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Carlos Alberto Di Franco: TV transformou Lindemberg em estrela midiática
Carla Soares Martin, de São Paulo
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O diretor do Curso Master em Jornalismo e Gestão de Empresas de Comunicação do Instituto Internacional de Ciências Sociais, em parceria com a Universidade de Navarra, na Espanha, o professor Carlos Alberto Di Franco, disse nesta sexta (17/10) que a mídia televisiva transformou Lindemberg Fernandes Alves – que manteve a ex-namorada refém e uma amiga, em São Paulo – numa “estrela midiática”, ao transmitir entrevistas com ele.
Di Franco deu a declaração antes que, neste fim de tarde, Alves tenha sido preso e as duas jovens baleadas, segundo a Folha OnLine. O professor se referia às entrevistas dadas pelas emissoras Rede TV!, Record e Globo com o jovem Lindemberg Fernandes Alves, durante os quatro dias de seqüestro.
“Tudo isso vai dando a ele (Lindemberg) uma sensação de protagonismo, de importância, que transforma um ser humano que está em contravenção penal em uma estrela midiática”, afirmou o professor e colunista do jornal O Estado de S.Paulo.
Segundo Di Franco, o “espetáculo” que o jornalismo televisivo promove, “com destaque para a TV Record”, poderia influenciar os “sentimentos” e as “ações” do jovem. Para o professor, Lindemberg é um rapaz imaturo que poderia ser levado pela turbulência das emoções.
O “show” que o diretor do Curso Master de Jornalismo se refere se dá, segundo ele, por um mecanismo natural do meio. Para o professor, na TV, a emoção é maior, o que aumenta o sentido de responsabilidade e ética da emissora e da programação. “Não estamos transmitindo uma ficção, estamos falando de vidas. Uma grande manchete não vale uma vida. É o que sempre digo”, afirmou Di Franco.
A Rede Record disse que não vai se pronunciar sobre o assunto.
Mídia impressa Para o colunista do Estadão, a mídia impressa está fazendo um bom trabalho sobre o caso. “É uma cobertura contida, correta”, disse.
Seqüestro: como cobrir? O professor Carlos Alberto Di Franco defende que, em casos de seqüestro, não haja nenhuma menção pela mídia, desde que não seja de domínio público, mesmo em casos de seqüestros envolvendo líderes de Estado e pessoas públicas. Quando o caso passa a ser noticiado, Di Franco sugere prudência: “Precisamos diminuir qualquer grau de emoção que possa colocar em risco a vida do seqüestrado”, afirmou.
(*) Matéria atualizada às 19h46 de sexta-feira.
Leia também:
Para PM, entrevistas com seqüestrador em SP atrapalharam negociações
Para professor da USP, Rede TV! poderia ter concessão cassada |
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17/10/2008
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Marcelo Moreira*
[20/10/2008 - 22:10]
(Editor-BLOG ADVOGADO DE DEFESA - PORTAL ESTADÃO.COM.BR - SP)
Muitos aqui se dizem jornalistas. Então, espera-se que escrevam corretamente e argumentem com lógica e seriedade, e não desfilem um monte de bobagens infantis a respeito de coisas sobre as quais não entendem. O raciocínio (???) de maioria aqui está impregnado de ressentimento e hipocrisia, além da evidente falta de informação sobre como as coisas funcionam numa redação e no mundo real. Simples assim, Geremias. Eu contesto e discordo da maioria dos que escrevem por aqui. E como eu frequento esse espaço há bastante tempo, sei muito bem como pensam os ressentidos, que adoram esbravejar contra a "mídia golpista", idolatram embusteiros e pretensos ícones do esquerdismo de boteco. São justamente esses que defendem a censura e restrições à liberdade de imprensa. Só por criticar esse pessoal eu é que defendo a censura? Pelo jeito você para simpatizar com eles, Geremias. Respeito sua opção, mas vou continuar discordando e apontado as inconsistência do discursinho frágil dessa gente.
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Marcelo Moreira*
[20/10/2008 - 16:57]
(Editor-BLOG ADVOGADO DE DEFESA - PORTAL ESTADÃO.COM.BR - SP)
Está provado: o jornalismo passa longe do C-se em assuntos polêmicos nos comentários. Só tem palpiteiro que nunca passou perto de redação. Para essa gente, o modelo de jornalismo é o albanês, dominado pelo governo e só com notícias oficiais. É o mesmo tipo de gente que defende a censura e a restrição á liberdade de expressão e de imprensa. É muito ressentimento.
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Luiz Geremias
[20/10/2008 - 17:19]
(Profissional Contratado)
É, caro MM, tem mta gente aqui que, aparentemente, nunca entrou em redação. Isso faz com que falem sem ter conhecimento efetivo do que acontece numa redação. Ora, isso invalida o que esses “comunicólogos” dizem sobre a cobertura desse caso ou de qq outro? Não creio. Veja, Há sempre mais de um lado em cada fato e vc, jornalista, deveria saber disso. Um lado: quem não trabalhou em jornal não sabe exatamente o que acontece nele e emite pareceres que não captam particularidades do trabalho do jornalista de um grande veículo. “Outro lado”: quem não trabalhou em jornal não sabe exatamente o que acontece nele e, graças a isso, pode emitir pareceres críticos sobre o trabalho jornalístico com mais agudez, inclusive criticar, ainda que involuntariamente, os vícios da redação. Mas, me perdoe, vc, pelo que sempre diz aqui, parece jornalista de um lado só. Qto a defender censura, creio que, pelo exposto, é obviamente o que vc tem feito aqui constantemente. Vc é albanês?
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Gilberto Bazarello Caires de Lima
[20/10/2008 - 14:04]
(Estudante)
Fabião, sou seu fã cara, mas a Record foi o divisor de águas na vida do Brito, sem dúvidas...
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Fábio José de Mello
[20/10/2008 - 14:24]
(Profissional Contratado)
Obrigado, Gilberto, mas não tem essa de fã - estamos no mesmo barco.
Foi um divisor, até porque ele assumiu outra função. E está ganhando muito, mas muito mais do que recebia na Globo.
Eu acho que ele estava apenas cumprindo o que lhe fora determinado. Encheram o estúdio de "especialistas" e ele tinha o dever profissional de continuar com o programa. Não tinha escolha. Ele é o "âncora".
Pior é o tal de Geraldo Luís, que voltou ao local dos acontecimentos e está fazendo o carnaval costumeiro, como fez no caso Isabella Nardoni. É diferente.
Abraço.
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Luiz Roberto Montagna Zanatta
[20/10/2008 - 13:58]
(Repórter-TV BANDEIRANTES - SP - SÃO JOSÉ DO RIO PRETO)
Mais uma vez a mídia influenciou a massa. Tudo seria resolvido se, eticamente, as emissoras não tivessem entrevistado o rapaz. Não se pensou nas consequências.
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Fábio José de Mello
[20/10/2008 - 13:22]
(Profissional Contratado)
Trabalhei com o Britto Jr. nas Tvs Globo Oeste Paulista (Marília) e Globo São Paulo. É um excelente profissional e dono de um ótimo caráter.
Quem nuca pôs os pés numa redação quase sempre descamba a falar besteiras. Bitto Jr. é apenas o apresentador do programa. Ele "apresenta" o que a produção e a direção do "Hoje em Dia" prepararam com antecedência. Se, pelo ponto eletrônico, o diretor de TV o manda chamar um link, é isso que ele tem de fazer. Se enquanto ele estava no estúdio os produtores entraram em contato com o Lindembergue, o problema não é dele. Antes de falar de um profissional do gabarito de Britto Jr., é preciso conhecê-lo.
Têm, sim, muitos urubus por aí. Alguns são até "editores"! O Britto não é um deles.
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Mulato Paulista
[20/10/2008 - 12:44]
(Freelancer)
A função da imprensa é informar até onde for possível. Não cabe ao jornalista suprimier e/ou omitir uma oportunidade de contato e transmissão de informação quanto menos eivada possível de sua opinião, como é o caso de dar voz aos envolvidos num episódio como o do caso em pauta. Ao jornalista não cabe, e ele nem pode, analisar se o manifestante quer ou não ser estrela. Cabe aos ouvintes, vídeoespectadores ou leitores analisarem. Isso é jornalismo isento. O que está sendo veiculado, após a tragédia em tela, no entanto, é clara demonstração da vinculação da grande mídia com o Governo do Estado de São Paulo, pois não está enfatizando o desastre causado pela Polícia Militar do Estado de São Paulo, que adotou uma solução "a la Putin", para desencorajar seqüestros e raptos. Resultado: mataram a jovem!
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Gilberto Bazarello Caires de Lima
[20/10/2008 - 10:13]
(Estudante)
M.A Beca, foi exatamente isso que aconteceu. A imprensa está tão previsível que você acertou em cheio. (CA) Brito Jr agradeceu a grande audiência, vangloriando-se de que "os detalhes, voce só vê aqui, na Record"...
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Maria Aparecida Beca
[20/10/2008 - 12:44]
(Freelancer)
Nada surpreendente né.
Está na hora de tomar providências.É preciso impedir que pessoas como este tal de Britto Jr existam e imperem no meio jornalistico.
Na medicina, os erros médicos são investigados e eles perdem até o diploma.É hora disso acontecer no jornalismo.
Britto Jr é tudo, menos um jornalista!Uma vergonha para o jornalismo nacional.Ele não pode ser considerado jornalista, está denegrindo a imagem de toda classe.Tem que ser punido de alguma forma!Eu não consigo acreditar que ele tem filho, esposa, nada, ele é insensível, tem orgasmos diante da tragédia alheia.Adora se vangloriar por vitórias conquistadas em cima da tragedia alheia.
Carpideira, urubu!
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Luiz Oscar Matzenbacher
[20/10/2008 - 09:57]
(Freelancer)
Dezenas de casos como esse ocorrem todos os dias por esse Brasil afora, inclusive no Rio Grande que eu ainda acho que faz parte do Brasil. embora alguns paulistas queiram o Pampa independente. Em termos de violência, de torturas, de crimes escandalosos, São Paulo lidera o Brasil há décadas. Afinal é a locomotiva e não pode parar. É como nos EUA. Dificilmente um filme de violência deixa de ser ambientado em Nova Iorque e Los ângeles, pois a arte imita a vida. Sobre a Eloá ter sido mantida viva depois da morte cerebral, para facilitar os transplantes confesso que eu desconhecia que esse é o procedimento médico padrão - manter os aparelhos ligados e ir tirando órgão a orgão, aos poucos, para que cheguem em melhor estado de conservação para os doadores. A arte não conseguiu imitar a vida. Nem o "Dr Hannibal" faria tão friamente. Mas, foram os repórteres paulistas que cobriram e ainda cobrem o caso Lindeberguer. Desculpem, sou brasileiro por escolha e gaúcho por acaso. Me calo.
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Tânia dos Santos Martins de Miranda
[20/10/2008 - 08:13]
(Editor-Chefe / Coordenador de Conteúdo-DESTAQUE RJ - RJ)
Só nos resta orar pela Elóa, por nós, por nossos filhos, pelos Governos, pelas PM's, pelos BOPE's, e pelos Lindemberg's da Vida...
Culpados? somos todos...
Como comentar sem parcialidade?
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Luiz Alberto Pires Belonio
[19/10/2008 - 22:46]
(Freelancer)
Matzenbacher além de preconceituoso desvirtua os fatos! Aqui em São Paulo, terra de gays (sic) segundo nosso amigo, ninguém tratou Lindemberg como herói. Lindemberg é vilão e muito vilão. Disse coisas que são comuns de homicidas e cometeu tal ato. Ninguém assim pode ser considerado herói.
Aprenda a controlar a língua e não me venha com chororô de gaúcho falando que é só em São Paulo que coisas desse tipo acontecem. Porto Alegre está cheia de casos desse tipo, só que estes casos só aparecem na mídia local.
Abraço Luiz Belonio
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Luiz Oscar Matzenbacher
[20/10/2008 - 10:13]
(Freelancer)
Um abraço apertado, um quebra-costelas gaudério ao amigo Belônio, que deveria se identificar educadamente, botando a foto dle em vez desse desenho. Tua cara é assim mesmo? Mas você tem razão - desculpe o tú - os gaúchos são os culpados, para os obtusos, de tudo de ruim que acontece nesse Brasil. Na Alemanha de 1935 era assim, a culpa era "dos de fora" e dos intelectuais. Mas você erra em um ponto. Gaúcho não "é de fora", pelo contrário. O Oeste, o Sul e o Noroeste ainda fazem parte do Brasil graças aos gaúchos, que chegaram já até a fronteira da Venezuela, integrando todo o Oeste ao Leste Maravilha. A granfinagem de Sampa e do Rio nem sabe onde ficam esses territórios abrasileirados pelos gaúchos. Mas isso é outra história...
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Maria Aparecida Beca
[19/10/2008 - 21:18]
(Freelancer)
Amanhã aquele programinha de quinta lá na Record, o Desastre em Dia, será do inicio ao fim um velório, em rede nacional, da pobre Eloá.Depois de pedir para sequestrador dar tchauzinho, ligações,etc, o que eles aprontarão amanhã?
O vampirão jornalista apresentador irá espremer a tragédia até o bagaço e como de costume, em meio a tragédia alheia, irá fazer agradecimentos ao público pela audiência.É assim que age essa raça, se vangloriando pelas vitórias as custas da desgraça alheia.
Nojoooooooooooooooooooooooooooooooooo, não devem ter familia!
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Luiz Oscar Matzenbacher
[19/10/2008 - 21:04]
(Freelancer)
Estão esquartejando a Eloá. Tragédia, coitada da menina agora repartindo involuntariamente seus órgãos vitais para dezenas de corpos mias ou menos vivos.. Agora as TVs teriam que acompanhar o destino final dos olhos, fígado, coração, pulmões, baço...., enfim a retaliação final da Eloá, mantida viva com aparelhos para que de dentro dela sejam retirados órgãos vitais vivos, provavelmente tomando o destino de doentes que podem pagar pela "doação" feita pela Eloá. Enfim um final de novela em tempo real, reallity show, bem infeliz da Globo, Record, Band e etc.... Um Big Bhother prá lá de macabro. O esquartejamento final de Eloá, coitada da menina, sinceramente, dá vontade de chorar. Como eu gostaria de ser europeu, norte-americano, japonês. Acho que não tem disso não lá no Primeiro Mundo Maravilha.
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Luiz Alberto Pires Belonio
[19/10/2008 - 22:58]
(Freelancer)
Novamente o preconceito e a ignorância reinam nestes comentários. O que a família de Eloá fez, ao doar os órgãos da menina, foi um ato de nobreza. Chamar doação de órgãos de esquartejamento é um absurdo. E se engana quem pensa que a doação de órgãos no Brasil não é séria. Muitas pessoas trabalham dia-e-noite para que essas coisas funcionem de verdade. Matzenbacher está sendo leviano ao falar sobre o pagamento de órgãos. E simplesmente "acha" que não tem disso no "Primeiro Mundo Maravilha". Achismos não são permitidos e se acha que lá fora é melhor que aqui, mude-se. RAPIDAMENTE!
Abraços.
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Fábio José de Mello
[19/10/2008 - 21:32]
(Profissional Contratado)
Matzenbacher, a família de Eloá fez um gesto de nobreza, de solidariedade, em meio a dor. Ela não está sendo esquartejada. Os órgãos vão servir para salvar outras vidas. Espero, sinceramente, que nenhum parente seu fique na fila a espera de transplante. Não seja estúpido.
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Maria Aparecida Beca
[19/10/2008 - 21:23]
(Freelancer)
Não existe primeiro mundo maravilha, mas sim a total incapacidade do jornalismo nacional de aceitar críticas.Só sabem criticar e julgar os outros, a si próprios nem pensar.
Enquanto os jornalistas brasileiros permanecerem nesse pedestal da mediocridade não teremos avanço algum em termos de qualidade.
Continuem varrendo a sujeira para debaixo do tapete e o respeito do público pelo jornalismo diminui a cada dia, com toda razão.
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Luiz Oscar Matzenbacher
[19/10/2008 - 21:01]
(Freelancer)
Só falatava essa. Estão esquartejando a Eloá. Tragédia, coitada da menina agora repartindo involuntariamente seus órgãos vitais para dezenas de corpos mias ou menos vivos.. Agora as TVs teriam que acompanhar o destino final dos olhos, fígado, coração, pulmões, baço...., enfim a retaliação final da Eloá, mantida viva com aparelhos para que de dentro dela sejam retirados órgãos vitais vivos, provavelmente tomando o destino de doentes que podem pagar pela "doação" feita pela Eloá. Enfim um final de novela em tempo real, reallity show, bem infeliz da Globo, Record, Band e etc.... Um Big Bhother prá lá de macabro. O esquartejamento final de Eloá, coitada da menina, sinceramente, dá vontade de chorar. Como eu gostaria de ser europeu, norte-americano, japonês. Acho que não tem disso não lá no Primeiro Mundo Maravilha.
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Luiz Oscar Matzenbacher
[19/10/2008 - 20:55]
(Freelancer)
Tragédia, coitada da menina agora repartindo involuntariamente seus órgãs vitais para dezenas de corpos prestes a falecer. Agora as TVs teriam que acompanhar o destino final dos olhos, fígado, coração, pulmões, baço, enfim a retaliação final da Eloá, mantida viva com aparelhos para que de dentro dela saltem órgãos vitais vivos, provavelente tomando o destino de doentes que podem pagar pela "doação" feita pela Eloá. Enfim um final de novela em tempo real, reallity show, bem infeliz da Globo, Record, Band e etc.... Um Big Bhother prá lá de macabro. O esquartejamento final de Eloá, coitada da menina, sinceramente, dá vontade de chorar. Como eu gostaria de ser europeu, norte-americano, japonês. Acho que não tem disso não lá no Primeiro Mundo Maravilha.
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Maria Aparecida Beca
[19/10/2008 - 20:49]
(Freelancer)
A morte cerebral da vitima é decretada e a pergunta que se ouve dos jornalistas é:
"E a familia como está?"
É o fim da picada!Cúmulo da burrice, obviedade!
Certamente a familia está feliz, dando pulos de alegria!Ah vá né!
Fiquei com dó da médica, ela ficou atordoada diante de tanta imbecilidade, falta de sensibilidade, daquele desejo desmedido por explorar a desgraça alheia.
Vergonha, vergonha, vergonha, o jornalismo brasileiro a cada dia afunda mais na mediocridade!
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Maria Aparecida Beca
[19/10/2008 - 20:46]
(Freelancer)
Será que algum dia assistirei uma análise no Fantástico sobre o comportamento da mídia em casos como o de Santo André?
Julgar a polícia, chamar gringo que não vive a realidade do país para julgar é fácil.Quero ver esses inomináveis da tv convocar jornalistas de fora do país para julgar o comportamento da mídia brasileira.jornalista não tem espelho em casa!
a auto critica passa longe, pois o telespectador é bombardeado por cada bobagem, cada aberração que nos envergonha profundamente.
Um ser como Britto Jr, que na minha opinião, não merece o diploma de jornalista, preocupado em mandar ordens ao vivo para repórter perseguir familiares das vitimas para conseguir "furos".Uma garota morrendo e a preocupação dele ao vivo é conseguir uma entrevista com a outra que acabou de sair de uma operação.Tudo isso ao vivo, enojante.Eu não consigo acreditar que certos jornalistas tenham familia.É muita insensibilidade.Sinto muita vergonha, nojo.
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Maria Aparecida Beca
[19/10/2008 - 20:39]
(Freelancer)
O pior de tudo é assistir a tentativa desesperada da mídia televisiva de culpar a policia!É impressionante, colocam erros em todos os passos da policia, só "esquecem" de analisar o pior erro de todos, o da própria midia!
Jornalistas entrevistando um bandido, tranformando o criminoso em vitima, dando poder ao mesmo.A mídia interferiu diretamente para o trágico fim deste caso!
E no final querem culpar a policia?Ah, se a policia tivesse matado o rapaz, hoje a culpa também seria da policia né? E a mídia sempre em busca dos culpados, só não enxerga a própria culpa!
Eu sinto vergonha do jornalismo brasileiro.nojo, tristeza, enojante o baixo nível esgotão!
Hoje, infelizmente, tenho que concordar com um amigo, o jornalismo é a escória da humanidade!É repugnante o grau de baixeza, de levianidade.Nojento, muito nojento.Urubus.
É preciso dar um basta, o jornalismo brasileiro está no fundo do poço!
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Carlos Alberto Sousa Lustosa Filho
[19/10/2008 - 18:56]
por essas e outras sou a favor de um conselho nacional da classe que julgue esses casos antiéticos. só aí se enquadrariam não só a SAbrão como também, globo, record, Band e subdivisões...
E ainda querem tirar o diploma... =S
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Marcelo Moreira*
[19/10/2008 - 18:19]
(Editor-BLOG ADVOGADO DE DEFESA - PORTAL ESTADÃO.COM.BR - SP)
O que se vê por aqui é só palpite, só achismo. A maioria nem sabe direito o que é sensacionalismo, não sabe como se faz uma cobertura de qualquer coisa. Em resumo, a maioria nunca fez jornalismo. Para esses, a modalidade a ser seguida é a do finado Pravda...
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João Bosco da Rocha Strozzi
[19/10/2008 - 15:40]
(Freelancer)
Este texto já apareceu meses atrás, apenas com o nome Alexandre Nardoni no lugar de Lindemberg Alves.
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José Maria Silva
[19/10/2008 - 14:37]
(Freelancer)
Além da imprensa, o principal cúmplice do assassino é o famigerado Estatuto da Criança e do Adolescente, uma lei hedionda, que instaurou um verdadeiro genocídio de mulheres no país. Em seu artigo 247, esse abjeto Estatuto estabelece a censura prévia dos veículos de comunicação, proibindo a divulgação do nome e foto de qualquer marmanjo de 18-anos-menos-um-dia que esteja praticando crime. No entanto, esse mesmo Estatuto não serve para proteger duas meninas de 15 anos, também menores, que foram tratadas o tempo todo como mulheres adultas, responsáveis sozinhas pelas conseqüências de seus atos. Por que esse Estatuto abjeto só protege marmanjo criminoso menor de 18 anos? Por que ele não serviu para lacrar os transmissores das rádios e emissoras de TV que se tornaram cúmplices ativas do seqüestrador, fornecendo a ele informações sobre os passos da polícia? Por que o seu artigo 247 não pode ser aplicado num caso como esse? Se o Brasil não rasgar esse Estatuto, seu futuro será cada vez pior.
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José Justino Lucente
[20/10/2008 - 17:21]
(Freelancer)
Enquando hover pessoas procurando desculpas para atos como o do "assassino", mais crimes iguais poderão acontecer. Não tinha passagem, mas estava armado e com mais algumas dezenas de balas.. isso por que ele só queria conversar com a ex! Que visão de humanista, o pessoal dos direitos humanos está precisando de voluntários.
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José Justino Lucente
[20/10/2008 - 10:05]
(Freelancer)
Que bom! Ainda existe lucidez nesta terra! Pelo outro lado parece que só a bandidagem tem "Direitos Humanos"!
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Carlos Alberto Sousa Lustosa Filho
[19/10/2008 - 18:53]
mas até onde eu saiba, o lindemberg não tinha passagem alguma... =/
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Fábio José de Mello
[19/10/2008 - 12:20]
(Profissional Contratado)
Alguns coleguinhas não viram nada de mais na cobertura do caso Eloá. Tudo bem. Só que leitor não gostou. Basta ver a reação das pessoas pela internet afora.
O show vai continuar na semana que vem. Até que aconteça uma nova tragédia.
Billy Wider manda lembranças.
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Sandro Cajé
[19/10/2008 - 04:10]
(Freelancer)
Parafraseando Sting: "Too many cameras and not enough blood!" Estou enojado com o que houve. A quantidade de câmeras e de carros de polícia que formaram o circo e o cerco já prenunciavam que não acabaria bem. Aliás, com tantas câmeras, por que haveria de acabar bem? A imprensa tem uma disposição mórbida para as tragédias que, se não cria, participa ativamente da co-autoria. O cinismo e a burrice, no final das contas, simulam uma redenção dissimulada do tipo: "estava cumprindo o meu papel". Que triste, né?
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Gilson Soares Raslan
[19/10/2008 - 13:24]
(Freelancer)
Parabens, Sandro, pelo comentário. Parece que a mídia, sobretudo a televisiva, ainda não entendeu que o destaque dado a esse tipo de crime incentiva outras pessoas a cometê-lo.
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Felipe Nunes Corrêa
[18/10/2008 - 23:01]
(Empresário de comunicação)
Quando escolhi me formar em Comunicação Social, foi sonhando que um dia eu teria (e terei) a oportunidade de melhor a qualidade da programação das emissoras de tv brasileiras. Fico triste quando vejo que a cada dia que passa a situação piora. É fato que técnicamente melhoramos muito e ainda temos muito a melhora; mas o conteúdo ainda continua subjulgando a inteligência do povo brasileiro. Programas como A Casa é Sua, da apresentador Datena, Da Márcia Goldsmith só mostram como o povo ainda é menosprezado. E ainda acham que o problema está só nas novelas da Rede Globo. Doce ilusão.
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Suzane Faita
[18/10/2008 - 22:09]
(Pauteiro-CORREIO LAGEANO - SC - LAGES)
Concordo com o professor. A imprensa, neste caso em especial, a televisão, tem de rever conceitos. Não é possível que usem a vida, pessoas inocentes só para ter audiência. Se essa moda pega temos muito a perder. Chega de sensacionalismo.
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Carla Furtado
[18/10/2008 - 20:51]
( Outros-Editoria de Saúde - DF)
Vale uma reflexão bem responsável, inclusive da postura da imprensa na coletiva.
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Cláudio Neves
[18/10/2008 - 20:37]
(JORNALISTA NÃO LOCALIZADO-ALICERAMOS.COM - RJ)
Sejamos francos: a mídia adorou ter um sequestro tão longo para noticiar ao vivo. São poucas atrações que dão tamanha audiência durante quase uma semana, e por um custo bem baixo para as emissoras. Ninguém nega e nem se opõe ao 'sacrossanto' direito democrático da imprensa de informar, mas a situação por si só - tensa e aflitiva que era - já proporcionaria elevados índices de audiência. Não é necessário ser expert em cobertura jornalística para qualquer um entender que projetar um joão-ninguém, sentimentalmente inseguro, com ínfima auto-estima, rejeitado, egoísta, com duas armas carregadas, que cometeu inúmeros crimes várias vezes qualificados numa só tacada, de forma premeditada (apesar da aparente passionalidade), acabaria insuflando o ego doentio do criminoso. Portanto não havia necessidade de fazer aquelas longas entrevistas com o marginal. É que o dá ficar dando espaço a bandido "virtuoso". Ele não merecia deferência só por não ter antecedente criminal.
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Gilberto Bazarello Caires de Lima
[18/10/2008 - 20:16]
(Estudante)
Marcelo Moreira, viva a libertinagem de imprensa! Parabéns! Prefiro continuar a ser palpiteiro a fazer média com esses abutres, esses (co)media...Viva Datena, viva Sonia Abrão, viva Marcelo Rezende, viva!!!! Ah, parabéns pela vendagem do JT!!
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Larissa Roberta Limeira
[18/10/2008 - 19:59]
(Freelancer)
O professor tem razão. O moleque ganhou mais de 100 horas de atenção da mídia nacional. Ele estava gostando da atenção de toda a sociedade, por isso não tinha interesse em acabar logo com aquilo. Afinal, ele era um big brother. Monitorava sua própria vida pela televisão. Em qualquer canal que colocasse, ia ser visto ou comentado. Aliás, mesmo com todas as possíveis falhas da polícia, como eles poderiam agir se os jornalistas estavam televisionando seus passos e contando suas estratégias? O sequestrador podia ver a movimentação da polícia como se fosse uma câmera de vigilância, bastava acompanhar pela tv. A imprensa só atrapalhou nesse caso.
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Alfredo Sternheim
[18/10/2008 - 19:31]
(Freelancer)
Faltou (ou esqueceu deliberadamente) ao sr. Di Franco linkar os equivocos excessivos e sensacionalistas na cobertura do seqüestro com os equívocos do governo estadual na questão da segurança pública como um todo. Equívocos que se sucedem há mais uma década; ou seja, melhor preparo da polícia civil e militar que tem gente empenhada e corajosa, valorização dos PM, dos carcereiros e da polícia civil. Mas quando esta faz uma greve, solicita um diálogo com o governador (inclusive durante as 48 horas de suspensão da greve), o governador se nega ao diálogo ,deixa a situação durrar mais de um mês, a situação sai do controle e deu no que deu. O governo terceiriza sua falha ao apontar influência política no episódio do Morumbi, e a situação sendo blindada pela imprensa, ganhou espaço bem menor na imprensa escrita e na TV enquanto o seqüestro de Santo André recebeu um espaço amplo e generoso. Assim, desviam os olhos do povo das questões principais da segurança pública. Eta imprensa partidarizada
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Luiz Oscar Matzenbacher
[18/10/2008 - 17:22]
(Freelancer)
Existem dezenas de casos iguais a esse todos os dias nos confins do Brasil. Esse Lindembergue foi notícia tão grande, por tanto tempo, só em razão da incompetência do Governo Paulista em lidar com o caso, no início, rapidamente. Por outro lado, o PT precisava mostrar essa incompetência do Governo Serra e estimulou a cobertura da mídia. Ao mesmo tempo o Serra percebeu que o assunto tinha virado circo e na falta de pão, pois o padeiro é o Lula, resolveu dar um pouco de circo ao povo. Mas, as meninas, 'ora as meninas são só um detalhe', foram feridas, uma delas é um vegetal hoje, vítimas de todo esse oportunismo, dessa incompetência. O tal de GATE é tão de araque como a maioria dos canais que cobriram o caso. Nem Os Trapalhões fariam um resgate tão atrapalhado. A Record estava rídícula. Mas o circo funcionou, o debate sobre ser ou não ser bicha para alcançar sucesso na eleição de prefeito do Rio e de São Paulo e o Crash das Bolsas sairam do ar, por uns dias. Segunda-feira tem mais....
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Marcelo Moreira*
[18/10/2008 - 16:19]
(Editor-BLOG ADVOGADO DE DEFESA - PORTAL ESTADÃO.COM.BR - SP)
Com um caso de repercussão mundial, tem gente aqui que defende a cobertura jornalística anódina e trivial, como se fosse a narração de uma prova de turfe ou o anúncio de músicas em uma rádio FM que toca música erudita. E o pior de tudo, a maioria aqui nem sabe direito o que é sensacionalismo, não sabe como se faz uma cobertura de qualquer coisa. Em resumo, a maioria nunca fez jornalismo. Só tem palpiteiro no C-se. Triste isso.
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Paulo Sérgio Pires
[20/10/2008 - 09:08]
Caro Marcelo Moreira, vc por acaso trabalhou no Notícias Populares?
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Marcelo Moreira*
[18/10/2008 - 16:17]
(Editor-BLOG ADVOGADO DE DEFESA - PORTAL ESTADÃO.COM.BR - SP)
Todas as emissoras fizeram jornalismo, umas com mais, outras com menos sensacionalismo, mas conseguiram o que todo jornalista busca nesse instante: falar com o criminoso. Tirando a pieguice da Sonia Abraão, todas as entrevistas ficaram dentro do limite da ética. Foram bem. Defender a cassação da concessão das TVs é uma estultície, um atentado à inteligência. É querer punir o mensageiro, como no caso dos grampos. É cada vez mais revoltante ver supostos jornalistas passarem por aqui defendendo a censura e restrições à liberdade de imprensa e opinião.
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Colinb Edward Brayton
[18/10/2008 - 15:16]
(Freelancer)
Di Franco, o Tomás Aquino da imprensa tupiniquin, é defensor férreo do óbvio. Oba. Oba. Se insistisse que o jornalismo deveria se comprometer com a verdade e a precisão (coitada da moça, morreu ou não morreu, segundo a supostamente ótima cobertura dos jornais?) esse truismo tambem merecia manchete? Se dizesse que o sol tambem nasce?
Me pergunto: Estaria falando do ponto do vista de jornalista ou de gerencia de empresa midiática?
Os dois nem sempre combinam, como sabemos, uma vez que explorando a dor de outros comprovadamente melhora a renda da empresa -- "Veja só esse jornal, é o maior hospital / portavoz do bang-bang da policia central" -- mais fere a ética.
Para mim, nunca vi tamanha pornografia de sangue e sádica exploração de sofrimento alheio, ligada a tamanha politicagem, desde não sei quando. Na TV e na imprensa igualmente.
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Pedro Oswaldo Nastri
[18/10/2008 - 14:29]
(Profissional Contratado)
Hoje, quando se discute a exigência do diploma como um diferencial na ética da profissão, assistimos jornalistas diplomados nas melhores faculdades dando seu “showzinho”, em troca de um bom ibope. Há de se repensar o valor da imprensa.
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Paulo Sérgio Pires
[18/10/2008 - 13:58]
As redes de TV continuam fazendo exploração dos sentimentos como nunca. Vale tudo pela audiência. E tudo isso acontece porque temos código de ética, sim, mas não temos os respectivos processos éticos e sanções. Num momento onde as leis de mercado sobrepujam o bom senso, já passou da hora das entidades jornalísticas (leia-se ABI, Fenaj, e sindicatos dos jornalistas, já que não temos Conselhos) tomarem uma atitude para elevar o nível desse jornalismo infeliz. Vamos lembrar do nosso código: Art. 11. O jornalista não pode divulgar informações:
II - de caráter mórbido, sensacionalista ou contrário aos valores humanos, especialmente em cobertura de crimes e acidentes;
Art. 7º O jornalista não pode:
II - submeter-se a diretrizes contrárias à precisa apuração dos acontecimentos e à correta divulgação da informação;
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Luiz Marcello Fonseca Ferreira
[18/10/2008 - 11:54]
Não acompanhei a cobertura da mídia sobre o caso de Santo André! Mesmo sabendo que todas as emissoras "abertas-sensasionalistas" do país estavam explorando o fato ao vivo, Decidi não ver, ler ou ouvir nadam, pois desde o caso da menina jogada do sexto andar de um edifício, passei a ter nojo dos programas que exploram esse tipo de fato! Com o desfecho de ontem, fiquei pensando nas famílias envolvidas! No caso da jovem baleada na cabeça, nem é preciso falar o que seus pais estão sofrendo! Porém, o rapaz já está sentenciado e esta sentença pode ser até a morte! Basta que pensemos em como ele será recebido por outros presos que provavelmente têm filhas da mesma idade que a jovem! O duro é saber que a mídia - através de profissionais que se esqueceram dos princípios da profissão - colaboraram com o veredito! Concordo com a opinião do professor Di Franco! Nossos colegas ajudaram a transformar um jovem desequilibrado em uma estrela da mídia e tudo em isso troca de alguns pontos de audiência!
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Luciene Ferreira
[18/10/2008 - 11:38]
(Assessor de Imprensa-Assembléia Legislativa do Estado de Minas Gerais - MG)
Mais uma vez sinto vergonha de ser jornalista. O bandido virou mocinho, a polícia demonstrou uma incompetência ímpar, e a imprensa, como em milhões de casos anteriormente, se preocupou muito mais com o espetáculo do que com as vidas que estavam em jogo. O problema é que não era um video game. Era real. E agora só nos resta nos indignar.
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Renata Andrade Souza
[18/10/2008 - 10:59]
(Freelancer)
Estou com muita vergonha alheia de Brito Jr. e de todos os seus colegas sensacionalistas. Sônia Abraão deve estar inconsolável uma hora dessas, afinal de contas, até onde eu sei, o programa dela não é exibido aos sábados.
Tão chocante quanto esses pseudo-profissionais, é ver pessoas comuns com suas armas (ops, máquinas fotográficas) em punho pra registrar cada passo da nova estrela das páginas policiais e de suas pobres vítimas no desfecho do seqüestro. É mórbido demais para minha cabeça.
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Thiago Toschi Picelli Bandeira
[18/10/2008 - 10:55]
(Estudante)
Eu pagaria qualquer coisa para ver a cara da Sônia Abrão, que há poucos dias atrás dizia que Linderberg era um "menino bom", que ele "não era criminoso" e que apenas estava passando por uma "fase difícil". Quero ver a cara daquele maldito psicólogo que estava ao lado dela dizendo que tratava-se de um crime passional. Na verdade não há nada de passional nisso. Se assim fosse, certamente Linderberg mataria a ex. namorada e depois atiraria contra a própria cabeça, mas isso não aconteceu. Ele é um criminoso sim, que só estendeu em tantos dias seu showzinho porque a televisão e apresesentadores incompetentes como Sônia Abrão deram voz a ele. Confesso ter mudado minha opinião sobre José Luiz Datena, que sempre considerei um alardeador e especulador e hoje considero muito mais ético e correto do que todos os jornalistas da Globo, Record e RedeTV juntos.
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Luiz Oscar Matzenbacher
[18/10/2008 - 10:52]
(Freelancer)
Depois da espetacular cobertura das emissoras brasileiras de televisão ao casal paulista que jogou a filha do quinto andar, dezenas de crianças foram defenestradas pelo mundo afora. Até mesmo aqui na Praia de Bombinhas, um meninbo de 18 meses "caiu" do segundo andar de uma pousada e a mãe e irmãs viraram atrizes das Tvs locais por dias e dias, alegando inocência, claro culpando o menino de 18 meses, "um imprudente", sem contestação dos repórteres e das emissoras. Agora, depois dessa festança da Record, da Globo, da Band e de outras meios em Santo André, provavelemnte centenas de jovens vão sequestrar, raptar, tirar pedaços de suas ex-namoradas. Afinal, terão no mínimo, mais de 100 horas de glória na mídia brasileira. Antes se dizia, nas reuniões de repórteres, "o papel aceita tudo". Agora é a telinha que tem aceitado de tudo. Até quando?
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Rogério Augusto Perez Pereira
[18/10/2008 - 10:07]
(Colaborador-O COMETA - MG)
Caros, a registrar nessa parafernália toda e na espetacularização da notícia por parte de todas mídias, em especial a televisão e o rádio, também os sítios da Internet, foi a Rede Globo entrar com duas edições extras, daquelas com direito a aquele monte de microfones entrando na casa da gente com fundo musical de filme de terror, ter anunciado pela voz e carisma de Fátima Bernardes, que a mocinha, que até agora está em coma e em estado grave já estava morta. Depois nova edição do clima de terror com a mesma âncora dizendo que a 'barriga' foi da assessoria do governo de São Paulo. Não seria do Zé Serra e da Rede Globo???? Coisa de doido, sô. Concordo com tudo que está sendo dito mas nenhuma mídia tem muita seriedade nestes casos e a citação do filme "Montanha dos 7 Abutres" é importante. Kirk Douglas fez o papel soberbo de nossos abutres e hienas. Em tempo, também estou na turma dos que adoram uma historinha dessas que aterrorizam a classe média e o povão. Como o crash do EUA. RP/BHZ
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Tânia dos Santos Martins de Miranda
[18/10/2008 - 09:48]
(Editor-Chefe / Coordenador de Conteúdo-DESTAQUE RJ - RJ)
Preciso de tratamento psicológico. Acho que vou processar o governo paulista, federal, o próximo carioca (pq o atual nem governo é)...
Sinto raiva, ansiedade, desconsolo. E não é culpa minha...sou normal...acho que sou...não, não devo ser, se fosse, não estaria em pleno sabádo, conectada, revoltada com tamanha bestialidade de todos os envolvidos na tragédia da Eloá...
Depois de tudo isso (governo declara morte de gente viva), policiais dão tudo a sequestrador, imprensa permite que planos de resgate sejam de conhecimento do bandido...
Quando penso na minha covardia em não entrar para política...pq mesmo? ah lembrei, eu cairia rápido, não conseguiria repartir o pão da corrupção, o gol do mensalão, a fatia do bolsa família, e ainda votaria no Cristovão Buarque...coisa que não fiz por conta do Duda Mendonça, a quem admiro desde os tempos da Faculdade...mas...após 6 anos, o MEDO VENCEU A ESPERANÇA...
Oh Obama Tupiniquim donde andarás? viverei eu a conhecer-te?
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Daniel Silva*
[20/10/2008 - 13:35]
(Profissional Contratado)
Apesar da confusão factual, é compreensível. Você é ótima em escrever textos poéticos. Um abraço. Um beijo.
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Marcelo de Souza Carlos
[18/10/2008 - 09:54]
(Freelancer)
Sem querer te deixar apreensiva, Tânia, mas não seria melhor esperar o Obama ganhar as eleições e, depois, ver como será o governo dele, para pedir por um exemplar brasileiro? Afinal, estadunidense é estadunidense, não importa a cor, o nome, orientação sexual e afins. Os gringos são criados para invadir, esmagar e reprimir quem não concorda com eles.
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Marco Antonio Frabetti
[18/10/2008 - 09:14]
É a vida imitando a arte. Vale a pena assistir aos filmes: " A montanha dos sete abutres" e "O quarto poder".
Mais informação, menos sensacionalismo.
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Valquiria Carnaúba de Olivo
[18/10/2008 - 10:58]
Acabou de ser transmitida, no jornal Hoje em Dia (Record), a declaração do promotor Augusto Rossini ouvida por Britto Júnior. Rossini criticou o papel da Mídia no caso deste sequestro.
Claro, Britto defendeu a Record e afirmou que a emissora foi "ética". No entanto, foi a emissora que mais novelizou o caso do sequestro, em especial através da RECORDNEWS. Tudo novamente pelo ibope. Não vale a pena!
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Doca Ramos Mello
[18/10/2008 - 06:51]
(Freelancer)
Deveria haver bom senso tanto por parte da polícia quanto da imprensa. E esse negócio de transformar bandidinho reles em estrela entrevistada deveria ser proibido, ainda mais hoje em dia, quando todo mundo adora apartecer na televisão. Tudo errado!
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Michel Simão
[18/10/2008 - 02:19]
(Estudante)
Lamentável a atitude da polícia, lamentável a atitude da Tv... remumindo lamentável!
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João Alvares Otero Pontes
[18/10/2008 - 00:49]
(Presidente-JORNAL CENTRO OESTE REGIONAL - SP - JAÚ)
...pois acredito que mais alguns dias o seqüestrador perderia suas forças, e ai sim se assaltaria o local do cativeiro. Muitos foram os erros, inclusive a demonstração de truculência que tive que ver dentro meu lar, com os meus filhos, promovidos por aqueles que são pagos para proteger a nossa segurança. Muitos aprovam isso, mas acredito que isso mostra o despreparo emocional e a falta de segurança dos milicianos da ordem pública. Tudo é lamentável e o pior o objetivo não se conseguiu, preservar vidas. Perdeu a policia militar, perdeu a sociedade, perdeu as adolescentes e perdeu a nação na sua cidadania. Perdemos todos
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João Alvares Otero Pontes
[18/10/2008 - 00:48]
(Presidente-JORNAL CENTRO OESTE REGIONAL - SP - JAÚ)
Estamos diante de uma situação absurda. Se por um lado convivemos com a possibilidade de ver tudo em tempo real, é fato que a mídia explora isso. A concorrência é grande e a Tv principalmente busca mostra as imagens e a emoção dos fatos. O lamentável em tudo que vivenciamos no caso do trágico final que deserolou-se na questão do seqüestro, podemos apontar com uma serie de erros. A mídia deveria ter mostrado apenas os fatos e não as emoções. Não deveria na tentativa da exclusividade transformar um delinqüente em estrela. Foi um show o que vimos. Mas somando a essa aberração dos colegas, esta também o despreparo da nossa PM. Falo da instituição sim pois ela é quem dá o comando aos homens, ela prepara a nossa segurança publica. Será que esta na hora de rever tudo e trocar radicalmente o comando. Se por um lado ela mostrou sua força diante da tímida policia civil no episodio do Palácio do governador, aflorou da suas entranhas um despreparo total, pois não teve o beneficio da espera...
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Gilberto Bazarello Caires de Lima
[18/10/2008 - 00:26]
(Estudante)
Eu quero mesmo é que a polícia truculenta do Serra explique direitinho a provável trapalhada que fizeram lá no ABC. Além do imbecil chifrado querer ser um super star às avessas, em função da falta de ter o que fazer dessa mídia repugnante, teve fulano querendo bancar o herói lá na Cohab! Daqui a pouco o Homer Simpsons do Palácio dos Bandeirantes vai associar o crime à campanha da Marta. Eita São Paulo que me decepciona a cada dia!
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Marcelo de Souza Carlos
[18/10/2008 - 08:02]
(Freelancer)
Só uma ressalva Gilberto: Hommer não, senhor Burns, rs
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Edevaldo Figueiredo da Silva
[17/10/2008 - 23:37]
(Freelancer)
A fissura pelo furo de reportagem, pela entrevista exclusiva, faz com que a cada dia, parte dos jornalistas, se comportarem como um sujeito dominado pela droga. Essa concorrência extrema, a busca pelo ibope transformam esses profissionais em verdadeiros drogados, eles ignoraram toda e qualquer ética. Lamento muito essa situação, isso envergonha a classe. É preciso "frear" esse tipo de comportamento, as emissoras precisam repensar a forma de atuação em coberturas como essas.
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Alexandre Oliveira de Paula
[17/10/2008 - 20:13]
(Freelancer)
A 'negociação' com sequestradores deve ser feita, exclusivamente, pela polícia. Cabe ao profissional de comunicação e ao veículo que ele atende, informar, noticiar os fatos, fazer uma cobertura íntegra e ao máximo imparcial. Agora, protagonizar, com status de 'astro', uma pessoa que está cometendo um delito em rede nacional não é fazer jornalismo. É, sim, a espetacularização da notícia, que beira a longitude do profissionalismo e da responsabilidade com a vida humana.
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Caroline Prado
[17/10/2008 - 19:37]
Desde o início das 'entrevistas' achei um absurdo, não há furo de reportagem que explique um jornalista se meter entre negociador e sequestrador. Devemos nos lembrar que temos um código de ética, que juramos segui-lo, temos o bom-sendo, que sempre deve nos guiar. Aliás, muitas coisas devem ser lembradas, uma delas é o filme citado acima por Paulo Sérgio, outra é que não apenas a Record, mas a Rede Globo também entrevistou Lindemberg e que houve jornalista televisivo que afirmasse, 'Lindemberg não é bandido e não pode ser tratado pela polícia e pela justiça como tal' - explica essa Brito!
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Marcelo de Souza Carlos
[17/10/2008 - 19:30]
(Freelancer)
Esperem, agora a menina não morreu mais. O que está acontecendo???
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Luiz Oscar Matzenbacher
[17/10/2008 - 19:18]
(Freelancer)
Terminou sem final feliz a novela da Record, da Band, da Globo, da Globo News. Deus queira que as meninas sobrevivam às detonações da polícia paulista e aos tiros do "menino" Lindenberg. Concordo com a Tãnia. Chega de conversa de bar. Chega de cachaceiro de tendinha de esquina de fábrica do ABC Paulista. Precisamos é mesmo de um Obama tupiniquim. Ou, quem sabe, Macunaima salte de dentro das folhas do livro para nos devolver à realidade? Alguém, algum dia, concederá um intervalo lúcido aos brasileiros? Cem horas de cobertura ao vivo e resulta nisso? E, o repórter policial, herói da esquerda de araque da paulicéia dos anos 1980, o Dr Percival de Souza, , "consultor" da Record, mais parece um esbirro do Dr Fleury, o delegado do Dops. Só falta o Percival rezar ajoelhado para os policiais paulistas. É o maior bajulador da incompetência. Desliguei a Tv e fui ouvir música, um CD básico do Jobim com a Elis Regina. Há outra alternativa?
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Marcelo de Souza Carlos
[17/10/2008 - 19:28]
(Freelancer)
A ex-namorada faleceu. Se não conseguirem provar que foi o garoto que atirou, vão matá-lo também.
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Paulo Sérgio Pires
[17/10/2008 - 18:10]
Hoje à tarde estava por acaso assistindo a cobertura deste caso num programa da Record e não sei por que me lembrei do filme a Montanha dos Sete Aburtres, com Kirk Douglas.
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Tânia dos Santos Martins de Miranda
[17/10/2008 - 17:57]
(Editor-Chefe / Coordenador de Conteúdo-DESTAQUE RJ - RJ)
Eu gostaria muito de ouvir a Record e demais emissoras. Porque não querem pronunciar-se a respeito?
É de um absurdo tamanho. Não ficarei surpresa se Luciana Gimenez apareça para entrevista-lo...
Povo brasileiro, dai-nos um OBAMA TUPINIQUIM...
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Luiz Oscar Matzenbacher
[17/10/2008 - 17:45]
(Freelancer)
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