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Jornal do Brasil demite 26 na redação

Sérgio Matsuura, do Rio de Janeiro

O Jornal do Brasil demitiu, na última terça-feira (03/02), 26 profissionais da redação, entre fotógrafos, repórteres, diagramadores e tratadores de imagem. As dispensas também atingiram funcionários de outras áreas, mas o número é impreciso. A justificativa apresentada pela direção é a dificuldade que o jornal atravessa em decorrência da crise financeira.

A demissão em massa diminuiu em quase um terço o número de jornalistas da redação contratados em regime de CLT. Na redação, o clima é de intranqüilidade porque correm boatos sobre novas dispensas.

Segundo a direção da empresa, antes da crise o jornal conseguia captar recursos em instituições financeiras dando como garantia receitas futuras. Com o agravamento da situação, o crédito se tornou escasso e houve a necessidade de cortar despesas para que os compromissos pudessem ser honrados.

Apesar da reestruturação, os salários de dezembro atrasaram. Os funcionários contratados pelo regime de CLT receberam entre os dias 11/01 e 12/01. Os contratados como pessoa jurídica receberam nos últimos dias de janeiro.

Leia também:

Por conta da crise, JB acaba com cadernos locais e demite sete profissionais

Ponto TV deve voltar ao JB com patrocínio da Rede Record

CBM demite profissionais no JB e GZM




6/2/2009
 
Paulo Dias** [09/02/2009 - 17:49]
(Freelancer)


Até quando vamos virar "reféns" dessa situação absurda??? Parece que essas empresas encontraram na tal "crise" , a saída mais eficiente para honrar seus "balencetes". Se a moda pega o que vai ter de colegas se "esbarrando" com outros "pedintes" nas ruas !!!!

...e esse espaço pode servir também para mostrar " a quantas andam " a profissão... Nota-se que a Srta. Bruna Paranhos é novata mesmo nesse assunto. Disse...ou melhor.... relatou que está formada HÁ pouco tempo. Ora , ora, ela precisa ficar mais atenta e evitar ao máximo não se expor escrevendo errado assim. Cadê a tal da "revisão" depois de escrever algo???
e como ela mesma escreveu : MUITA SORTE PRÁ TODOS NÓS.
 
 
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Ludmilla Rabello [09/02/2009 - 15:17]

Crise, péssima administração e desrespeito com os profissionais. Boatos dão conta de que 100 pessoas seriam demitidas em toda a CBM. Isso porque dois meses antes foram contratadas mais de 50 para a área de vendas. Me digam, vender o que?
 
 
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Edson Pereira Filho [09/02/2009 - 13:39]
(Freelancer)


Agora, incompetência administrativa é sinônimo de crise. A crise fez isso. A crise fez aquilo. E o metalúrgico que se elegeu presidente, no início de seu governo, não podia sequer reclamar da bolha inflacionária deixada por seu antecessor. Pois é, li em algum lugar que o ex-ministro Delfim Neto chamou Lula de o maior economista do Brasil. O ex-ministro dos milicos podia ser o que fosse, mas burro em economia não era. Vai daí que, ao sinal de qualquer má administração, a crise é a responsável. A cultura corporativa nas empresas de comunicação elege a redação como culpada pelo ônus de quem, familiarmente, não sabe administrar nem as próprias contas.
 
 
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Raphael Ferreira Crespo [09/02/2009 - 13:39]
(Freelancer)


A crise, no caso específico do JB, tem nome e sobrenome: Nelson Tanure
 
 
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Marcello Veríssimo Dias Chagas [09/02/2009 - 11:52]
(Freelancer)


Como disse antes com crise ou sem crise não é de hoje que a situação do jornalista - aquele que não brilha no JN - é crítica e com poucas perspectivas. O que fazer? acreditar que tudo vai melhorar um dia. Sim, essa pode ser a saída pena que não enche barriga de ninguém. Sou um rélis repórter que como disse o colega 'mata um leão por dia'. Assim que arrumar um outro emprego de gente normal abandono a área e o fato de ter passado por uma faculdade de jornalismo fica apenas como status para conversas sociais.

A todos sorte!
 
 
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Eduardo da Silva Almeida [09/02/2009 - 10:54]
(Diretor-JORNAL RIO NOTÍCIAS - RJ)


Ver o JB assim é muito triste.
Trabalhei na década de 80. O JB era líder em publicidade, vendas e profissionais de primeira, em qualquer área.
Existe saída!? Sim, competência dos atuais administradores.
Desejo que nossos colegas encontrem logo uma nova colocação.
Boa sorte!
 
 
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Eduardo da Silva Almeida [09/02/2009 - 10:54]
(Diretor-JORNAL RIO NOTÍCIAS - RJ)


Ver o JB assim é muito triste.
Trabalhei na década de 80. O JB era líder em publicidade, vendas e profissionais de primeira, em qualquer área.
Existe saída!? Sim, competência dos atuais administradores.
Desejo que nossos colegas encontrem logo uma nova colocação.
Boa sorte!
 
 
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Eliagá Emipê [09/02/2009 - 10:26]

P - A - S - S - A - R - A - L - H - O !!!
 
 
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Tiago Stello [09/02/2009 - 09:05]
(Freelancer)


E os processos judiciais trabalhistas correm normalmente e quase nada acontece, centenas de pessoas ainda não receberam o que o JB e a Gazeta deve .

Se este país fosse sério os donos estariam na cadeia, sem direito a fiança

Lastimável
 
 
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Hercules Sidnei Pires Liberal [09/02/2009 - 10:09]
(Freelancer)


Quem não é sério? É o pais ou o jornalista que se acomoda num país que julga não ser sério? Por que não se muda? Para onde? Qual o país que tem essa desejada justiça rápida, sem burocracia? Pergunte ao Kafka.
Esse nosso complexo rodriguiano de vira-lata...

 
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Gercyley Batista de Sousa [09/02/2009 - 07:24]
(Profissional Contratado)


Meu "post" aqui é só para manifestar minha opinião contrária ao amigo Oscar Matzenbacher. Não acredito, de jeito algum, que o governo tenha que financiar empresas de comunicação. Aliás, isso já é feito e acho extremamente pouco vantajoso para sociedade. De uma tacada só criamos uma horda de estelionatários legalizados que se se lambuzam de verba pública e de uma imprensa sem personalidade e chapa branca. O que deveríamos fazer é fiscalizar o governo com essas ajudas "humanitárias" aos pobres dos bancos e empresas.
 
 
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Moacyr Victor Minerbo [09/02/2009 - 00:41]
(Âncora / Apresentador TV / Apresentador Rádio-ALLTV - IG - SP)


E a culpa é sempre da crise agora.
 
 
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Ricardo Moreira** [08/02/2009 - 23:03]
(Profissional Contratado)


Vou vender pipoca na frente da estação de trem. Deve ser mais divertido e ganha bem mais.
 
 
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Ricardo Moreira** [08/02/2009 - 23:02]
(Profissional Contratado)


Minha sugestão é dividir o bolo, tem jornalistas magnatas aí recebendo verdadeiras fortunas, não que eles não mereçam, mas com salários altíssimos daria para contratar cerca de 4 jornalistas nas redações por aí. Olha que nem me refiro a televisão, âncoras, neste caso é outra história...........esses são estrelas de mais. Deve ser por isso que os jornais demitem esses velhos de casa e não contratam ninguém, quando contratam preferem estagiários.

 
 
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Ricardo Tavares [08/02/2009 - 21:00]
(Profissional Contratado)


Alguém já pensou / falou em fazer um mutirão, cooperativa ou vaquinha pra salvar o JB?
 
 
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Fábio Soares da Costa* [08/02/2009 - 18:39]
(Freelancer)


É realmente uma vergonha! o gropo CBM ainda tem muito que aprender em matéria de administração e respeito com os profissionais de comunicação , as pessoas não são apenas números .
 
 
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Alexandre AKira Forato [08/02/2009 - 16:45]

Como muitos já disseram anteriormente, chegou a hora de buscar outras funçoes além do trabalho em redações. Do jeito que andava e está andando os jornais, fica cada vez mais complicado trabalhar com jornalismo. O melhor é tentar conciliar duas funções.
 
 
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Adir Tavares [08/02/2009 - 16:18]

Vejam:
http://4.bp.blogspot.com/_my62t7rsr0s/SYvRUVqVlOI/AAAAAAAAAc4/MQzzVuhth1w/s400/peixes.jpg


 
 
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Luiz Oscar Matzenbacher [08/02/2009 - 15:16]
(Freelancer)


As empresas estão usando os empréstimos oficiais contra a crise para demitirem, para usarem nas indenizações trabalhistas. O Governo Lula está ajudando vários setores atingidos pela crise, mas as taxas de desemprego já são superiores a 50% há mais de uma década entre os jornalistas brasileiros. No Rio Grande do Sul e em Santa Catarina esses índices devem ser ainda mais assustadores.
Chegou o momento do Governo Federal criar um Programa Contra o Desemprego de Jornalistas, auxiliando com publicidade oficial e os empréstimos subsidiados do BNDES apenas as empresas jornalísticas que apresentarem um projeto de Incremento dos Postos de Trabalho.
Pois se deixaram assim na base do neoliberalismo vigente no setor, o desemprego vai ficar pior entre os jornalistas e afins.
Estarei errado, amigo Antonio Oliveira?

 
 
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Adir Tavares [08/02/2009 - 14:06]

Acredito que a tal 'crise' da mídia é de credibilidade.
 
 
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Marco Antônio Sá [08/02/2009 - 12:48]
(Repórter Fotográfico-Pentaprisma - SP)


Essa crise fantasmagórica tem servido de oportunidade para reduzir custos às custas de demissões e sobrecarga de funcionários ( vejam o comentário da Camila ). É a justificativa contemporânea para o aumento da exploração e da insegurança. Ninguém sabe para onde foi o dinheiro que as montadoras ganharam no início do ano passado e nem o lucro da valorização cabulosa das ações da Vale.
Viver como free lancer ( Bruna ) não é o fim do mundo e ter carteira assinada não é o paraíso até porque não depende de competência e sim do QI que o Ricardo não tem. Com tantos currículos chegando na mesa de quem precisa de um jornalista e com tanto a fazer nas redações minimalistas, quem é que vai ter tempo para ler todos. Melhor escolher algum indicado, pré selecionado por alguém da panela
 
 
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Luiz Oscar Matzenbacher [08/02/2009 - 12:44]
(Freelancer)


O Governo Lula está ajudando vários setores atingidos pela crise, mas as taxas de desemprego já são superiores a 50% há mais de uma década entre os jornalistas brasileiros. No Rio Grande do Sul e em Santa Catarina esses índices devem ser ainda piores.
Chegou o momento do Governo Federal criar um Programa Contra o Desemprego de Jornalistas, auxiliando com publicidade oficial e os empréstimos subsidiados do BNDES apenas as empresas jornalísticas que apresentarem um projeto de Incremento dos Postos de Trabalho.
Pois se deixaram assim na base do neoliberalismo vigente no setor, o desemprego vai ficar pior entre os jornalistas e afins.



 
 
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Luiz Oscar Matzenbacher [08/02/2009 - 12:43]
(Freelancer)


O Governo Lula está ajudando vários setores atingidos pela crise mas, mas as taxas de desemprego já são superiores a 50% há mais de uma década entre os jornalistas brasileiros. No Rio Grande do Sul e em Santa Catarina esses índices devem ser ainda piores.
Chegou o momento do Governo Federal criar um Programa Contra o Desemprego de Jornalistas, auxiliando com publicidade oficial e os empréstimos subsidiados do BNDES apenas as empresas jornalísticas que apresentarem um projeto de Incremento dos Postos de Trabalho.
Pois se deixaram assim na base do neoliberalismo vigente no setor, o desemprego vai ficar pior entre os jornalistas e afins.
 
 
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Astrobaldo Mathias [08/02/2009 - 02:12]
(Freelancer)


Impressionante, demitir 1/3 dos profissionais e ainda culpar a crise...

Menos papel ja usavam...

Incompetencia ou megalomania. De um dos males o Tanure sofre.


Ou dos dois!
 
 
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Tânia dos Santos Martins de Miranda [07/02/2009 - 23:06]
(Editor-Chefe / Coordenador de Conteúdo-DESTAQUE RJ - RJ)


Caros colegas, faz certo tempo que venho aperfeiçoando-me em outras áreas; eventos, AI, RP, marketing social, etc...desde 2001 quando retornei de uma temporada fora do Brasil, percebi que REDAÇÃO não deve ser nosso OBJETIVO principal. Percebi que o outro lado do balcão pode ser bem mais interessante, sólido, e compensador financeiramente...

A hora da mudança é agora...DIVERSIFICAR!!!

Tenho contrato por CLT e mais dois frelas...está exaustivo trampar por 14h de segunda a sabado...mas não fico nas maõs DELES...não mesmo...Por agora é necesamos sário.

Comigo funcionou o que chamo de "estratégia reserva". Vamos dar um drible nesta situação insurpotavel psicologicamente de ver tantos colegas perdendo seus empregos e suas auto-estima...

Caros, pé na estrada e FORÇA NA PERUCA!!!

 
 
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Bruna Paranhos de Sousa [07/02/2009 - 13:06]
(Freelancer)


Esse papo de crise me dá medo. Muito medo! Me formei a pouco tempo e vivo de freelancer. Como a maioria, quero um emprego com registro, tudo certinho, mas está mais difícil do que eu pensava. É impressionante o número de profissionais que conheço que, assim como eu, estão em busca de colocação novamente. Sorte a todos nós, com crise ou sem!
 
 
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Luiz Oscar Matzenbacher [07/02/2009 - 12:46]
(Freelancer)


O Governo Lula está ajudando vários setores atingidos pela crise. As taxas de desemprego já são superiores a 50% há mais de uma década entre os jornalistas brasileiros. No Rio Grande do Sul e Santa Catarina esses índices devem ser ainda piores.
Chegou o momento do Governo Federal criar um Programa Contra o Desemprego de Jornalistas, auxiliando com publicidade oficial e os empréstimos subsidiados do BNDES, apenas as empresas jornalísticas que apresentarem um projeto de Incremento dos Postos de Trabalho.
Pois se deixaram assim na base do neoliberalismo vigente no setor, o desemprego vai ficar pior entre os jornalistas e afins.
 
 
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Fábio José de Mello [10/02/2009 - 14:11]
(Profissional Contratado)


O governo ineste em setores produtivos, mas não dá de mão beijada dinheiro para vagabundo. Aui na aminha cidade existe uma cooperativa que está prestes a fechar as portas, jogando mais de mil funcionários na rua. E vamos dar diheiro para essa cambada de empresários de comunicação incompetentes? E o que mais me enoja é esse bando de salafrários dando "conselhos" sobre como a economia deveria funcionar!
 
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Antonio Manoel Oliveira [07/02/2009 - 16:44]

Não entendi, meu caro Matzembacher. Até bem pouco tempo, os velhos liberais e os neoliberais diziam que o mercado resolve tudo, que ninguém tem que se meter, principalmente o Governo. Estranho que todos agora estejam indo correndo bater na porta do Governo para pedir ajuda, pedir dinheiro. Para isto o Governo presta, então ? Para ajudar salafrários, ladrões, que enriquecem com o suor dos jornalistas e, na hora do aperto, em vez de utilzarem o capital que retiraram dos jornais para investir em outros ramos de negócios (e tu sabes muito bem disto, dos exemplos que temos aqui no RS), que vão muito bem, obrigado, eles se encolhem e demitem jornalistas. Não entendi esta tua manifestação.
 
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Vinícius Rêgo Pessoa [07/02/2009 - 11:36]
(Profissional Contratado)



Esse crise, no Brasil está servindo, principalmente, para jornais provocarem demissões. A idéia de crise, que é quase que restrita aos Estados Unidos e alguns países europeus, foi amplamente difundida pela mídia, como se fosse realmente mundial. Assim têm notícia que vende jornais, e podem demitir com desmesura. Tudo muito ridículo, arquitetado e sem noção, esta última é a palavra.
 
 
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Arthur Dorileu Paganini Silva [07/02/2009 - 11:33]
(Estudante)


Eu acho que essa crise financeira é coisa do capeta.
 
 
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Cláudio Neves [07/02/2009 - 11:28]
(JORNALISTA NÃO LOCALIZADO-ALICERAMOS.COM - RJ)


A única saída que vejo para esse grave e indissolúvel problema de mercado de trabalho saturado é desenvolver outras competências não ligadas ao jornalismo e nem à área de comunicação. E se der, exercer ambas, ou tê-las de forma complementar. Ninguém disse que será fácil, mas ter opções a ponto de poder escolher a empresa e as condições em que deseja trabalhar, é libertador. Definitivamente jornalismo virou commodity. Por mais que lutemos para defender salários, a categoria ou melhores condições, isso não será o bastante. Na maior parte dos casos será uma luta inglória. Reconheço que Jornalismo é uma cachaça, mas não dá para viver de idealismo. Até conheço jornalista que atuava em editorias de TI, que acabou virando Dono de uma empresa de tecnologia da informação, mas de vez em quando continua deixando saltar sua veia jornalística.
 
 
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Cláudio Neves [07/02/2009 - 11:11]
(JORNALISTA NÃO LOCALIZADO-ALICERAMOS.COM - RJ)


É prezado Ricardo Moreira, também lhe desejo boa sorte. Já vimos esse filme milhões de vezes. Posso estar cometendo alguma redundância, mas essa briga de foice pelas precárias vagas nas redações é uma bálsamo para os donos dos jornais. Torna a mão de obra escrava cada vez mais qualificada. No Brasil, enquanto a procura por cursos ligados a Ciências Humanas é elevadíssima. O mesmo não se pode dizer à busca pelo conhecimento em áreas voltadas à formação das infra-estruturas. Todas as engenharias demandam profissionais qualificados e não encontram pessoal qualificado em número suficiente para suprir seus quadros. Sobram vagas. Nas áreas de tecnologia da informação, idem. Em um país onde a maioria das crianças e adolescentes diz que seu sonho, é quando crescer virar jornalista ou ator, indica que algo muito errado está acontecendo na educação.
 
 
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Raphael de Oliveira Gomes [07/02/2009 - 11:08]
(Freelancer)


O que eu me questiono é: essa maldita crise interferiu no número de leitores? Porque acredito que exista uma lógica onde manter a qualidade dos veículos de comunicação significa manter seu público fiel, ou seja, aquele que paga o valor do jornal para ler tranquilo em sua casa. Cortanto o número de funcionários e dobrando as funções dos que ficaram, essa tal "qualidade" inquestionavelmente é afetada. Os consumidores de notícias se "acomodarão" com essa perda de qualidade? Até que ponto essa crise é REALMENTE responsável por tantas demissões? E até que ponto isso pode ser estratégia de empregadores que querem diminuir encargos trabalhistas? Os sindicatos têm atuado junto a essas empresas para tentar "negociar" e evitar demissões?
 
 
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Cláudio Neves [07/02/2009 - 10:57]
(JORNALISTA NÃO LOCALIZADO-ALICERAMOS.COM - RJ)


Se o JB conseguir se firmar apenas com edição on-line, já será um grande feito. Do jeito que o JB vai, como disse em outro post, se eu resolver fundar um "jornalzinho" com tiragem impressa de 200 folhas A4, a cada dois meses, é bem provável conseguir fazer concorrência ao JB.
 
 
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Solange Oliveira de Paula [07/02/2009 - 10:45]

É lamentável tantas demissões! Penso que o destino dos jornais será a internet mesmo, embora adore folheá-los.
 
 
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Cláudio Neves [07/02/2009 - 10:30]
(JORNALISTA NÃO LOCALIZADO-ALICERAMOS.COM - RJ)


O Jornal do Brasil ainda existe? Pelo que se conhece da história do JB ele sempre viveu em crise. Mesmo na fase mais áurea, com a Condessa Pereira Carneiro à frente, a crise também bateu à sua porta. Ou seja: o JB não precisa de uma crise financeira internacional para chegar perto da quebradeira. O JB sozinho sempre arruma uma crise. Fica a pergunta: será que isso é culpa da "crise" que assola o planeta, ou é mais uma boa desculpa para se livrar de pagar encargos trabalhistas? Nem todo mundo que alega estar passando dificuldades "por causa da crise", está de fato no vermelho. Só fica em crise quem não sabe tirar proveito dela. E os oportunistas de sempre continuam se dando bem.
 
 
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Silene Balassiano [07/02/2009 - 00:25]
(Freelancer)


Bem, mas e a Hildezinha? ficou?

Já que é para cortar corta essa droga que só enche linguiça e fica fuçando a vida alheia. eta mulherzinha chata
 
 
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Ricardo Moreira** [06/02/2009 - 20:37]
(Profissional Contratado)


A cada dia nos deparamos com mais demissões nas grandes redações do país. O jornal DCI em São Paulo já demitiu 12, outras redações diminuem o número de páginas e até caderno. Agora o JB com 26 demitidos. Acho que comentei em outro post o numero de e-mails (currículos) que encaminhei para redações aqui em São Paulo, incluindo assessorias de imprensa, passava de 250. Poucos retornam, os que respondem agradecem o envio, “mas no momento não temos vagas, seu currículo ficará em nosso banco de dados”. Veja bem, não tenho muitos amigos ou colegas em redações, não posso recorrer ao QI. Tenho que ser cara de pau mesmo e bater de redação em redação, mas só tenho obtido não como resposta. Quando aparece uma vaga, é disputada em briga com foice entre os candidatos. Ainda não desanimei, ainda não perdi esperança, ainda não perdi a fé. Boa sorte aos demitidos do DCI aos colegas do JB e aos próximos das redações espalhadas pelo país, ah! Hi é claro, boa sorte pra mim também.
 
 
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Camila Gaia Guimarães [06/02/2009 - 19:30]

No jornal onde trabalho o fantasma da crise já está assombrando. Semana passada, dois fotógrafos, parte da equipe comercial e alguns diagramadores foram demitidos. As demissões não param e sobrecarregam os que ficam e têm que acumular funções.
Não só os anunciantes estão fugindo, como o preço do papel do jornal aumentou e quebrou as finanças.
A parte mais difícil é manter a qualidade da publicação com um quadro de funcionários tão reduzido. Para se ter uma idéia, hoje somos apenas oito editores cuidando de um jornal de uma média de 80 páginas diárias, sem contar a edição de domingo que dobra de tamanho. É matar um leão por dia e ainda ter que viver com o medo de ser o próximo a ser cortado.
 
 
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