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Fim do diploma faz universidade suspender curso de jornalismo

Izabela Vasconcelos, de São Paulo

O fim da obrigatoriedade do diploma de Jornalismo para o exercício da profissão, decidido em junho do ano passado pelo Supremo Tribunal Federal, atingiu a Universidade Mogi das Cruzes (UMC), de São Paulo. Com uma queda de 50% na procura, o curso desse semestre foi suspenso.

A coordenadora de jornalismo da UMC, Cristina Schmidt Pereira da Silva, nega que a universidade tenha intenção de fechar o curso. “Não vamos fechar, vamos apenas deixar de oferecer esse semestre. Sentimos uma diminuição muito grande na procura, uma queda de 50%, o que ficou economicamente inviável”, explicou.

Cristina disse que o curso sempre teve uma boa procura e que existe uma pequena variação entre um ano e outro, mas dessa vez a queda foi muito alta. Além disso, alguns alunos iniciantes do semestre passado se sentiram desmotivados e desistiram do curso. “Ficamos muito tristes com isso, mas vamos continuar, porque queremos mudar essa ideia de que não precisa de diploma para exercer a profissão”, afirmou.




2/2/2010
 
Daniel Silva* [25/02/2010 - 12:53]
(Profissional Contratado)


Em primeiro lugar a matéria já vem equivocada logo no título: não diz nada no texto que comprove que o fim da obrigatoriedade esteja ligado diretamente com a suspensão temporária do curso de jornalismo na UMC.
Depois, se o curso teve pouca procura poderia ser por inúmeros, vários motivos, que seriam, desde os altos custos de inscrições, matrículas e mensalidades, até a própria imagem atual deste curso dentro da UMC.
A coordenadora Cristina Schmidt defende a obrigatoriedade do diploma, prova os fatos.
O mercado por si mesmo não corrige as suas possíveis consequências dos não formados.
O profissional diplomado tem todas as ferramentas e possibilidades para conseguir aprimorar o seu trabalho, transformando o mercado a seu favor.
Ser contra a obrigatoriedade do diploma hoje é voltar no tempo das antigas gráficas e tipografias com suas máquinas de impressão, quando todos os profissionais da oficinas eram "considerados" jornalistas, ainda sem a regulamentação.
O diploma ajuda demais.
 
 
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Moacyr Victor Minerbo [23/02/2010 - 10:58]
(Âncora / Apresentador TV / Apresentador Rádio-ALLTV - IG - SP)


O que me intriga é que o estágio em jornalismo - proibido - nunca afastou alunos dos cursos. E agora o fom da obrigatoriedade do diploma afasta? Vai ver a indústria de diplomas enganava o cidadão por 4 anos e agora ele percebeu que era enganado o tempo todo.
 
 
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José Paulo Alves Borges [22/02/2010 - 17:41]
(Freelancer)


Concordo plenamente cam a Luana Lopes Monteiro (que, por sinal, é linda), com o Fábio José de Mello e com o Eliagá Emipê (que tem toda a pinta de "gênio rebelde"). Que se danem as fábriquetas de "diploma de jornalista". As melhores escolas sobreviverão, não tenho a melhor dúvida. É tudo um processo de seleção natural (a tal sobrevência dos mais aptos, como nos ensina o velho Darwin).
 
 
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Moacyr Victor Minerbo [22/02/2010 - 10:41]
(Âncora / Apresentador TV / Apresentador Rádio-ALLTV - IG - SP)


Cadê o Alfredo Teixeira Neto? Será que recebeu ordens de superiores diplomados da Globo a não entrar mais em debates democráticos?
 
 
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Moacyr Victor Minerbo [21/02/2010 - 18:58]
(Âncora / Apresentador TV / Apresentador Rádio-ALLTV - IG - SP)


Cadê o Alfredo Teixeira Neto? Será que recebeu ordens de superiores diplomados da Globo a não entrar mais em debates democráticos?
 
 
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Moacyr Victor Minerbo [21/02/2010 - 12:02]
(Âncora / Apresentador TV / Apresentador Rádio-ALLTV - IG - SP)


Cadê o Alfredo Teixeira Neto? Será que recebeu ordens de superiores diplomados da Globo a não entrar mais em debates democráticos?
 
 
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Luana Lopes Monteiro [21/02/2010 - 00:17]
(Estudante)


Concordo que temos que ter uma base para exercermos a profissão, mas existem muitos jornalistas com diploma que exercem péssimamente a função e outros tantos esforçados e empenhados sem diploma que exercem tão bem quanto um diplomado. Acho que devemos ir com calma em relação aos sem diploma, pois afinal, antigamente os jornalistas não eram diplomados e se você é um bom jornalista, deve saber da história, então, ser jornalista não é questão de diploma, e sim de competência, e não ter diploma, não significa ser vagabundo, ou não ter estudo, é ter que ser altamente capaz de praticar a profissão, com dedicação, estudo contínuo e competência.
 
 
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Moacyr Victor Minerbo [21/02/2010 - 11:58]
(Âncora / Apresentador TV / Apresentador Rádio-ALLTV - IG - SP)


Opinião nobre, respeitosa e simples. Parabéns!
 
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Douglas Henrique Oliveira [19/02/2010 - 22:36]
(Freelancer)


Aos burros de plantão, ter diploma de jornalismo não significa que outros estão sendo censurados. Jornalista não senta e escreve o que quer. Ele relata o que acontece. Ter ou não direito a liberdade de expressão nada tem a ver com a profissão e a competência para ser jornalista. Uma coisa é totalmente diferente da outra. Acho que deveriam aprender a pensar um pouco mais. Não dói nadinha. É por isso que o jornalismo no Brasil está uma perfeita porcaria. Infelizmente, o futuro da profissão está no inferno, depois do fundo da lata do lixo.
 
 
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Rakell Aguiar [19/02/2010 - 08:35]
(Profissional Contratado)


Sou professora universitára e quando a questão da obrigatoriedade do diploma "veio abaixo" fui ingênua em pensar que as pessoas não iriam imaginar que algum jornal "de verdade" iria contratar um profissional sem conhecimento do "fazer jornalístico". Pois bem... no início deste ano letivo tivemos apenas 1 ou 2 alunos matriculados no curso de uma das instituições onde leciono. Mas o que me perturba não é isso... jornalistas não-profissionais sempre existiram e trabalhei com diversos deles, com os mais incompetentes inclusive. Poucos foram os que conheci sem diploma que realmente tinham uma visão limpa do que é o Jornalismo e o seu papel na sociedade atual. É uma pena que tudo isso tenha vindo por água abaixo. Só quem acompanha um "bom aluno" do primeiro ao último período do curso de Jornalismo é capaz de identificar as mudanças que o conhecimento pode fazer com um profissional. É um pena que a sociedade pode ou já perdeu isso!
 
 
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Sanny Hosney Mahmoud Mohamed [13/02/2010 - 20:23]

Lamentável essa situação! Os profissionais que ralaram pra caramba, que se dedicaram por 4 anos, enfrentaram o vestibular para frequentar uma boa faculdade são colocados num mesmo saco e ofendidos por alguns que têm a cara-de-pau de dizer que viemos todos de uma Unibosta. QUANTA BAIXARIA e DESPEITO! Dá nojo ouvir tanta baboseira! Porque temos direito à liberdade de expressão todos passam a ser jornalistas?? A lei também assegura o direito de defesa do cidadão, seremos todos advogados? Só vejo um bando de papagaio de pirata repetindo sem pensar o que um sacana falou.
 
 
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Moacyr Victor Minerbo [14/02/2010 - 01:54]
(Âncora / Apresentador TV / Apresentador Rádio-ALLTV - IG - SP)


Você é fraco cara.
 
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Heitor Rodrigues de Assis Filho [08/02/2010 - 11:33]

A última pesquisa CNT/Sensus traz uma informação relevante e auspiciosa. Em pesquisa anterior, de Julho de 1998, 1% dos entrevistados admitia escolher seu candidato para a Presidência da República ouvindo somente a si mesmo. Amigos e família (30%) TV (24%), propaganda eleitoral gratuita (14%) e os jornais (10%) influenciavam na escolha do eleitor.

Agora, em Janeiro de 2010, 55,5% declararam escolher por si mesmos o candidato. A influência dos amigos e da família caiu para 14,2%; a TV ainda faz a cabeça de 13,8%; a propaganda gratuita, de 6,3%; e os jornais, de apenas 3,9%.

Interessante é que o Ibope, aferidor da audiência das TVs abertas, não capta esta mudança de comportamento dos telespectadores. A TV, que em Dezembro de 1999 era a diversão preferida para 38,6% dos entrevistados à época, agora em Janeiro o é somente para 25,5%. Ante tais novos fatos, quem precisa de diploma de jornalismo? E olha que eu tenho...
 
 
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Moacyr Victor Minerbo [08/02/2010 - 14:41]
(Âncora / Apresentador TV / Apresentador Rádio-ALLTV - IG - SP)


E o que seria " escolher por si mesmos o candidato"? Ele vai na casa do mesmo conhecê-lo? As pessoas não estão capacitadas para avaliarem suas próprias escolhes e o quanto são manipuladas. Vide o BBB, A Fazenda, A Casa dos Desesperados...
 
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Moacyr Victor Minerbo [08/02/2010 - 14:38]
(Âncora / Apresentador TV / Apresentador Rádio-ALLTV - IG - SP)


Heitor. Uma pena que só se lembre do seu diploma quando é para manipular a cabeça das pessoas. Apenas 1% usa dentadura, nem por isso não há profissionais que fabricam dentaduras.
 
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Fábio José de Mello [07/02/2010 - 08:56]
(Profissional Contratado)


"Todo indivíduo tem e liberdade de opinião e expressão. O que implica no direito de não ser inquietado por suas opiniões, e no de procurar, receber e difundir, sem considerações de fronteiras, as informações e ideias, por qualquer modo de expressão". Artigo XIX da Declaração Universal dos Direitos Humanos.

tem jeito não, macacada. O povo não quer mais ser agente passivo da História. Quer tomar as rédeas do destino. A informação é um bem precioso demais para ficar apenas nas mãos desses fobós formados nas Unibostas da vida.

Twitter, blogs, redes de relacionamentos.. Bem vindos à era da informação correndo solta, livre, sem a necessidade de autorização do Estado para difundi-las.

Cada dia que passa fica mais difícil para as grandes corporações manipularem mentes. Está complicado mentir e fraudar debates, por exemplo. Viva o fim da obrigatoriedade! Essa é a Lei Áurea do jornalismo.
 
 
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Moacyr Victor Minerbo [07/02/2010 - 13:06]
(Âncora / Apresentador TV / Apresentador Rádio-ALLTV - IG - SP)


Grande Fábio! Acha as palavras certas e até consigo imaginar você as pronunciando lá na tv! É claro que todo o registro profissional vem a nosso favor, e achar que o jornalismo ou o webjornalismo é o principal da internet é um erro. Internet não é só mídia, internet é comunicação entre familiares, fonte de pesquisa escolar, internet é livre pensamento, é poesia na tela do computador, o médico que tem um blog para falar de sua especialidade, o advogado que deixa uma breve explicação sobre alguns artigos, o bandido vira hacker, sites, redes sociais e tecnologia que vão além do jornalismo ou webjornalismo. Muitos não enxergam além da sua própria área, do seu nicho, não é o nosso caso, pois percebemos que internet é vida hoje em dia, para o desespero de uns, para o bom uso de outros.
 
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Moacyr Victor Minerbo [06/02/2010 - 19:11]
(Âncora / Apresentador TV / Apresentador Rádio-ALLTV - IG - SP)


Fim do diploma? Então quem estudar não vai mais recebê-lo? O título está errado! O fim é da OBRIGATORIEDADE! Não confundam espingarda de caçar rolinha com espinafre de caçarolinha!
 
 
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João Alvares Otero Pontes [05/02/2010 - 23:34]
(Presidente-JORNAL CENTRO OESTE REGIONAL - SP - JAÚ)


live the democracy. Same rights for all, journalists or he/she is not entitled the opinion. To work in the media is problem of the editor, he chooses, he negotiates, the end of the compulsory nature of the diploma for the exercise of the journalism is an answer the inconstitucionalidade that reigned at this country. we can
 
 
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Fábio José de Mello [07/02/2010 - 08:19]
(Profissional Contratado)


Palhaçeide have o clock. Laica nós laica mais money que é good nóis não have. My english is too bad, but fuck you. Camón, don't vamos let tiu de traduteitors toscos. The digital inclusion make a bizarre pípou. Let me sing a music for you:

I'm not dog no, for live so humble
I'm not dog no, for you be so very far
You don't know understand who is love, who is like
E eu já estou querendo stay here
And so there I go away

Worst thing of the world
Is to love very back
Who say no to big love
Doesn't matter to be happy
Oh, so little to be love
You should understand
That for you I have passion
For all I love, for love God
I'm not dog no
For all I love, for love God
I'm not dog no
 
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Fábio José de Mello [07/02/2010 - 08:11]
(Profissional Contratado)


De buc is on de teibou!
 
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Elaine Oliveira [05/02/2010 - 17:31]
(Freelancer)


O site abaixo é feito por um experiente jornalista que não tem diploma. Mas tem registro profissional e muita credibilidade. Será que precisamos mesmo de diploma?

Olha aí: http://cadernodepolicia@blogspot.com

ELAINE VALENTE
Jornalista com diploma, formada pela Universidade Federal do Pará
 
 
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Moacyr Victor Minerbo [05/02/2010 - 12:32]
(Âncora / Apresentador TV / Apresentador Rádio-ALLTV - IG - SP)


Eu sabia que havia um Pascoali por perto. E eles sempre caem nas ciladas.. Veja que prepotência... não estou num monólogo, estou num espaço bastante democrático debatendo com estudantes, experientes, tradicionais, futuristas, apartidários ou não. Achar que estarei num monólogo só porque o ser superior saiu da discussão é a prova que tira qualquer dúvida sobre o que eu disse. Abração e sucesso a nós!
 
 
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Moacyr Victor Minerbo [05/02/2010 - 00:24]
(Âncora / Apresentador TV / Apresentador Rádio-ALLTV - IG - SP)


O rapaz da Globo insinuou que quem fica no Google e no C-SE não tem o que fazer. Sensacional!
 
 
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Moacyr Victor Minerbo [05/02/2010 - 00:01]
(Âncora / Apresentador TV / Apresentador Rádio-ALLTV - IG - SP)


Quantidade de alunos não é qualidade. O capitalismo não é perfeito. Hoje mesmo recebi um sorriso de uma linda loura de olhos azuis, mas porque eue adentrava em sua loja para comprar um perfume para uma querida amiga. Eu juraria a qualquer um que aquele sorriso maravilhoso era um sorriso sincero se fosse ingênuo. Por fim: comprei o produto e ela ganhou a certeza de que sorriu corretamente para mim.
 
 
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Moacyr Victor Minerbo [04/02/2010 - 23:56]
(Âncora / Apresentador TV / Apresentador Rádio-ALLTV - IG - SP)


O Marcelo e o Alfredo só podem ter problemas de crise existencial. Nunca vi um comentário que ofenda o diplomado no C-SE. Pelo contrário, quem está aqui é porque estuda no dia a dia, estuda se informando sobre o que acontece tendo o site como fonte de conhecimento, bem diferente do que faz a TV Globo, massiva, manipuladora e fútil. Supreendo-me de vir aqui um tal Chefe de Reportagem opinar de pára-quedas como se não recebesse ordens de outros diplomados, como se fosse mais um senhor com complexo de superiordade, assim como o senhor Cury que acha que falar no rádio é o apse de uma carreira. Lamento e só. Quanto aos cursos de R$15,00, graças a alguns jornalistas diplomados conscientes e voluntariosos eles existem. A mídia precisa se fortalecer em bairros pobres e em localidades que o estudante não tem condição financeira de pagar R$ 350,00 para assistir a uma palestra de um Senhor Globo qualquer. O sonho de alguns profissionais e políticos é se tornar um Cidadão Kane. Democracia!
 
 
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Alfredo Teixeira Neto* [05/02/2010 - 12:06]
(Chefe - Reportagem-TV GLOBO - SP)


Melhor não contrariar.
Obrigado pelo ´´rapaz´´. Depois de mais de 30 anos só de estrada, é um carinho muito grande.
Claro que recebo ordens de outros diplomados. Nem poderia ser diferente.
Sobre ´´complexo de superioridade´´ e ´´crise existencial´´, vou prestar mais atenção. Afinal, são percepções de quem me conhece profundamente, não é mesmo, professor (seria, também, de psicologia??) ?? Por falar em professor, que é diabos é APSE ???????????????????? Naturalmente, não se trata de erro de digitação. APSE !!!!!!!!!!!!! Passa longe de ápice, por exemplo. Será que estou tão desinformado assim sobre a nova ortografia ???
Bem, vou ficar por aqui. Espero que você tenha ainda muito mais sucesso na profissão. E que seja feliz com teu monólogo, porque nesse papo furado não entro mais. Pode estrebuchar à vontade.





 
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José Almeida Jr.* [03/02/2010 - 20:08]
(Freelancer)


... mas meu recado a vocês é: aproveitem tudo de bom que possam aprender po hoje está muito mais fácil adquirir conhecimento e poder discutir com nossos queridos mestres que aí estão. Só quero para finalizar deixar uma observação.: pobre aquele que se acha acima de tudo e de todos, que não valoriza e não enxerga que dentro das dificuldades pode-se crescer e dar o valor devido a tudo que colheu. Quem despreza o conhecimento, seja comou sem diploma tem que repensar a vida, pois você só para de aprender quando morre. Abraço a todos os amigos e professores.
 
 
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Moacyr Victor Minerbo [04/02/2010 - 22:58]
(Âncora / Apresentador TV / Apresentador Rádio-ALLTV - IG - SP)


Já li!
 
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José Almeida Jr.* [03/02/2010 - 19:42]
(Freelancer)


... mas meu recado a vocês é: aproveitem tudo de bom que possam aprender po hoje está muito mais fácil adquirir conhecimento e poder discutir com nossos queridos mestres que aí estão. Só quero para finalizar deixar uma observação.: pobre aquele que se acha acima de tudo e de todos, que não valoriza e não enxerga que dentro das dificuldades pode-se crescer e dar o valor devido a tudo que colheu. Quem despreza o conhecimento, seja comou sem diploma tem que repensar a vida, pois você só para de aprender quando morre. Abraço a todos os amigos e professores.
 
 
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José Almeida Jr.* [03/02/2010 - 19:39]
(Freelancer)


... mas meu recado a vocês é: aproveitem tudo de bom que possam aprender po hoje está muito mais fácil adquirir conhecimento e poder discutir com nossos queridos mestres que aí estão. Só quero para finalizar deixar uma observação.: pobre aquele que se acha acima de tudo e de todos, que não valoriza e não enxerga que dentro das dificuldades pode-se crescer e dar o valor devido a tudo que colheu. Quem despreza o conhecimento, seja comou sem diploma tem que repensar a vida, pois você só para de aprender quando morre. Abraço a todos os amigos e professores.
 
 
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José Almeida Jr.* [03/02/2010 - 19:32]
(Freelancer)


Primeiramente olá a todos os amigos que aqui neste espaço se pronunciaram. COnehço a UMC pois pertenci ao seu quadro de alunos na mesma época que os queridos amigos Fujita, Hessel, Calixto e outros tantos ilustres que também por alí passaram. Incluo também aqui meu abraço e saudações queridas aos Professores, Nivaldo Marangoni, William Araújo, Carlos Elias, Mário Sérgio, Osni Dias, Sersi Bardari, Eliana Arouca, esses alguns que tive a felicidade de ter aprendido sábias lições através de seus ensinamentos. Digo a todos que sempre quem faz a instituição é o aluno, pelos seus motivos pessoais e metas se é o que ele realmente quer dentro de uma faculdade. Claro que a estrutura faz muita falta até porque evoluímos nos últimos 10 anos da maquina de escrever para os computadores. Do sinal de fumaça para a internet. E claro, precisamos adquirir conehcimento e enquanto estivermos vivos sempre iremos aprender. Eu me solidarizo aos alunos que passam pelas mesma dificuldades que passei, mas ...
 
 
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Leonardo Guerreiro [03/02/2010 - 19:19]
(Freelancer)


Lamento por muitas opiniões expressadas aqui, em especial, a de que o fim dos cursos de Jornalismo representa um "bem para o livre pensar". "Perdoai-os Senhor! Eles não sabem o que fazem…"
 
 
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Ana Lúcia Bertolani [03/02/2010 - 14:55]
(Assessor de Imprensa-Interamerican - SP)


bom, enquanto a ECA e Cásper Líbero estiverem operantes, ainda haverá esperanças para a Humanidade.
 
 
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Moacyr Victor Minerbo [05/02/2010 - 00:11]
(Âncora / Apresentador TV / Apresentador Rádio-ALLTV - IG - SP)


Há décadas estas universidades formam profissionais preconceituosos e com complexo de superioridade. Não todos, é claro.
 
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Moacyr Victor Minerbo [04/02/2010 - 17:01]
(Âncora / Apresentador TV / Apresentador Rádio-ALLTV - IG - SP)


Você quem pensa.
 
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Eliagá Emipê [03/02/2010 - 14:32]

Os que deixaram de procurar a faculdade por que "agora não precisa mais de diploma" vão ajudar a elevar muito o nível intelectual dos cursos superiores de jornalismo. Com menos cretinos nas salas, vai dar para quem quer realmente aprender algo ter melhores condições. O que tinha de haver é uma prova de credeciamento, como a da OAB, para verificar que quem se formou tem realmente condições de exercer o jornalismo ou se fca apenas como "bacharel em Comunicação Social", sem habilitação profissional para ser jornalista. Isso seria bem interessante de ver!
 
 
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Moacyr Victor Minerbo [05/02/2010 - 00:16]
(Âncora / Apresentador TV / Apresentador Rádio-ALLTV - IG - SP)


De fato! Você me lembrou a história do aluno que chega para o professor e pergunta: "Quantas páginas tem o livro?". Esses só atrapalham mesmo, porém, tem muito diplomado que é a favor desse tipo de aluno para ele ter em quem mandar no trabalho.
 
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Luiz Alberto Pires Belonio [03/02/2010 - 14:50]
(Freelancer)


Palavras de quem já está formado e exercendo a profissão e garantirá, por direito adquirido, a carteira de classe se isso acontecer, né?

Triste ver as pessoas lutando pelo lado errado da coisa.
 
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Paulo Rogério Lencioni [03/02/2010 - 14:27]
(Radialista-Leitor Recortes - RJ)


LAMENTÁVEL ESSA SITUAÇÃO...SOU TOTALMENTE A FAVOR DO DIPLOMA DE JORNALISTA E CONTRA ESSE LOBBY DAS EMPRESAS JORNALISTICAS CONTRA O DIPLOMA...SÃO ELAS AS CULPADAS PELO FECHAMENTO DOS CURSOS DE ALGUMAS UNIVERSIDADES...
 
 
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Richard Nixon dos Santos [03/02/2010 - 14:18]
(Freelancer)


è clro que a nao obrigatoriedade do diploma para exercer a profissiao atingiu em cheio as universidades pois o curso não atrai tantas pessoas e as poucas interessadas perderam um pouco do animo quando da decisao do STF. Por exemplo no campus avançado da Unicarioca projeto Tres Rios que vinha cambaliando muitos ao saberem da decisao abandonaram o curso, e muitos deixaram de fazer o vestibular, as classes estão com dificuldades para serem montadas. Agora é a hora das universidades usarem sua força e começar a pressionar o congresso para aprovar a pec dos jornalista. E muito alem disso os jornalista se unirem juntamente com os universitarios para pressionarem de verdeda o congresso, estamos em ano elitoral, tudo deve ser aprovado.
 
 
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Pérola Cardozo [03/02/2010 - 13:42]
(Estudante)


A verdade é que essa "guerra" entre profissonais com e sem diploma só tende a prejudicar a área. Metade dos profissionais reclama a não obrigatoriedade do diploma, e julga que o STF se intrometeu em assuntos que nãoi lhe diziam respeito. A outra metade reclama e clama pela justiça quando medidas como a da prefeitura de Belo Horizonte são tomadas exigindo-se diploma. Há profissionais não formados atuando na área a décadas, meu pai inclusive é um deles, dedicou sua vida ao rádio, mais de 25 anos de carreira, fazendo um trabalho correto e ético, e sempre elogiado. Inclusive chegou a receber a carteira do sindicato dos jornalistas do seu estado, e isso há quase dez anos atrás. No entanto, sempre teve vontade de cursar a faculdade de jornalismo, e só não o fez por não possuir o curso em sua cidade. Sou aluna de Publicidade, área em que também não há obrigatoriedade do diploma, e as turmas continuam cheias e disputadas. Farei jornalismo ao terminar esse curso. Ensino Superior é importante si
 
 
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Antônio José de Oliveira* [04/02/2010 - 19:54]

Pérola Cardozo quero lhe parabemliza-la pelo comentario,
é isto mesmo, sou Técnologo, e não estou obrigado a se sindicalizar ,
esta fenaj sempre mamou na teta da vaca, e agora que acabou a obrigariedade do diploma eles estão com os dias contatos, e os profissionais que tem o diploma (po) acretita no seu talento de jornalista, pois nimguem vai roubar o seu espaço se vc. estiver trabalhando correto..
e o STF agiu correto, pois estamos num pois democratico de direito.
estão agora com estas pacs. tentando restabelecer o diploma, mas estão esquecendo que o STF ja decidiu, ou nossa constituinte não vale nada..
eu fica indagado com tanta preocupação tem este tar de diploma, pois sou tecnologo,imagino se eu for se preocupa com aqueles que são aventureiros
na minha area, coitsado de mim, mas acretido no meu talento e na minha capacidade hoje tenho minha empresa de hospedagem de administração de site..
então jornalistas com diplomas acreditem nos seus talentos.....

 
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Luís Renato Cruz Vieira de Andrade [03/02/2010 - 12:49]
(Diretor-VIVACIDADE SOROCABA - SP - SOROCABA)


Sorocaba não concede registro a jornalistas

Sorocaba - Uma questão que vem incomodando setores da sociedade sorocabana é o fato de os jornalistas profissionais sem diploma de faculdade não conseguirem obter registro na carteira de trabalho junto ao Ministério do Trabalho.

Por outro lado, para quem tem o diploma de jornalista obtido em alguma faculdade o registro é feito sem maiores problemas.

Sabe-se que o fim da obrigatoriedade do diploma de Jornalismo para o exercício da profissão foi decidido em junho do ano passado pelo Supremo Tribunal Federal.

Leia a continuação desta matéria em:

http://www.vivacidade.com.br/cidade_textos_interno.php?id_cidade=2811
 
 
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Anderson Gurgel Campos [03/02/2010 - 12:47]
(Diretor-UNISA - Universidade Santo Amaro - SP)


Caros colegas, como coordenador de curso da Unisa, confirmo que não está fácil mesmo. Mas a universidade, que tem grande tradição no curso de jornalismo, manteve sua aposta. Estamos com o curso normal e com número aceitável de alunos, apesar do contexto. Estamos animados que, ao longo do ano, possamos trabalhar eventos e ações midiáticas para conscientizar os interessados e esclarecer a sociedade sobre a confusão geral que está acontecendo na área. Se alguém quiser esclarecimentos sobre as vantagens de fazer jornalismo (obviamente se você tem interesse pela área), fique à vontade para me procurar na unisa.
 
 
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Jonas S. Marcondes [03/02/2010 - 12:45]

MAIS UNS DOIS ANOS E FECHAM TODAS AS FACULDADES DE JORNALISMO. ISSO É MUITO BOM PARA A O LIVRE PENSAR.
 
 
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Moacyr Victor Minerbo [05/02/2010 - 00:12]
(Âncora / Apresentador TV / Apresentador Rádio-ALLTV - IG - SP)


Isso é papo de quem não se garante. Nivelar-se por baixo, Marcelo?
 
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Marcelo de Souza Carlos [03/02/2010 - 16:57]
(Freelancer)


isso. aí teremos um monte de bostinhas que fizeram curso de direito e não passaram na oab trabalhando como "jornalistas".
 
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Gabriela Aparecida Correa de Campos [03/02/2010 - 12:19]
(Profissional Contratado)


Realmente é lamentável! Quem conhece, sabe que o curso de Jornalismo da UMC é tradicional e que jornalistas renomados lá se formaram. Acredito que a não obrigatoriedade do diploma, por um lado vai diminuir o número de jornalistas frustrados e indecisos, pois desistirão antes de concluir a formação e por outro lado, está desvalorizando a profissão, pois muitos empresários nada entendem da importância de um jornalista bem formado.

Não é muito prazeroso contar a um alguém que se formou em jornalismo e ouvir: “Que pena, agora não precisa mais de diploma”. Apesar disso, verdadeiros jornalistas têm consciência de que essa lei não influenciará no exercício de sua profissão.
 
 
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Silvannir Jaques [03/02/2010 - 12:34]
(Estudante)


Obrigada Gabriela. São em profissionais formados como você que devemos nos espelhar. O futuro do Jornalismo não depende de obrigatoriedade de diploma algum, e sim, de nós mesmos que devemos nos empenhar, assim como os que já estão formados hoje, fizeram um dia. A busca pelo aprimoramento nato não para e a faculdade nos oferece muito de tudo isso. Pena que a "coragem" não possa ser ensinada, e devido a muitos não saberem o significado dessa palavra situações como essa acontecem...
 
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Silvannir Jaques [03/02/2010 - 11:41]
(Estudante)


Aqueles que desistiram do curso por este motivo, são meros amadores e pobres com relação a busca de conhecimento. O aprendizado obtido nas salas de aula é indispensável não só pela qualificação especializada, mas como aprimoramento das técnicas jornalísticas. Um papel não é capaz de medir o profissionalismo de ninguém, entretanto, a bagagem dos estudos e aprendizados de uma vida sim! Um profissional formado jamais poderá se igualar a outro não formado, pois seu embasamento teórico pesa na decisão de qualquer empresa. Desistir é estar dando um verdadeiro exemplo de fracasso pessoal, e me envergonho desses que o fizeram. Afinal o verdadeiro comunicador é aquele que enfrenta as barreiras, se é que a exigencia de diploma ou não seja uma barreira para fazer o que ama. Jornalismo uma razão pra se viver!!!Sempre...
 
 
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Gabriela Aparecida Correa de Campos [03/02/2010 - 12:21]
(Profissional Contratado)


Concordo Silvannir!

 
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Ricardo Monteiro de Abreu Argemiro [03/02/2010 - 11:16]
(Freelancer)


O problema da não obrigatorieade do diploma, continua fazendo danos a sociedade, não apenas as universidades que oferecem os cursos mas à todos. É contraditório ouvir das pessoas que defendem a não obrigatoriedade, que para ser jornalista, basta saber escrever ou falar, pois estas são as primeiras a elencar os danos causados pela manipulação da mídia e como todos sabemos, o bom guerreiro é aquele que conhece seu oponente por inteiro, ou seja, nada melhor do que estudar a comunicação, para saber diferenciar seus prós e contras.
 
 
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Gislaine Araújo [03/02/2010 - 11:15]
(Freelancer)


É o resultado da atitude tomada pelos membros do stf que, diga-se de passagem, NÃO SABEM ABSOLUTAMENTE NADA DA ÁREA DA JORNALISMO, e se metem em setor profissional completamente alheio à formação de quem lá atua. O gilmar mendes e seus pares, que votaram c/ ele, fizeram o que ele queria, conforme avisou a profissionais de Brasília: prejudicou e fechou as portas p/ muitos jornalistas. Só que ele prejudicou não só os desonestos como tb os dignos que estudaram quatro anos no curso específico de Jornalismo. Resultado: cursos suspensos e até fechados, profissionais comparados a quem nunca passou na porta de uma universidade, ordenados que muitas vezes não chegam a três salários mínimos, desmandos de toda ordem, assédio moral, entre outras coisas. Entretanto, vamos lutando e tentando agregar força para restabelecer a ordem na categoria que virou terra de ninguém.
 
 
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Tatiane Lourenço Costa [03/02/2010 - 10:34]
( Outros-Totvs - SP)


A questão é que o fim da obrigatoriedade do diploma de Jornalismo está refletindo de alguma forma no setor de educação de nosso país.

Acredito sim que esta decisão implica na queda de alunos para o curso de jornalismo, independente do nome da faculdade.

Antes de ingressar na graduação, meu objetivo era o curso de Jornalismo, entretanto, quando fui pesquisar sobre este mercado, fui orientada a procurar outro curso, pois me argumentaram que para ser jornalista não era necessário o diploma, que era uma profissão estrela, o mercado estava saturado e eu não conseguiria atuar na área.

Devido a minha imaturidade, segui tais conselhos e me graduei em outro curso. Hoje me arrependo muito, pois não atuo na área e sei que o curso faria diferença na minha carreira profissional e realização pessoal, independente de qualquer coisa.

Infelizmente o que aconteceu comigo, pode acontecer com outras pessoas. Isso é fato!
 
 
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Daniele Soares Arraes Lustosa [03/02/2010 - 10:20]
(Estudante)


É uma vergonha não precisar de diploma para o exercício da profissão. Isso desmotiva e tira a credibilidade do profissional, mas nada justifica o fato de que o estudo é sempre bem vindo e ninguém perde nada com isso, mas uma coisa é certa: desmotiva o estudante. Curso jornalismo e sei perfeitamente o que é ser rebaixado. Pois é essa impressão que temos. Não somos nada, não estudamos pra nada e outra, é inadmissivel uma pessoa sem preparo algum possa exercer a profissão. Se antes a disputa para entrar na área já era grande, imagine agora que vamos concorrer com profissionais de diversas áreas?
 
 
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Marcelo de Souza Carlos [03/02/2010 - 10:19]
(Freelancer)


Algumas pessoas acreditam que todas as faculdades são fábricas de diploma e todos que se formaram em jornalismo são burros. É o que dão a entender os comentários aqui. desde que gilmar mendes e seus asseclas fizeram o favor de institucionalizar a picaretagem, ser jornalista com diploma virou sinônimo de crime para os frequentadores do C-se. Idólatras do soltador de bandidos do STF, essas pessoas julgam que quem estudou merece a fogueira. É triste ver que profissionais pensam de forma tão arcaica.
 
 
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Moacyr Victor Minerbo [05/02/2010 - 00:21]
(Âncora / Apresentador TV / Apresentador Rádio-ALLTV - IG - SP)


Alfredo, tem coisa muito mais assustadora no seu Grupo. Conta aí vai!
 
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Moacyr Victor Minerbo [04/02/2010 - 23:00]
(Âncora / Apresentador TV / Apresentador Rádio-ALLTV - IG - SP)


De onde saiu o senhor Globo?
 
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Alfredo Teixeira Neto* [03/02/2010 - 11:50]
(Chefe - Reportagem-TV GLOBO - SP)


Triste e assustador, Marcelo. Tornou-se prática recorrente desqualificar e ironizar quem não pensa como eles. Alguns parecem morar aqui no C-se. Plantonistas, tem réplicas e tréplicas toscas, que repetem à exaustão. Googleboys, tentam mostrar que sabem o que desconhecem pinçando ´´regras´´ e ´´estatísticas´´ de sites nada confiáveis. Como você bem disse, acreditam que todas as faculdades são fábricas de diploma e todos os que se formaram em jornalismo são burros. Mas acham o máximo dar aulas (sic) em cursos (sic) de jornalismo (sic) de 15 reais. Incapazes de dialogar, agridem. Como, certamente, veremos a seguir.
 
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Vinícius Rêgo Pessoa [03/02/2010 - 09:39]
(Profissional Contratado)



E quem falou (no texto-matéria) que foi a não obrigatoriedade do diploma que fez o curso de jornalismo da UMC fechar este semestre?
 
 
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Marcelo de Souza Carlos [03/02/2010 - 10:14]
(Freelancer)


Ninguém, foi baseado no achismo, como muitas matérias que saem aqui.
 
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Romulo Alexandre Ferreira Martins [03/02/2010 - 08:48]
(Repórter-EMPREGOS.COM.BR - SP)


Se considerarmos que grande parte dos alunos dos cursos de Jornalismo não conseguirá ingressar na área por falta de vaga no mercado chegaremos à conclusão de que, sim, é preciso diminuir o oferta por cursos no campo e aumentar a qualidade do ensino.
 
 
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Ana Carla Vanzelli [03/02/2010 - 08:43]
(Freelancer)


Confesso que me decepcionei com muitos comentários aqui. Primeiro: alguns não conhecem a UMC (como eu) e já a julgam de maneira bastante dissimulada. Concordo com Clayton Castelani e questiono: qual instituição realmente vai sobreviver? A oportunidade, inclusive, me faz postar aqui um depoimentio: sempre fui uma aluna aplicada, busquei cursos de extensão, leituras paralelas, palestras e afins...coincidentemente - ou não - me graduei em uma das 'Unis' privadas que tem por aí e logo concluo minha pós em uma outra 'Uni'. Detalhe: graças a Deus, ao meu gabarito e a sorte também (é lógico) éntrei na área de Comunicação ainda no primeiro ano de faculdade e me firmei por aqui, mas absolutamente NUNCA ninguém me perguntou onde me formei (com exceção do primeiro emprego - na verdade era um 'aprendiz'). Com isso, enxergo claramente que a qualidade e gabarito de um profissional estão ligados diretamente a sua vontade e empenho próprio em buscar conhecimento. É triste tudo o que tem acontecido!
 
 
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Clayton Castelani [03/02/2010 - 03:45]
(Repórter-DIÁRIO DO ALTO TIETÊ - SP - MOGI DAS CRUZES)


Ao longo dos últimos cinco anos trabalhei e convivi com professores, profissionais formados e estudantes da UMC. Ao pensar naquelas pessoas, posso afirmar que algumas delas dificilmente diriam, sem provas concretas, que determinada universidade emite “diplomas de fundo de quintal”. E quanto à idéia de que somente as boas faculdades vão sobreviver... Será? Algumas não tão boas podem continuar no mercado. E aquelas consideradas excelentes? Atenderão à demanda? Cobrarão mensalidades que somente poderão ser custeadas pelos filhos da elite financeira? Deixarão de aprimorar o serviço que oferecem devido à falta de concorrência? E as públicas, vão sucumbir? Ou explodirão numa demanda extraordinária de candidatos? Não quero censurar a opinião de alguns colegas. Mas, preciso discordar de algumas afirmações, simplesmente, por acreditar que jornalistas (com diplomas, de “pedigree” ou não, ou sem diploma algum) devam abandonar preconceitos a fim de evitar a observação de uma realidade ofuscada.
 
 
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William Messias Rodrigues [03/02/2010 - 00:48]
(Empresário de comunicação)


Comecei o curso de jornalismo na UMC (Universidade de Mogi da Cruzes) em 2003, mas o destino me levou para Universidade Anhembi-Morumbi.

A UMC é referência, e tem história. Muitos são os estudantes que saem das regiões Norte e Nordeste do Brasil rumo a cidade de Mogi das Cruzes, para cursar faculdade de medicina, engenharia e os cursos de comunicação.

O curso de jornalismo existe há mais de 30 anos na Universidade, e grandes mestres do jornalismo lecionaram nessa Universidade, destaque para os professores Sérsi Bardari, Paulo Rocha, Patrícia Key, William Araújo, Roberto Medeiros e Cristina Schmidt, atualmente coordenadora do curso.

Atenciosamente
WILLIAM RODRIGUES

 
 
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Luiz Carlos de Oliveira Ramos [03/02/2010 - 00:20]
(Diretor - Redação / Jornalismo-RÁDIO CAPITAL 1040 AM - SP)


Qual é mesmo o nome dessa tal universidade que acabou com o Curso de Jornalismo? UMC? Ah, tá. E a Unip? E a Uniban? Essas também estão ameaçadas. Mas os bons cursos de Jornalismo, destinados a alunos de grande potencial para a profissão, continuarão existindo, pois os veículos da mídia precisam de jovens jornalistas de boa formação. Entendam: uma coisa é ser articulista, como faz o José Sarney na "Folha" em artigos escritos por algum funcionário dele, e outra coisa é ser jornalista com formação para trabalhar de verdade nos veículos de comunicação. Para isso, uma boa universidade é fundamental. Boa noite, UMC. Vá fazer companhia a outras picaretas do sistema de educação do Brasil, que oferecerem cursos de R$ 200,00 mensais e estão igualmente sepultadas. A profissão de jornalista sobreviverá. Os bons cursos de Jornalismo também.
 
 
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Fernando Hessel [02/02/2010 - 23:18]
(Diretor-TV BANDEIRANTES - TO)


Em 1993, a UMC tinha máquinas de escrever, " Radio Corredor" que funcionava com um toca K7, laboratório fotográfico PB com cameras Zenith e 1/2 camera VHS. Era transportado de Buzão Osasco - Mogi - Osasco e as vezes de trenzão. Hoje trabalho com um Powerbook Mac e uma Panasonic P2. E se me derem apenas um celular, furo a concorrência sem reclamar. Obrigado UMC pelas laudas com carbono! Fernando Hessel
 
 
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Moacyr Victor Minerbo [05/02/2010 - 00:14]
(Âncora / Apresentador TV / Apresentador Rádio-ALLTV - IG - SP)


Parabéns Fernando! O estudo contínuo de um autodidata é o elemento fundamental para um diplomado ou não diplomado! Sucesso!
 
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Eric Fujita [02/02/2010 - 23:22]
(Colunista / Comentarista / Crítico-DIÁRIO DE S. PAULO - SP)


Aliás, apresentei muito "Rádio Corredor" junto com esse rapaz acima, em 1996.
 
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Eric Fujita [02/02/2010 - 23:21]
(Colunista / Comentarista / Crítico-DIÁRIO DE S. PAULO - SP)


Essa é uma prova de um profissional que venceu dificuldades e lidou com os problemas existentes na própria universidade para chegar aonde chegou.
 
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Moacyr Victor Minerbo [02/02/2010 - 22:23]
(Âncora / Apresentador TV / Apresentador Rádio-ALLTV - IG - SP)


!7% da população brasileira tem acessa ao curso superior. Mais da metade de jovens entre 15 e 17 anos estão fora das escolas. Qual das suas informações é a pior? Para mim a segunda.
 
 
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William Pereira de Araújo [02/02/2010 - 21:40]
(Profissional Contratado)


Opinião é um gênero que traz implícito a controvérsia, e isso é muito bom! Enquanto prof. da UMC, tenho comigo algo que aprendi messianicamente: "O correto é ter a consciência do dever cumprido".
Os conhecedores do Jornalismo sabem que o mesmo sempre foi perseguido, e caiu numa cilada construída meticulosamente por "estrategistas políticos e da comunicação" contrários à qualidade e à perspicácia deste profissional.
O fim da lei de imprensa e da "obrigatoriedade" deveria ensinar aos administradores sérios a busca de novos caminhos que priorizassem a defesa da democracia, aliada a uma estratégia de equalização de custos. É uma pena que as justificativas sempre girem em torno do fator monetário.
Espero que os que decidem o futuro dos estudantes e mesmo dos cursos nas universidades leiam estas impressões que bem ou mal ajudam a desenhar o pensamento de quem efetivamente participa nos embates do cotidiano.
 
 
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Shirlei Liberal Nogueira Lima [06/02/2010 - 18:23]

Querido professor, o senhor continua o mesmo. Suas palavras me fazem recordar há 8 anos atrás.
Abraços....
 
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Eric Fujita [02/02/2010 - 23:03]
(Colunista / Comentarista / Crítico-DIÁRIO DE S. PAULO - SP)


Professor William, pode ter toda certeza do mundo que o senhor cumpriu com o seu papel enquanto lecionou na UMC. Eu me lembro de um projeto de 1996 desenvolvido por ti na própria universidade e contra a maré do nosso próprio curso para desenvolver um bom jornalismo. Buscou uma parceria com o Centro de Engenharia da instituição para cobrir a semana de atividades desse curso. Os estudantes do então terceiro ano do jornalismo deram um banho ao fazer duas edições de um jornal sobre o evento. Ambos ficaram melhores em relação ao próprio impresso laboratório da própria faculdade de jornalismo. Além disso, outra equipe fez uma assessoria de imprensa como gente grande desta semana. Contei toda essa história para mostrar que a UMC poderia ter aprendido a lição com o senhor, ao tentar alternativas para evitar a suspensão do curso de Jornalismo.
 
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Flávio Henrique Barros [02/02/2010 - 22:10]
(Freelancer)


Gostaria de observar que a FENAJ e o seu esquema de dominação política partidária contribui com essa armadilha ao deseja instalar o Conselho Nacional de Jornalismo, uma "Corte Suprema comandada por alguns iluminados do jornalismo". A FENAJ tentou de uma maneira, não conseguindo, quer agora por outros meios. Antes da eleição do Lula (nada contra essa eleição) o discurso dos comandados pela FENAJ (Beth Costa-RJ) era de que Conselho de Jornalismo igual a OAB NUNCA! Nada de interferência externa no jornalismo. Depois da eleição do Lula o Conselho passou como salvador da situação dos jornalistas.
 
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Moacyr Victor Minerbo [02/02/2010 - 21:09]
(Âncora / Apresentador TV / Apresentador Rádio-ALLTV - IG - SP)


Eu me lembro que o Silvio Santos colocou a Carla Perez para apresentar um programa de TV. Todo o mundo destruiu as últimas 5 gerações da moça. O SBT pagou um curso superior em Comunicação Social na época a mesma e toda a patota da OBRIGATORIDADE se calou. Como é fácil convencer o povo com um pedaço de papel!
 
 
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Eduardo Campos Madureira de Pinho [02/02/2010 - 20:51]
(Freelancer)


Olha, nunca vi essa indignação toda quando todos os outros campos da comunicação social cediam vagas para profissionais de jornalismo e até de áreas terceiras tomarem seus lugares no mercado de trabalho. Reserva de mercado, se não balisada por justificada competência diferenciada, é corporativismo. Vamos banir os livros de Machado de Assis porque ele não tinha diploma em letras? Propriedade intelectual é e deve continuar sendo livre. O profissional deve provar seu valor, e há um número muito grande de cursos ruins de jornalismo que devem fechar mesmo. Já trabalhei com muito diplomado semi-analfabeto de faculdade papai-pagou-passou, faculdade do tipo que se for limada do mapa vai ajudar a discernir o bom profissional de jornalismo de qualquer um com diploma comprado. Mas o bom profissional de jornalismo não teme. Ele sabe que não precisa apelar pra isso porque a sua competência garante seu espaço. Como já acontecia com publicitários, radialistas, RPs, produtores editoriais, etc.
 
 
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Pérola Cardozo [02/02/2010 - 19:32]
(Estudante)


Verdadeiros talentos não se deixam abater por portas fechadas. Alunos que querem ser jornalistas, na maioria das vezes sabe que não basta terminar o ensino médio e conseguir uma boquinha em um jornal. Ensino superior é uma exigência atual em qualquer emprego, uma exigência das grandes e até das pequenas imprensas. De fato, há aqueles meios de comunicação que optarão por funcionários mais baratos em vez de qualidade, mas esses não terão nunca grande influência ou qualidade em suas matérias. Os grandes talentos de jornalismo, aqueles que realmente têm vocação e interesse em se tornar importantes, esses procurarão sempre o curso superior, e não se abalarão por esta ou aquela universidade cujos cursos estão fechando não pela desobrigatoriedade do diploma, mas por não terem qualidade suficiente apra mantê-los. Os verdadeiros jornalistas irão atrás dos melhores cursos, e esses não passarão pelo aperto que a UMC parece passar. O bom ensino superior será sempre de valor inestimável.
 
 
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Luiz Carlos Domingues Jr. [02/02/2010 - 19:24]
(Estudante)


Que conste que os professores Sersi Bardari, Roberto Medeiros e Elizeu Nascimento sempre deram um duro danado no Página UM, inclusive dedicando horas em que nada ganhavam a não ser a admiração e o respeito dos poucos alunos. Mas os equipamentos não colaboram. A universidade simplesmente não ajuda.
 
 
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Eric Fujita [02/02/2010 - 23:09]
(Colunista / Comentarista / Crítico-DIÁRIO DE S. PAULO - SP)


Nos meus tempos apenas conheci o professor Sersi Bardari. Eu não conhecço s outros dois docentes. Em relação ao primeiro, eu concordo plenamente em gênero, número e grau. Confesso que cheguei a discordar com alguns pontos de vista do professor Sersi nos mesmos corredores que vc frequenta, há 12 anos. Mas o tempo me fez amadurecer e enxergar que ele tinha razão em tudo, inclusise nos pontos de discordância. E um dia eu ainda terei de falar isso pessoalmente a esse grande mestre. Só pra vc ter uma ideia, consegui eliminar totalmente o gerúndio dos meus textos dez anos após minha formatura, graças aos ensinamentos desse maravilhoso professor.
 
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Luiz Carlos Domingues Jr. [02/02/2010 - 19:20]
(Estudante)


Sou aluno de jornalismo da UMC. A verdade é que a qualidade do curso caiu vertiginosamente nos últimos anos. Havia TV e rádio laboratório. O estúdio de TV está aos cacos, como os equipamentos. Já o de rádio se mantém em boas condições graças ao técnico Cláudio Figueiredo, que é um sujeito muito bacana. O jornal-laboratório Página UM está cada vez mais sucateado. A UMC não investe em novos computadores. Fui fazer um concurso na UBC, concorrente, e tive vergonha quando vi os laboratórios de informática de lá. Computadores de última geração, enquanto na UMC nos contentamos com lixo. Alguns poucos professores estão motivados, porque a reitoria simplesmente não dá apoio. Não se investe, não se paga bem os professores, não há publicidade dos cursos. Infelizmente, a UMC prefere investir em shows de bandinhas e nomes da moda, do que investir na preparação de seus alunos. Hoje estou me sentindo envergonhado de ser aluno da UMC.
 
 
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Eric Fujita [02/02/2010 - 23:45]
(Colunista / Comentarista / Crítico-DIÁRIO DE S. PAULO - SP)


Caro Luiz Carlos, eu entendo perfeitamente a sua revolta. Afinal, vc tem razão de reclamar da falta de investimentos, do sucateamento dos laboratórios e da ausência de incentivos do curso. Eu passei por situação semelhante porque não usufruí tanto do investimento feito na implantação desses mesmos estúdios, inaugurado no mesmo ano que me formei, em 1997. Sei da sua decepção, afinal a suspensão do curso é resultado de uma trajetória complicada nos últimos anos. Só tenho como dizer uma coisa pra ti: mesmo com esses percalços, não desista, procure alternativas para continuar se você realmente gosta dessa profissão. Procurei correr atrás na imprensa de Mogi das Cruzes e confesso que só estou onde me encontro hoje porque tentei encarar ao máximo essas adversidades.
 
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Paulo Sérgio Aguiar [02/02/2010 - 20:12]

Quem tem que ter vergonha é o MEC, os ministros e os presidentes do Brasil que apoiaram a Educação Mercantil: Paulo Renato colega e ministro de FHC, e Fernando Haddad ministro de Lula.

Esses são os culpados por essa situação, eles têm endereço, CPF e RG. Nunca tiveram compromisso com o Ensino efetivo, de qualidade, para todos.

Sempre estiveram ao lado dos mercenários da Educação.

Não se sinta envergonhado por eles.

 
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Paulo Sérgio Pires [02/02/2010 - 17:55]

A Cásper Líbero existe muito antes da exigência do diploma para o exercício profissional. Ela foi criada em 1947 e a regulamentação só veio em 1969. Nunca se cogitou em fechá-la em qualquer período, pelo contrário, a cada ano o número de candidados é maior. Talvez aconteça uma nova depuração no mercado, apesar de que o mercado sempre se auto-regulou. Convém frisar que sempre haverá, com exigência ou não do diploma, os amigos do rei que exercerão a profissão por causa do QI.
 
 
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Moacyr Victor Minerbo [02/02/2010 - 21:08]
(Âncora / Apresentador TV / Apresentador Rádio-ALLTV - IG - SP)


Não é só isso. Muitas faculdades não ensinam o que o candidato à uma vaga no mercado precisa saber, diferente dos anos 40 a 60. Mas estou de pleno acordo com suas afirmações. Quem não quiser estudar paciência. Menos alunos não quer dizer pior qualidade.
 
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Eduardo Freire [02/02/2010 - 17:29]
(Profissional Contratado)


A UMC, a Universidade de Mogi das Cruzes, é uma das mais tradicionais e competentes escolas de Comunicação e Jornalismo de São Paulo e do Brasil. Há 30 anos forma profissionais que estão hoje nos principais veículos de mídia do país e do exterior. Não só é triste, mas principalmente revoltante ver o que está acontecendo, principalmente por saber que se trata única e exclusivamente de uma decisão imbecil, de um bando de idiotas que se quer sabem o que legislam, e colocam assim, em xeque, toda a luta dos profissionais, as liberdades de imprensa, de exercício da profissão e principalmente a democracia. Junto com a Braz Cubas, também de Mogi, com seus quase 70 anos de vida, formaram e proporcionaram gente de peso e valor para o nosso jornalismo, em todo país. Solidarizo-me não só com você Cris, mas com todos, ainda mais tendo sido filho desta casa. Sinto por ver esse país, dia após dia, se arrastar para o fundo do poço. Luto!
 
 
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Eric Fujita [02/02/2010 - 23:19]
(Colunista / Comentarista / Crítico-DIÁRIO DE S. PAULO - SP)


Só para completar o seu comentário, gostaria de citar alguns desses exemplos de grandes profissionais que saíram da UMC e destacam na grande imprensa hoje: Haissen A. Baki (âncora da Rádio Bandeirantes), César Galvão (repórter especial da Rede Globo), Fernando Hessel (executivo da Rede Bandeirantes), Vagner Villaron (comentarista da SporTV e colunista do Diário de São Paulo), Leandro Calixto (repórter do Jornal da Tarde), Danilo Almeida (coordenador de rede da Rádio Bandnews), Bárbara Souza (repórter do Jornal da Tarde) e muitos outros que estão espalhados por esse Brasil. Mesmo com seus problemas, a UMC lançou esse pessoal todo no mercado.
 
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Luiz Oscar Matzenbacher [02/02/2010 - 16:02]
(Freelancer)


Alguém tem idéia de quantos jornalistas diplomados estão sendo substituídos por indivíduos sem cultura jornalística, sem noção ética do jornalismo e sem conhecimentos técnicos nas redações do jornais, rádios e Tvs comunitárias, de âmbito municipal, ou regional, por esse imenso interiorzão do Brasil? Alguém já fez esse levantamento? Não conheço a UMC, mas lamento, profundamente o provável fechamento do Curso de Jornalismo. Quantos talentos estarão sendo perdidos? Quantas inteligências perderam a razão de seguir pensando?
 
 
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Fernando George Antunes [02/02/2010 - 15:02]

Nao sei se muda muita coisa. Quem sabe isso sirva para diminuir a quantidade de cursos horriveis que temos por ai. A comecar pelo que a UMC oferecia. Me lembro que quando eu estudava, quem nao conseguia passar de ano (mesmo podendo carregar duas dependencias) pedia transferencia para la porque la aceitavam tres. Ou seja, ruim por ruim, ficamos melhor sem.
 
 
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Luiz Oscar Matzenbacher [02/02/2010 - 14:56]
(Freelancer)


Quantos jornalistas diplomados estão sendo substituídos por indivíduos sem cultura jornalística, sem noção ética do jornalismo e sem conhecimentos técnicos nas redações do jornais, rádios e Tvs comunitárias, de âmbito municipal, ou regional, por esse imenso interiorzão do Brasil? Alguém já fez esse levantamento? Não conheço a UMC, mas lamento, profundamente o provável fechamento do Curso de Jornalismo. Quantos talentos estarão sendo perdidos? Quantas inteligências perderam a razão de seguir pensando?
 
 
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Emerson Pires de Laia [02/02/2010 - 14:47]
(Estudante)


Eu estudei la e sinceramente demorou até para fechar o curso. Inclusive um abraço para a Professora cristina que sempre foi uma excelente professora?
 
 
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Everton Miguel Ouhl Maciel [02/02/2010 - 14:36]
(Estudante)


Eric Fujita [02/02/2010 - 22:54]
(Colunista / Comentarista / Crítico-DIÁRIO DE S. PAULO - SP)


É muito fácil julgar desta forma. A UMC tem os seus problemas, certamente que sim a ponto de levá-la a suspender esse semestre. Mas acusar como um grupo de pilantras? Então, ótimos nomes da grande imprensa também são filhotes da pilantragem?
 
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Eduardo Freire [02/02/2010 - 17:33]
(Profissional Contratado)


Este é outro que certamente não possui formação. A UMC todos nós conhecemos, há mais de 40 anos formando profissionais competentes. Não se acusa sem se conhecer, sem ter provas e, principalmente, sem ser habilitado.
 
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Aimée Gomes Louchard [02/02/2010 - 14:27]
(Freelancer)



Apurem se a UFRJ, a USP ou a PUC RJ fecharam seus renomados cursos de Jornalismo? Quem os fecha são os donos destas fábricas de expedir diplomasde fundo de quintal que existem aos milhares neste Brasil sem leis. Quem vende diploma e não forma profissionais sofre sim com a queda de procura. E melhor este tipo de universaidade não falta falta alguma.
 
 
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Moacyr Victor Minerbo [02/02/2010 - 22:21]
(Âncora / Apresentador TV / Apresentador Rádio-ALLTV - IG - SP)


Tem muito Doutor USP mamando nas aulas das fábricas citadas.
 
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Moacyr Victor Minerbo [02/02/2010 - 22:21]
(Âncora / Apresentador TV / Apresentador Rádio-ALLTV - IG - SP)


Eu quero saber quem é que garente que o curso da ECA ainda é bom? Piada, hein!
 
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Meire Oliveira Silva [02/02/2010 - 16:19]
(Estagiário-Corecon - Conselho Regional de Economia - SP)


Como nos explicou muito bem a freelancer Aimée, faculdades que possuem qualidade em seus cursos não fecham tão drasticamente... Quem tem consciência que precisa de boa formação para atuar na área, não vai deixar de cursar uma graduação. Nem as empresas deixarão de exigir ensino superior. Eu mesma não abandonaria a graduação, nem deixaria de fazer uma pós-graduação com a desculpa que não precisa de diploma. Nos últimos 10 anos, vi a explosão de faculdades com o curso de jornalismo, financiando diploma de quem nem sabe escrever! A velha desculpa de precisa isso ou daquilo para ser jornalista, não leva em conta que temos uma país sem educação básica, imagina o que esperar dos universitários nos bancos acadêmicos. É debater detalhes, quando na verdade não procuramos ir a fundo, como verdadeiros jornalistas, tratar dos problemas relevantes. Como diria minha avó, "em terra de cego, quem tem olho é rei".
 
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Doca Ramos Mello [02/02/2010 - 13:10]
(Freelancer)


Renomada ignorância e apetite empresarial das faculdades! Diploma é diploma e tem seu valor, seja ele qual for, é uma falácia dizer que as pessoas vão deixar de procurar o curso por conta de uma determinação legal. O Jornalismo é feito a diversas mãos e isso é muito importante para o setor também, como não? O conhecimento, a formação, aliados à competência, jamais deixarão de ter seu lugar na sociedade e nas empresas, que o jovem estudante não se deixe iludir por bobagens e creia, acima de tudo que, quem faz valer seu diploma é o próprio diplomado, que não deve temer a concorrência. Salvo se tiver tirado diploma nas coxas, aí...
 
 
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