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Jornal de Goiás reproduz texto de jornalista sem autorização
Da Redação
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O Jornal da Imprensa, veículo de Goiás, reproduziu a crítica sobre o filme Astro Boy, do jornalista Pablo Villaça, editor do portal Cinema em Cena, sem a devida autorização. O site do jornal publicou o nome do autor no texto, mas não solicitou autorização. De acordo com o jornalista, não é a primeira vez que isso acontece. No último mês, um jornal de Maceió fez o mesmo com um de seus textos.
“Isso acontece com tanta freqüência, com vários jornalistas. É uma falta de ética absurda”, criticou Villaça, que também divulgou o caso em seu Twitter.
O editor geral do Jornal da Imprensa informou que estava viajando e não estava ciente da reprodução do texto sem a prévia autorização, disse que iria apurar o caso e conversar com Villaça sobre o assunto. A página com a crítica de cinema já está fora do ar no site do jornal.
De acordo com o jornalista, em janeiro um veículo de Maceió reproduziu um dos seus textos sem pedir autorização, mas o jurídico do Cinema em Cena cuidou do caso e o jornal teve que pagar pela reprodução do conteúdo. Antes disso, outro veículo de Pelotas também reproduziu seus textos sem autorização. Villaça também disse que comunicou o caso do Jornal da Imprensa ao jurídico do Cinema em Cena.
Segundo Frederico Ghedini, diretor da Associação Brasileira da Propriedade Intelectual dos Jornalistas Profissionais, o jornalista pode procurar seus direitos. “Mesmo com a citação do autor, ainda cabe uma ação, caso o jornalista se sinta prejudicado por danos morais e patrimoniais, já que o jornal tem um trabalho comercial”.
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2/2/2010
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Cláudio Schamis
[26/02/2010 - 08:57]
(Freelancer)
Estou vendo que o plágio virou prática recorrente e por veículos que outrora nunca poderíamos imaginar. Eu mesmo já tive um texto meu plagiado que foi publicado no editorial de um jornal. Triste isso.
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João Alvares Otero Pontes
[24/02/2010 - 08:56]
(Presidente-JORNAL CENTRO OESTE REGIONAL - SP - JAÚ)
é a globalização, hahahaha
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Aloísio Morais Martins
[10/02/2010 - 19:54]
(Editor - Assistente-HOJE EM DIA - MG)
Quem tiver material chupado deve entrar na Justiça para que o ladrão deixe de furtar. Para isso temos há dez anos a Associação de Proteção dos Direitos Autorais e Intelectuais dos Jornalistas (Apijor), em São Paulo, que pode orientar como recorrer à Justiça por perdas e danos a esses verdadeiros assaltos ao direito autoral. Não devemos ficar assistindo passivamente a ocorrência destas práticas. Temos de reagir.
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Miguel Arcanjo Prado de Oliveira
[09/02/2010 - 23:57]
Trabalhei na Folha Online, no Agora São Paulo e atualmente no portal R7 da Record. Em todos estes veículos sofri este problema. Já fui copiado por jornais que tiveram a audácia de assinar outro nome em um texto meu feito com exclusividade. Fui avisado pelo assessor, que, ao receber o clipping, viu as duas matérias. Como ele havia me convidado a cobrir com exclusividade, me avisou. Na época, liguei para o jornal, o Aqui, do grupo Estado de Minas, em BH, e avisei. Disseram que foi um erro... Já vi entrevista que fiz com Dira Paes nas páginas do Super Notícia, também de BH, sem nenhuma autorização da Folha. E, diariamente, matérias minhas são surrupiadas do R7 e republicadas em centenas de sites Brasil afora. Nem sempre com o devido crédito. Basta dar um Google para descobrir a fraude. Se eu me estressar com isso, não vivo. Cada um precisa ter sua ética.
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Doca Ramos Mello
[08/02/2010 - 16:40]
(Freelancer)
Vai lá e cobra os direitos. Sem papo.
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Rosana Melo Araujo de Oliveira
[03/02/2010 - 14:52]
(Repórter-O POPULAR - GO)
O mesmo acontece com emissoras de rádio de Goiás, que usam como informação, as matérias dos jornais impressos, sem citar a fonte e o nome do jornalista que as escreveu. Todas as manhãs, ouço o que escrevi no dia anterior, antes mesmo de ler o jornal onde trabalho.
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Diogo Honorato Tosta
[03/02/2010 - 11:02]
(Profissional Contratado)
Isso também acontece com frequencia com Folha e Estadão. Se forem atrás, pagam quase um mês de salário.
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