram a falta de checagem das informações uma rotina dentro do jornal
 
 
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Lady Marques [27/04/2009 - 14:32]
(Freelancer)


Imagina se a emissora do bispo não vai adorar veicular essa notícia.
 
 
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Gilberto Bazarello Caires de Lima [27/04/2009 - 13:11]
(Estudante)


Alguém aqui sabe qual o filme do próximo domingo que estará nas bancas, na promoção da Coleção Folha Grandes Clássicos do Cinema? Não posso perder!
 
 
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Cauê Gomes [27/04/2009 - 13:04]
( Outros-UMESP)


O que salva a Folha são os quadrinhos. bjs
 
 
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João Da Rocha Freitas Neiva [27/04/2009 - 12:35]
(Empresário de comunicação)


Mais um exemplo de jornalismo rasteiro que precisaria ser punido pelo não criado Conselho Federal de Jornalismo. Eis para que serve o Conselho, que os empresarios abominam e uma sua consequencia o não reconhecimento da profissão, com extinção da necessidade do diploma.
JORNALISTAS ÉTICOS UNI-VOS PARA CRIAR UMA CLASSE DE VERDADE.
 
 
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Paulo Sérgio Pires [27/04/2009 - 18:31]
(Freelancer)


Em um jornal sério citar como documento verdadeiro uma farsa daria demissão...
 
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Tiago Cordeiro Ferreira [27/04/2009 - 15:41]

Punido? Como assim? Vão suspender os jornalistas ou impedir que eles tenham descontos com a carteirinha do sindicato?

Houve um erro crasso, irresponsável até. Mas não sei sob que condições o repórter fez a matéria e acho que o jornal deve repreender o profissional, mas não sei se isso é motivo pra uma punição do conselho.

É bom a gente saber separar o que é erro do que é mau caratismo. Ou então qualquer equívoco - e todo repórter já cometeu os seus - se transforma em caça às bruxas. Macartismo, não, por favor.
 
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